Rússia envia ao Brasil relatório mais completo sobre Spuntik V para análise da Anvisa

O governador Rui Costa anunciou que a Rússia encaminhou ao Brasil o relatório “no perfil” solicitado pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para analisar pedido de autorização para importação da vacina Sputnik V.

O relatório tem todos os pontos detalhados. Vamos protocolar novo relatório técnico, enviado da Rússia, na Anvisa para ver se a gente consegue liberar as 37 milhões de doses da Sputnik V”, afirmou Rui durante entrevista ao Bahia Meio Dia, da TV Bahia.

A Anvisa negou, em 26 de abril, um pedido para importação do imunizante contra a Covid-19, desenvolvido pelo instituto russo Gamaleya.

Segundo parecer da área técnica, que norteou a decisão de diretores do órgão, faltam documentos que comprovem a segurança da vacina. Um dos “pontos críticos e cruciais” apontados em relação à segurança é a presença “adenovírus replicantes” em todos os lotes da Sputnik V vistoriados.

Caso a importação seja autorizada, cerca de 7 milhões de doses da vacina poderiam ser entregues para a região Nordeste ainda este mês, o que aceleraria o processo de vacinação na Bahia.

Ele ainda disse não ser possível traçar uma previsão de quando toda a população acima de 18 anos deve ser imunizada contra a Covid no estado. 

Teofilândia: Moradores encontram material descartável usado em quadra de esporte após vacinação

De acordo com um grupo de moradores teofilandenses, vários algodões e agulhas usadas durante a vacinação supostamente contra a Covid-19 foram descartadas no meio da quadra do Ginásio Esportivo Francisco Chagas, no centro de Teofilândia, próximo à BR-116. O registro foi feito no dia 5 de maio e enviado por um morador, que pediu para não se identificar, ao site Teofilândia Acontece nesta terça-feira, 11 de maio. “Várias agulhas e algodões usados durante a vacinação estavam espalhados no ginásio hoje. Isso não foi a metade que encontramos lá. Fomos jogar e tivemos que limpar a quadra toda”, informou o morador.

Segundo profissionais de saúde, o material deve ser descartado em coletor adequado, no local em que é gerado, logo após o uso. Nunca descartar objetos perfurocortantes no lixo comum ou no lixo reciclável. Nunca jogar o material no vaso sanitário. Agulhas e seringas não devem ser reencapadas ou desacopladas da seringa para descarte.

O T.A entrou em contato com o Departamento de Comunicação da Prefeitura de Teofilândia na tarde de hoje, 11 de maio, mas, até momento desta publicação não obteve resposta sobre o assunto.

*Comentemos um equivoco ao colocar no título da matéria que se trava de seringas, mas foi corrigido

Covid-19: Casos ativos e internados em UTIs voltam a crescer na Bahia

A Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) registrou uma piora nos números relativos ao novo coronavírus na Bahia, conforme divulgado no fim da tarde desta segunda-feira (3), em boletim epidemiológico. Novas contaminações, mortes por Covid-19, casos ativos e quantidade de internados em UTI tiveram aumento nas últimas 24 horas no estado.

Os casos ativos da Covid-19 eram 15.803 no boletim de domingo (2) e são 16.253 nesta segunda (3). Os 10 municípios baianos com mais contaminados são Salvador (2.768), Feira de Santana (589), Vitória da Conquista (437), Barreiras (421), Itabuna (354), Lauro de Freitas (300), Eunápolis (234), Ilhéus (229), Paulo Afonso (213) e Camaçari (199).

O número de internados com casos graves da doença pulou de 1.262 para 1.283 nas últimas 24 horas, sendo 1.261 adultos e 22 crianças ocupando leitos de terapia intensiva no estado. A taxa de ocupação das UTIs é de 80% entre as regulares e 61% entre as pediátricas.

Também nas últimas 24 horas, a Bahia confirmou 2.791 novas contaminações pelo novo coronavírus e 89 mortes em decorrência da infecção. No total, desde o início da pandemia, o estado acumula 909.912 casos confirmados da Covid-19 e 18.730 óbitos pela doença.

Bahia tem 15 casos de superfungo; Covid-19 aumenta chances de infecção

Com 15 casos contabilizados do superfungo “Candida auris” na Bahia desde o ano passado, a Secretaria da Saúde (Sesab) “permanece em alerta”. Entre as características do microrganismo está a resistência a medicamentos e a possibilidade de causar graves infecções hospitalares.

O primeiro caso veio à tona em dezembro de 2020, e foi identificado em uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI) de um hospital particular de Salvador. Na ocasião uma notificação foi feita à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), que em seguida fez um alerta (leia mais aqui). No mês seguinte, em janeiro de 2021, a agência informou que caracterizava a situação como um surto (entenda melhor aqui). O órgão fez alertas que a Candida auris é um fungo emergente que representa uma “grave ameaça à saúde global”.

Desses 15 casos identificados na Bahia, a Sesab informa que se tratam de 12 de 2020, sendo três infecções e 9 de colonização. Em 2021 foram três casos: um de infecção e dois de colonização. Para entender melhor a diferença entre as duas classificações, a reportagem conversou com o infectologista Igor Brandão e com o biomédico e professor da Universidade Federal da Bahia (Ufba) Jailton Azevedo.   

Os especialistas explicam que os seres humanos e os animais podem ter contato e ser colonizados por diversos microrganismos sem que necessariamente sofram algum tipo de mal ou dano causado por eles. Nesse sentido, a pele e as mãos, por exemplo, podem tocar e ter a presença de vírus, bactérias e fungos, sem que eles causem doenças.

Por outra lado, a infecção diz respeito a um mal causado por aquele microrganismo. “Porque a gente pode ter aquele vírus, bactéria ou fungo e ele não estar fazendo nenhum dano. Mas quando ele invade o corpo da pessoa e causa algum dano, essa condição é caracterizada como infecção”, explicou Igor Brandão.

A nomenclatura não se estende às superfícies, acrescenta o infectologista. Objetos, móveis e utensílios podem conter vírus, bactérias e fungos, mas não se fala em colonização e infecção nesses casos. “Uma superfície não vai estar doente. O meu celular, a mesa, ou um corrimão podem conter fungos, vírus ou bactérias, e se alguém pegar com a mão ou qualquer outra superfície do corpo pode colonizar, sujar nossa parte do corpo, e se ele invadir tecido e fizer algum sintoma aquilo pode ser considerado infecção”, completou o médico. 

FUNGOS E COVID-19

Brandão sugere que a infecção pelo Candida auris pode ser inclusive uma complicação da infecção por Covid-19. Segundo o médico, pacientes submetidos a grandes quantidades de medicamentos com corticoide, que tem potente ação anti-inflamatória, acabam tendo a imunidade diminuída e, portanto, têm maiores chances de infecções por bactérias e fungos. Ele ainda ressalta que muito tem se falado da Candida auris, mas que existem mais de 100 tipos de fungos da espécie Candida, tão graves e até mais comuns do que a auris.

O biomédico Jailton Azevedo sugere uma correlação nos casos de Covid-19 e infecções fúngicas com base na própria fisiopatologia da infecção pelo Sars-CoV-2. “Na qual a resposta inflamatória e a tempestade de citocinas podem proporcionar às Candidas da mucosa intestinal uma maior possibilidade de invasão e infecções sistêmicas oportunistas”, explicou.

Outro fato que aumenta as chances de um paciente grave com Covid-19 acabar com uma infecção fúngica é o longo período de internação somado aos aparatos médicos necessários no tratamento, a exemplo de drenos, tubos e cateteres.  

“Eles têm muito fatores para ter Candida, auris e não auris, porque esses pacientes estão na UTI, intubados, com cateter central, algumas vezes utilizando diálises, nutrição venosa, e isso é um prato cheio para identificar um germe atípico no Brasil e no mundo. O médico sabe que o paciente pode ter risco de desenvolver uma candidemia. Mas para o paciente fora do hospital, ter uma infecção por um fungo desse é praticamente impossível”, frisou Igor Brandão.

‘KIT COVID’

Outro alerta feito pelo infectologista Igor Brandão é para as consequências do uso inapropriado de terapias. Já que esses pacientes com Covid-19 acabam tendo aumentadas as chances de infecções por fungo, a auto medicação e a adesão a remédios sem comprovação científica, ou de outros comprovadamente ineficazes, de forma preventiva para a infecção contra o coronavírus podem potencializar ainda mais essas chances.

Bahia recebe mais 222,5 mil doses de vacinas contra a Covid-19

Uma nova remessa com 222.500 doses de vacinas contra a Covid-19 chegou à Bahia no fim da tarde desta quinta-feira (22), conforme informações da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab). Do total, 180.500 foram produzidas pela Fiocruz/Astrazeneca/Oxford e 42.000 pelo Butantan/Sinovac. Com esta nova carga, a Bahia chega ao total de 3.893.450 doses de vacinas contra a Covid-19 recebidas.

As doses serão remetidas exclusivamente aos municípios que aplicaram 85% ou mais das doses anteriores, através de aeronaves Grupamento Aéreo (Graer) da Polícia Militar e da Casa Militar do Governador. Esta foi uma decisão da Comissão Intergestores Bipartite (CIB), que é uma instância deliberativa da saúde e reúne representantes dos 417 municípios e do governo do estado.

Com a nova remessa, o estado pretende continuar imunizando os idosos acima de 60 anos, de forma escalonada, profissionais de saúde, população quilombola, pessoas com doença renal crônica em tratamento de hemodiálise, profissionais das forças de segurança e trabalhadores da educação com 55 anos ou mais.

Os municípios que conseguiram concluir a vacinação dos idosos podem também começar a aplicar as doses na população com comorbidades.

Na avaliação do secretário da Saúde da Bahia, Fábio Vilas-Boas, “a chegada de mais doses de vacinas representa uma esperança para a sociedade”.

Vilas-Boas ainda destaca que a “Bahia continua aguardando a liberação da Anvisa para importação da vacina Sputnik V, adquirida pelo governador Rui Costa, para avançarmos mais rápido na imunização”.

Mulheres vacinadas podem passar anticorpos para bebês através do leite materno

Mulheres imunizadas contra a Covid-19 que amamentam produzem leite com anticorpos contra o coronavírus, é o que estudos divulgados recentemente identificaram. Os dados são positivos, mas pediatras fazem um alerta e pregam cautela, já que as pesquisas ainda não comprovaram se as crianças realmente ganham imunidade e, em caso positivo, quanto tempo isso duraria.

Resultados de uma pesquisa divulgada no fim de março apontou a presença de anticorpos no sangue do cordão umbilical e no leite materno. Participaram do estudo 131 mulheres em idade reprodutiva, entre elas gestantes e lactantes. As voluntárias foram imunizadas com duas doses da vacina da Pfizer/BioNTech ou da Moderna.

De acordo com reportagem do Estadão, os pesquisadores, do Massachusetts General Hospital (MGH), Brigham and Women’s Hospital e do Ragon Institute of MGH, MIT e Harvard, fizeram análises e comparações entre anticorpos produzidos por voluntárias mulheres infectadas pelo vírus e os induzidos pela vacinação. O resultado foi de um número significativamente mais alto entre as imunizadas.

Outro estudo, conduzido Escola de Medicina da Universidade de Washington, nos Estados Unidos, foi publicado em 30 de março. Os cientistas identificaram anticorpos contra o vírus e detectou que eles apareceriam duas semanas após a primeira dose da vacina, permanecendo por, ao menos, 80 dias, que é o período em que a pesquisa durou.

A reportagem traz a informação de que os pesquisadores sugerem que esses anticorpos  poderiam passar por meio da amamentação para os bebês e conferir algum tipo de proteção. Revisado por pares, o estudo analisou uma pequena população, de apenas cinco mães, que foram imunizadas com a vacina da Pfizer/BioNTech, e com filhos entre um mês e 2 anos.

Brasil registra novo recorde com 4.249 óbitos em 24 horas

O Brasil bateu recorde no número de mortes por Covid-19, nesta quinta-feira (8), chegando a 4.249 óbitos registrados em 24 horas. Com este dado, o país soma 345.025 óbito, de acordo com dados consolidados pelo Conselho Nacional de Secretários da Saúde (Conass). 

Já o número de casos alcançou 13.279.857. O estado brasileiro com maior número de casos e de vítimas da doença é São Paulo, com mais de 79 mil mortes e mais de 2 milhões de contaminados. 

Forças Armadas reservam vagas para militares e deixam até 85% de leitos ociosos

Dados sobre ocupação de leitos para pacientes com Covid-19 nos hospitais militares mostram que as Forças Armadas bloquearam leitos à espera de militares em enfermarias e UTIs e que há unidades com até 85% de vagas ociosas. As Forças disponibilizaram os dados pela primeira vez na pandemia após determinação do Tribunal de Contas da União (TCU). A Folha de S. Paulo teve acesso aos dados.

De acordo com a reportagem, o TCU investiga possíveis irregularidades por parte de Ministério da Defesa, Exército, Aeronáutica e Marinha ao não ofertarem a civis leitos destinados a pacientes com Covid-19 em unidades militares de saúde.

Pelo menos R$ 2 bilhões do Orçamento da União em 2020 foram destinados a esta unidades, mostrou auditoria feita pelo TCU.

Os auditores argumentam que as unidades militares deveriam fazer convênios com o SUS para ampliar atendimentos à população durante o período mais grave da crise sanitária, em que a maioria dos estados vem sofrendo com alta demanda por leitos e colapso no sistema de saúde.

A Folha localizou as planilhas com dados sobre a ocupação dos leitos publicadas por Aeronáutica, Exército e HFA, publicadas após a determinação do TCU, mas não os da Marinha.

Segundo a apuração, a Aeronáutica listou 27 unidades de saúde. Dessa 14 têm leitos reservados a pacientes com Covid-19. Em quase todas não há vagas em UTIs, que estão lotadas, conforme dados atualizados na segunda-feira (5). Há uma exceção: a UTI do Hospital de Aeronáutica de Recife, onde a ocupação é de 71,43%.

Em relação aos leitos de enfermaria, apenas três têm 100% de ocupação. A Folha traz o dado de que em outras seis o índice é de 50% ou menos.

Já o Exército divulgou a disponibilidade geral de leitos, não apenas para Covid. Segundo a força, 23 unidades de saúde têm 366 leitos, um terço do total. Em 14 delas, a ocupação geral é de 50% ou menos, traz a Folha.

A reportagem ainda ressalta que no caso das UTIs, há um cenário de superlotação. Dezenove hospitais militares do Exército oferecem 217 leitos, e apenas três não têm 100% ou mais de ocupação geral.

A administração dos leitos para Covid-19 nos hospitais militares do Exército faz parte da chamada Operação Apolo, cujas ações são gerenciadas pelo Departamento Geral de Pessoal.

A Folha fez pedidos via Lei de Acesso à Informação a HFA, Marinha, Exército e Aeronáutica sobre destinação de vagas a civis. As respostas dadas pelas duas primeiras instituições confirmam que os leitos são destinados a militares e seus dependentes e que não houve abertura de vagas a civis em geral.

No HFA, são atendidos apenas servidores civis do Ministério da Defesa. O hospital também atende o presidente Jair Bolsonaro, o vice Hamilton Mourão e ministros de Estado.

Ciro sugere que Lula faça como Cristina Kirchner e não concorra à Presidência em 2022

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) sugeriu que o ex-presidente Lula (PT) siga o exemplo da ex-presidente argentina Cristina Kirchner e não dispute as eleições de 2022 como candidato à Presidência da República, em prol de uma aliança contra Bolsonaro.

A fala de Ciro foi feita durante debate sobre a proposta de reforma administrativa em discussão no Congresso. Ele pediu que o petista não imite o “exemplo desastrado” dos presidentes da Bolívia e da Venezuela, e, sim, o de Cristina, que deu “um passo para trás” ao aceitar ser vice de Alberto Fernández, atual presidente argentino.

“A gente devia pedir generosidade a quem já teve oportunidade, como o Lula, que é um grande líder da história brasileira, mas a gente devia pedir a ele que se compenetrasse e que não imitasse o exemplo desastrado do Maduro na Venezuela ou o exemplo desastrado do Evo Morales na Bolívia. E que olhasse o que a Cristina Kirchner fez na Argentina, em que, tendo uma força grande, deu um passo pra trás e ajudou a Argentina a se reconciliar”, afirmou.

Para Ciro, os escândalos de corrupção que marcaram as gestões petistas podem minar a campanha de Lula.
“Imaginem vocês uma campanha em 2022, o Bolsonaro querendo se recuperar da impopularidade, a lembrar da esculhambação do Palocci, a esculhambação do Zé Dirceu, a esculhambação não sei de quem. Eu não digo nem que seja verdade ou que seja mentira, eu estou dizendo é o que eu estou vendo pela minha experiência […] É fazer de novo a campanha antipetista em cima dos exemplos”, disse.

“Derrotar Bolsonaro é muito importante, não por ódio a ele, mas para derrotar o desastre que ele está produzindo, na saúde, na economia, na relação internacional, em que o Brasil está desmoralizado.”

Para que isso ocorra, Ciro defendeu que o Brasil precisa de projetos nacionais e de uma “ampla aliança”. “Quem vai operar esse novo projeto nacional é a política, uma nova e ampla aliança, generosa aliança que vai permitir ao Brasil se reconciliar consigo mesmo.”

Na semana passada, Ciro Gomes assinou, junto a outros 6 possíveis candidatos à Presidência, um manifesto em defesa da democracia. O movimento foi visto como uma busca por viabilizar uma alternativa que seria de centro, para combater uma eventual polarização política entre Bolsonaro e Lula em 2022. 

O documento foi assinado por Ciro (PDT), João Amoêdo (Novo), João Doria (PSDB), Eduardo Leite (PSDB), Luiz Henrique Mandetta (DEM) e Luciano Huck (sem partido).

Número de internados com casos graves da Covid cai pelo segundo dia consecutivo na BA

A quantidade de pacientes internados com casos graves da Covid-19 caiu pelo segundo dia consecutivo na Bahia, conforme dados publicados pela Secretaria Estadual da Saúde (Sesab) nesta Sexta-Feira Santa (2). Depois de alcançar 1.280 pessoas na quarta-feira (31), o número reduziu para 1.253 na quinta (1º) e agora está em 1.234. A taxa de ocupação dos leitos de terapia intensiva para adultos, por outro lado, se manteve estável em 83%.

Os números de novos casos e de mortes também caíram. Nas últimas 24 horas, foram registradas 3.347 novas contaminações pelo novo coronavírus e 127 óbitos em decorrência da doença. Com isso, a Bahia acumula agora 811.808 casos confirmados e 15.599 vítimas fatais da Covid-19 desde o início da pandemia.

Os casos ativos do novo coronavírus foram outro índice que apontou um recuo, de 16.158 na quinta-feira para 15.939 nesta Sexta-Feira da Paixão. Os 10 municípios baianos com mais contaminados, segundo a Sesab, são Salvador (3.338), Feira de Santana (564), Itabuna (428), Vitória da Conquista (403), Camaçari (360), Ilhéus (335), Lauro de Freitas (302), Guanambi (292), Juazeiro (238) e Eunápolis (216).

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