PRF apreende mais de 100 kg de drogas em ônibus na BR-116, em Feira de Santana

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) apreendeu uma grande quantidade de drogas na tarde desta terça-feira (4), no km 429 da BR-116, em frente a Unidade Operacional (UOP), conhecida como posto da PRF, em Feira de Santana.

A apreensão ocorreu durante abordagem a um ônibus de fretamento que saiu de São Paulo com destino a Euclides da Cunha.

Ao realizar a conferência das notas fiscais das encomendas que estavam no bagageiro do veículo, foi verificado que em algumas caixas havia tabletes plastificados e envoltos com pó de café, aparentando embalagens de drogas ilícitas.

Ao Acorda Cidade, o chefe da D10-2 Sul Feira de Santana, Ivanildo Cirqueira, informou que após verificação do conteúdo das embalagens, constatou-se aparência e odor de maconha e cloridrato de cocaína.

Na pesagem, chegou-se, aproximadamente, ao total de 106,0 kg de substância análoga a maconha, 9,0 kg de substância análoga à cloridrato de cocaína e 28,0 kg de substância em pó cor branca aparentemente não identificada.

Ainda segundo o PRF Cirqueira, o motorista do ônibus foi indagado acerca do material, e o mesmo informou que foi despachado como encomenda em São Paulo e que seria deixado em Feira de Santana no depósito da empresa de ônibus para posteriormente ser entregue ao destinatário em Salvador.

O material foi apreendido e encaminhado juntamente com o motorista para o Complexo de Delegacias de Polícia Civil de Feira de Santana, localizado no bairro Sobradinho.

Os passageiros também tiveram que seguir para a delegacia e aguardar a decisão do delegado em relação ao motorista.

MP requer que Justiça condene prefeito de Biritinga a ressarcir cofres

O Ministério Público do Estado da Bahia apresentou à Justiça na última sexta-feira, dia 30, Uma ação civil pública que requer o ressarcimento de danos causados ao erário pelo prefeito de Biritinga, Gilmário Souza de Oliveira. No documento, o órgão requer que Justiça condene o prefeito a ressarcir os cofres públicos em mais de R$ 64 mil, com juros e correção monetária. Gilmário de Oliveira é o atual prefeito de Biritinga, porém os danos foram causados em mandato anterior.

A ação relata que prejuízos aos cofres públicos teriam sido provocados após o gestor utilizar verba do Município para quitar obrigações atribuídas a ele nos anos de 2010, 2011 e 2013. De acordo com o Tribunal de Contas do Estado (TCE), Gilmário Souza de Oliveira cometeu irregularidades na aplicação dos recursos do Convênio nº 124/2010, entre o Município e a Companhia de Desenvolvimento Urbano do Estado da Bahia (Conder), no valor de R$ 300 mil, para pavimentação de um bairro da cidade.

As irregularidades do prefeito causaram, à época, um débito total de R$ 64.016,33. O TCE determinou a devolução do valor, devidamente corrigido, e ainda a aplicação de multas. De acordo como registra a ação, o gestor quitou a dívida provocada por ele com recursos do erário municipal.

Norte e Nordeste têm alta de mortes por hepatite crônica viral, diz estudo

Entre os anos de 2001 e 2020, as regiões Norte e Nordeste do Brasil tiveram um aumento de 6% e 5%, respectivamente, no índice de mortalidade por hepatite crônica viral. Os dados são de um estudo divulgado nesta segunda-feira (3) pela Universidade Tiradentes (Unit), de Aracaju, que lançou mão de dados públicos dos últimos 20 anos sobre a doença.

A hepatite é uma inflamação no fígado que pode ser aguda ou crônica; além de curável ou fulminante. Em nosso país, nas últimas duas décadas, foram registradas 49.831 mortes em decorrência desta condição de saúde.

À CNN, a cirurgiã do aparelho digestivo Sonia Oliveira Lima, que orientou a pesquisa, afirmou haver algumas causas para o aumento de óbitos no Norte e Nordeste. “Uma das explicações é que melhorou a notificação, que passou a ser obrigatória”, disse.

Além disso, a transmissão é outra questão importante. “A hepatite A, por exemplo, tem transmissão fecal-oral, e depende de saneamento básico, higiene pessoal, uso de descartáveis.”

No caso das hepatites B, C e D, a transmissão é por sangue ou esperma. “A cobertura vacinal nessas regiões é insuficiente, e o diagnóstico é simples, mas o exame precisa ser solicitado”, completou.

Somente a região Sudeste teve tendência de redução das mortes por hepatite no período pesquisado. “O restante apresentou um número estacionário, sem aumento ou redução, o que é muito grave”, afirmou a médica.

De acordo com a profissional, é preciso uma melhor comunicação para que a informação sobre a doença chegue até as pessoas, assim como incentivo à vacinação.

Falsos médicos compraram diplomas por até R$ 400 mil; maioria dos registros eram da Uneb

A Polícia Federal revelou um esquema em que falsos médicos pagavam até R$ 400 mil por diplomas de faculdades de medicina. O caso foi noticiado no domingo (2), pelo Fantástico, da Rede Globo.

De acordo com a corporação, pelo menos 65 registros foram obtidos junto ao Conselho Regional de Medicina do Rio de Janeiro (Cremerj) com documentos falsos. A maioria dos registros fraudados eram da Universidade do Estado da Bahia (Uneb).

Os criminosos falsificavam os documentos e vendiam para falsos médicos. O delegado da Polícia Federal Francisco Guarani explicou que “a investigação conseguiu apontar que de fato existia uma estrutura empresarial nessa venda de diplomas falsos e históricos escolares falsos.”
A quadrilha usava papel de qualidade e conseguia reproduzir o logotipo de universidades brasileiras. Em nota, a Uneb informou que “todos os documentos recebidos pelo Cremerj não foram emitidos ou assinados pela universidade e são ilegítimos”, revelou a reportagem.

A investigação mostrou que, com documentos falsos em mãos, os suspeitos se passavam por estudantes formados e conseguiam empregos, principalmente em prefeituras. Os criminosos também criaram um e-mail falso para enviar o diploma fraudulento quando os conselhos regionais de medicina solicitavam a documentação.

FISCALIZAÇÃO

O Cremerj esclareceu que as fraudes foram descobertas quando uma funcionária desconfiou de documentos. Ela fez a denuncia e a Polícia Federal começou a investigação. “O órgão mudou o processo de checagem e anulou todos os 65 registros obtidos com documentação falsa”.

O Conselho Federal de Medicina destacou que deve criar novos protocolos para checar a documentação. José Hiran Gallo explicou que disponibilizou uma equipe para ir aos conselhos regionais investigar a fragilidade do sistema.

População de Teofilândia representa queda de 2,46%, aponta Censo IBGE

A população da cidade de Teofilândia (BA) chegou a 21.176 pessoas no Censo de 2022, o que representa uma queda de -2,46% em comparação com o Censo de 2010. Os resultados foram divulgados nesta quarta-feira (28) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Os dados do Censo também revelam que a população do Brasil é de 203.062.512, um aumento de 6,45% em relação ao Censo de 2010.

No estado da Bahia, a população é de 14.136.417, o que representa um aumento de 0,85% quando comparado ao Censo anterior.

No ranking de população dos municípios, Teofilândia está na 146ª colocação no estado; na 553ª colocação na região Nordeste; e na 1.617ª colocação no Brasil.

A pesquisa do IBGE também aponta que a cidade em Teofilândia tem uma densidade demográfica de 60,18 habitantes por km² e uma média de 2,86 moradores por residência.

O CENSO

O Censo é uma pesquisa realizada a cada 10 anos pelo IBGE; a anterior foi feita em 2010. O levantamento realiza uma ampla coleta de dados sobre a população brasileira e permite traçar um perfil socioeconômico do país.

A atual edição do Censo deveria ter acontecido em 2020, mas foi adiada por conta da pandemia de Covid-19. Em 2021, houve um novo adiamento em razão da falta de recursos do governo.

Além de saber exatamente qual o tamanho da população, o Censo visa obter dados sobre as características dos moradores —idade, sexo, cor ou raça, religião, escolaridade, renda, saneamento básico dos domicílios, entre outras informações.

Quase 70% dos adultos entre 45 e 54 anos estão com excesso de peso, segundo pesquisa

Mais da metade da população brasileira (56,8%) está com excesso de peso, um aumento de quase 10% em relação a 2022, quando a prevalência foi de 52,6%, mostram dados de um inquérito nacional divulgado nesta quinta (29).

Adultos entre 45 e 54 anos respondem pela maior prevalência: 68,5% deles estão com sobrepeso ou obesidade. Em seguida, estão os jovens entre 18 e 24 anos, com 40,3% deles apresentando IMC (índice de massa corporal) igual ou acima de 25 kg /cm². 

Os dados são do Covitel 2023 (Inquérito Telefônico de Fatores de Risco para Doenças Crônicas Não Transmissíveis em Tempos de Pandemia) desenvolvido pela Vital Strategies, organização global de saúde pública, e pela UFPel (Universidade Federal de Pelotas), com financiamento da Umane e apoio da Abrasco (Associação Brasileira de Saúde Coletiva). 

Segundo o inquérito, 26,6% dos brasileiros tiveram diagnóstico de hipertensão, com maiores prevalências entre mulheres (30,8%), maiores de 65 anos (62,5%) e aqueles com até oito anos de escolaridade (38%). Entre os mais escolarizados, com 12 anos ou mais de estudo, a prevalência cai para menos da metade, com 15,6% de hipertensos.

Para Pedro Hallal, professor da UFPel e um dos coordenadores do inquérito, isso é reflexo da combinação entre dieta inadequada e prática insuficiente de atividade física. 

“Quando olhamos o quadro epidemiológico brasileiro de 20 anos atrás, a obesidade era algo que acontecia mais nas famílias mais ricas. Isso está se invertendo com o passar do tempo. Nos Estados Unidos e México, a obesidade é muito maior entre os mais pobres. O Brasil está copiando esse modelo”, diz. 

Para ele, a obesidade e a inatividade física são os grande vilões da saúde pública neste século, representam um grande desafio para governos de todo o mundo e há muito o que se fazer em termos de políticas públicas. 

“Pode explorar a questão de ciclovias, de fechamento de ruas nos fins de semana, pode fazer academias populares, programas de esporte de lazer e inclusivo”, afirma.

Hipertensa há mais de 20 anos e com problema renal, a funcionária pública aposentada Sandra Lopes Ribeiro, 72, chegou a pesar 151 kg. Fez tratamento no Hospital do Servidor Público Municipal, em São Paulo, e eliminou 57 kg. Na pandemia de Covid-19, recuperou quase 20 kg e hoje está na casa dos 120 kg. 

Antes da pandemia, ela diz que era muito ativa. Caminhava e passeava bastante. A ameaça de contrair o coronavírus a trancou em casa. Agora, começou uma rotina com exercícios e terapia numa Ursi (Unidade de Referência à Saúde do Idoso). 

Sandra diz que também recebeu orientações sobre controle de peso e alimentação e que abriu mão de refrigerantes, linguiça e embutidos. Por decisão própria, afirma que não janta mais. 

“Para o nutricionista é errado não jantar, mas me acostumei. Até seis horas da tarde, se der vontade, tomo sopa e mais tarde chá de camomila ou erva-cidreira com uma bolachinha. Mas ainda estou pecando no bendito doce. Tenho a consciência de que preciso melhorar.”

A situação de Sandra é ilustrada pelos dados do Covitel, que mostram uma alta prevalência da hipertensão e diabetes, especialmente entre os idosos e os menos escolarizados. 

O cenário é parecido com a diabetes. Enquanto na população em geral a taxa é de 10,3%, em pessoas acima de 65 anos é de 26,2%, e entre aquelas com zero a oito anos de estudo, 15,7%. 

A advogada Neusa Camargo, 77, entrou para as estatísticas de brasileiros hipertensos na tarde desta quinta (29), durante consulta com a equipe de medicina e família do Centro de Saúde Escola Professor Samuel Barnsley Pessoa, da Faculdade de Medicina da USP. 

“Eu faço check-up uma vez por ano. É estranho você querer fazer um check-up no SUS. As pessoas só vêm aqui quando está tudo errado e não tem mais jeito. Elas não sabem usar o SUS”, afirma.

Neusa contou à reportagem que cuida da alimentação e pretende retomar a rotina de exercícios de antes da pandemia de Covid-19, na academia.
 
A descoberta da hipertensão não assustou a advogada. “Como eu sempre fiz prevenção, sabia que seria natural eu começar a ter alguma coisa após um certo tempo. É a primeira vez que vou tomar um remédio contra hipertensão.”

Em relação à alimentação, a paciente não vê necessidade de mudanças. “Deus fez tudo certinho comigo. Não gosto de doces, de pão, massas. Gosto muito de churrasco, frutas, legumes e verduras.”
 

Segundo Luciana Sardinha, gerente sênior da Vital Strategies e uma das coordenadoras do Covitel, os dados mostram que não houve um aumento dessas doenças em relação ao período pré-pandêmico, o que pode revelar um represamento dos casos.

Situação ainda mais grave, diz ela, são os casos já conhecidos e que não estão controlados. Dados do Previne Brasil, programa criado no primeiro ano da gestão de Jair Bolsonaro (PL) e que mudou a forma de financiamento da atenção primária, mostram que mais de 80% dos municípios brasileiros não atingem metas de controle de diabetes e hipertensão.
 

“Os municípios precisam ter as ferramentas necessárias para conhecer e monitorar os seus usuários de maneira simples”, diz Thais Junqueira, superintendente-geral da Umane.
 

Para Pedro Hallal, também é importante o investimento em tratamentos farmacológicos e não farmacológicos, como grupos de diabéticos e hipertensos de caminhada e reeducação alimentar.
 

“Eles até existem em muitas unidades básicas de saúde, mas não como política pública expandida. Não está disseminado em todas as UBS como deveria estar”, explica.
 

Segundo ele, o acesso a medicamentos para manter essas condições sob controle, especialmente para a população de baixa renda, também ficou mais difícil nos últimos anos com o desabastecimento de remédios essenciais no Programa Farmácia Popular.

Hallal e Sardinha também chamam a atenção para o desafio que é a adesão dos pacientes aos tratamentos de doenças crônicas.
 

“Se eu estou com dor de cabeça, tomo um paracetamol e resolve o problema. A hipertensão e a diabetes muitas vezes não apresentam sintomas, e as pessoas não tomam ou param de tomar remédio. Se não têm acesso, é ainda pior porque vão ter que escolher entre comprar um remédio ou alimentação para a família”, diz Hallal.

Shein, AliExpress e Shoppee: Governo muda regras para compras internacionais de até US$ 50

O governo federal deixará de cobrar Imposto de Importação para compras on-line de até US$ 50, desde que as empresas se cadastrem ou entrem em um programa de cadastramento da Receita Federal e paguem tributos estaduais. A mudança consta em portaria do Ministério da Fazenda publicada nesta sexta-feira (30).

Antes da normativa, todas as compras deveriam ser taxadas, independentemente do valor. Havia uma legislação que previa isenção de US$ 50, no entanto ela só englobava remessas internacionais entre pessoas físicas, e não transações comerciais. Ou seja, compras em empresas como Shein, AliExpress e Shoppee não estavam inclusas. As informações são do portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias.

O que muda com a portaria desta sexta (30) é que somente compras on-line de até US$ 50 feitas em empresas que não cumprirem com as novas regras do governo continuarão sendo taxadas. As novas regras entram em vigor em 1º de agosto.

O ministério também publicou, em instrução normativa, as regras que as empresas terão de cumprir para serem integradas à isenção da cobrança aduaneira. Poderão ser certificadas ao programa as companhias que atendam aos seguintes critérios:

  • Detalhem para o consumidor informações sobre valores de impostos, tarifas postais, seguro e demais despesas;
  • Paguem o Imposto sobre Operações relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestações de Serviços de Transporte Interestadual, Intermunicipal e de Comunicação (ICMS);
  • Destaquem, de maneira visível, a marca e o nome comercial da empresa de comércio eletrônico na etiqueta do remetente que acompanha a mercadoria;
  • Comprometam-se com a conformidade tributária e com o combate ao descaminho e ao contrabando; e
  • Mantenham política de admissão e de monitoramento de vendedores cadastrados na empresa.

No início deste mês, o Comitê Nacional de Secretários de Fazenda dos Estados e do Distrito Federal (Comsefaz) unificou em 17% a alíquota de ICMS para as compras feitas em plataformas on-line de varejistas internacionais.

Publicitário teofilandense é premiado em Cannes na França

No dia 20 de junho, o publicitário teofilandense Bruno Pereira, 35, teve uma campanha feita para a Nike premiada no Festival de Cannes na França, a peça publicitária levou um Grand Prix, um leão de prata e dois leões de bronze. Bruno saiu de Teofilândia há 15 anos para começar a estudar e trabalhar em Aracajú, no Estado de Sergipe, depois se mudou para São Paulo, onde já trabalhou em grandes agências de publicidade do Brasil.

“É a realização de um dos maiores sonhos profissionais que já tive. E que nunca achei que conseguiria alcançar. É a prova viva de que a gente pode tudo ainda que seja mais difícil pra quem vem de onde a gente vem”, destacou Pereira ao T.A.

O GP foi entregue para “Never done evolving feat Serena”, campanha da Nike com criação de três escritórios da AKQA: São Paulo, Portland e Melbourne, um projeto que uniu Brasil, Estados Unidos e Austrália. Esse é o primeiro Grand Prix do país na categoria.

Na ideia, Nike promoveu um jogo para homenagear a tenista Serena Williams, que tinha anunciado sua aposentadoria. Porém, o embate envolveu a Serena da conquista de seu primeiro torneio do Grand Slam, o US Open de 1999, contra sua versão na vitória do Australian Open de 2017, quando faturou seu 23º Grand Slam.

Foram criados avatares que se basearam em um rico estudo sobre o estilo de jogo e as características da tenista. Para isso, foram utilizados machine learning e IA. Os dados permitiram desenvolver os modelos que se enfrentaram em partida exibida pelo YouTube.

Também foram simuladas mais de 130 mil partidas. A ação relembrou conquistas históricas de Serena e mostrou ao público como a tenista evoluiu seu jogo e o que fez para chegar ao topo.

Depois dessa experiência, a Nike decidiu aplicar os dados do estudo não apenas para aprimorar a tecnologia de seus produtos, mas também para melhorar o desempenho de atletas que patrocina em vários esportes.

VÍDEO DA AÇÃO: https://www.youtube.com/watch?v=WHxui1M2ztI&t=1s


Prefeitura de Teofilândia entrega a praça do bairro Patos

Aconteceu ontem à noite, quarta-feira, 28, a cerimônia de entrega da praça do loteamento Zé de Duca, mais conhecido como bairro Patos, no centro da cidade. O evento de inauguração contou com shows de Eline Martins, Sela Vaqueira, Caciques do Nordeste, Falcão, Sardinha do Arrocha, João David, Kiko Brito e apresentação de quadrilha junina. Além da população em geral, várias autoridades estiveram presentes, como o prefeito Higo Moura, a vice Meury Moura, o deputado estadual Luciano Simões, secretários, vereadores, diretores, entre outros.  

O espaço foi nomeado como Praça José João de Oliveira.
De acordo com moradores da localidade, a obra era um grande sonho para o bairro, pois, quando chovia no local ficava muita lama, era impossível de transitar e a água invadia diversas residências.

“Foi uma celebração repleta de música, sorrisos e muita emoção. A partir de agora, a Praça dos Patos se torna um lugar de encontro para a nossa comunidade, onde as famílias poderão desfrutar de momentos especiais em um ambiente encantador”, destacou o prefeito de Teofilândia, Higo Moura.

Operário morre esmagado durante trabalho de tapa-buraco na BA-120 em Retirolândia

O operário Roberto dos Santos, de 35 anos, natural de Senhor do Bonfim, morreu após ser atropelado por volta das 16h30 desta terça-feira (27), na BA-120, em Retirolândia, município que fica a 53 quilômetros de Serrinha.

De acordo com informações obtidas pelo PCS – Portal Clériston Silva, a vítima trabalhava na empresa que faz manutenção da rodovia. Segundo testemunhas, Santos foi atingido por uma moto Honda Broz, que teria feito uma ultrapassagem indevida, sendo arremessado para debaixo da caçamba da mesma empresa.

A caçamba, carregada com componente para asfalto, estava em movimento e esmagou membros superiores e inferiores da vítima, que teve morte instantânea. O operário era o responsável por sinalizar a rodovia e estaria ajustando as botas (equipamento de proteção individual) quando foi surpreendido pela motocicleta ultrapassando a caçamba pela direita.

Não há informações sobre o condutor da moto que atingiu a vítima. O corpo foi levado para o DPT (Departamento de Polícia Técnica) de Serrinha. O caso vai ser apurado pela Polícia Civil. Até a publicação desta reportagem, a empresa ainda não havia se pronunciado sobre o ocorrido.

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