Governo autoriza eventos com até 3 mil pessoas na Bahia

O Governo do Estado publicou, no Diário Oficial desta quarta-feira (10), alterações no decreto número 20.780, que regulamenta a realização de eventos com presença de público na Bahia. Conforme foi antecipado pelo governador Rui Costa no Papo Correria desta terça-feira (9), estão autorizados eventos com até 3 mil pessoas, a partir da data de publicação da atualização do decreto. O limite permitido era de 2 mil pessoas.

Continua sendo obrigatória a comprovação da imunização contra a Covid-19 por todos os envolvidos nos eventos: artistas, público, equipe técnica e colaboradores. Além disso, devem ser respeitados os protocolos sanitários estabelecidos pelos Municípios, especialmente o distanciamento social e o uso de máscaras.

Também foi autorizada pelo governador a ampliação da lotação máxima de 50% para 70% da capacidade em estádios (veja aqui). Os torcedores também devem comprovar que tomaram as duas doses da vacina contra Covid-19 ou a dose única, mediante apresentação do documento de vacinação fornecido no momento da imunização ou do Certificado Covid, obtido por meio do aplicativo ‘Conecte SUS’, do Ministério da Saúde.

O novo decreto revoga a proibição da venda de bebidas alcóolicas nos equipamentos esportivos, que passam a ter autorização para comercializar esses produtos durante os jogos. O novo decreto do Governo do Estado tem validade até o dia 19 de novembro.

Câncer de próstata mata 1.250 baianos por ano, alerta Sesab

Nos últimos cinco anos, a Bahia registrou 6.248 óbitos por câncer de próstata. Dos 16 mil óbitos ocorridos em todo o Brasil por esta causa em 2020, 1.367 foram no estado baiano, segundo o Atlas de Mortalidade por câncer. É a segunda enfermidade que mais mata homens, atrás apenas das doenças cardiovasculares.

Para trazer visibilidade para esse e outros indicadores, o mês de novembro é dedicado ao cuidado da saúde do homem. “O homem morre mais que a mulher em todas as faixas etárias, por diversas variáveis”, explica a médica sanitarista da Secretaria da Saúde do Estado (Sesab), Sônia Maria Mendes Ribeiro, que é referência para ações voltadas à saúde do homem. A baiana participou da criação da Política Nacional de Atenção Integral à Saúde do Homem (PNAISH).

“A finalidade é estimular no homem a cultura do cuidado, trazê-lo para dentro dos serviços públicos de saúde e desmistificar a ideia de que ‘sexo forte’ não adoece. Tanto adoece que morre mais que as mulheres, o ‘sexo frágil’. Como resultado prático, a PNAISH conseguiu ampliar as ações de saúde para homens a partir de 20 anos, para focar no adulto jovem e não apenas no idoso”, acrescenta Sônia.

A secretária da Saúde da Bahia, Tereza Paim, explica que “na fase inicial, o câncer de próstata não apresenta sintomas. Quando alguns sinais começam a aparecer, cerca de 95% dos tumores já estão em fase avançada, dificultando a cura. Por isso, é importante o diagnóstico precoce”, afirma.

Câncer de próstata – De acordo com o Instituto Nacional de Câncer (INCA), no Brasil, o câncer de próstata é o segundo tipo de neoplasia mais comum entre os homens, atrás apenas do câncer de pele não melanoma, ocupando a primeira posição no país em todas as regiões brasileiras. A mortalidade por essa causa, em todo o país, aumentou cerca de 10% em cinco anos, subindo de 14.542 (2015) para 16.033 (2019).

O cuidado ao paciente com câncer envolve ações e serviços de promoção, prevenção, diagnóstico e tratamento, em todos os níveis, desde a Atenção Básica até a Alta Complexidade, objetivando a integralidade da assistência, com uma oferta de serviços composta por consultas, apoio diagnóstico com exames complementares e confirmatórios além de tratamentos prolongados, de média e alta complexidade.

A partir desta segunda-feira (8), o Hospital Geral Roberto Santos (HGRS), em Salvador, abre agenda para consulta urológica para homens a partir de 40 anos para rastreio do câncer de próstata. Além do atendimento ambulatorial, a instituição promoverá um mutirão de cirurgias de 22 a 26 de novembro, no centro cirúrgico do HGRS, onde serão atendidos casos da Lista Única do Estado. A expectativa é realizar, em cinco dias, mais de 110 procedimentos cirúrgicos.

Os interessados em passar pelas consultas devem realizar agendamento via call center, por meio do telefone 0800 071 3535, das 13h às 17h, até o dia 10 de novembro. O atendimento incluirá realização de toque retal e exame laboratorial de antígeno prostático específico (PSA).

Bahia tem 80% menos casos de Zika em relação a 2020; 1 morte está sendo investigada

A Bahia teve 80% menos casos de Zika de janeiro até outubro deste ano do que no mesmo período do ano passado. A epidemia de Zika representou, no verão de 2015 e 2016, uma das maiores emergências de saúde pública da história do Brasil, lembra a Fiocruz. Naquela época não se imaginava que o país e o mundo enfrentariam uma pandemia.

Desde então, os efeitos da Zika continuam sendo sentidos e a doença transmitida pelo mosquito Aedes aegypti permanece como uma importante questão de saúde pública.

Em 2021, foram 831 notificações para a doença na Bahia, enquanto no mesmo período de 2020 foram 4.313 casos prováveis. São classificados assim as ocorrências clinicamente compatíveis, excluindo as descartadas.  

Em todo o estado, 118 municípios apresentaram notificações para a Zika à Sesab.

Até o momento, consta no Sistema de Notificação de Agravos e Notificações (Sinan) uma morte associada à doença, ocorrida em Salvador. A Sesab destaca que esse óbito encontra-se em fase de conclusão das investigações, para a correta classificação.

Tucano: Obras do Complexo Eólico aquece economia com modernização da geração de energia

Destaque no Atlas Eólico da Bahia, o município de Tucano, no Nordeste baiano, sai na frente e entra na rota da geração de energia renovável na região e no país. As obras do Complexo Eólico Tucano seguem para a fase de conclusão, com a geração de cerca de 900 empregos diretos. O equipamento está sendo instalado há quase sete meses no momento em que o Brasil enfrenta uma das mais sérias crises hídricas e de energia elétrica da sua história e que a necessidade do desenvolvimento de energia sustentável se faz urgente.

A obra é uma iniciativa da AES Brasil, que investiu, em 2020, R$ 129,8 milhões. O diretor de Engenharia e Construção da empresa, Rodrigo D’Elia, destaca que o empreendimento está com obras em fase avançada com 35% das estruturas físicas construídas. “A conclusão das obras do Complexo Eólico Tucano está prevista para o segundo semestre de 2022. A ação contempla a fase da joint venture, com controle compartilhado com a Unipar, e a fase 2, com o acordo de venda de energia com a Anglo American, que, juntas, totalizam 322,4 MW de capacidade instalada. Esse volume é capaz de atender 1,6 milhão de pessoas”.

Ainda de acordo com o diretor da AES, o Complexo Eólico Tucano potencializa a geração de energia na Bahia e no Brasil, com 322 MW de potência instalada, por meio de 52 aerogeradores com potência de 6,2 MW cada e rotor de 170 metros de diâmetro, configurando-se como a maior máquina “on shore” do Brasil. Além disso, a obra é responsável pela contratação de cerca de 300 profissionais locais para as diferentes etapas de construção.

Empregos – O prefeito de Tucano, Ricardo Maia Filho (PSD), fala sobre a importância da instalação do complexo eólico no desenvolvimento da cidade. “Tucano tem recebido de braços abertos essa iniciativa da AES Brasil. Sabemos da sua grandeza e relevância e estamos acompanhando de perto cada avanço da obra, que já tem impactado positivamente a nossa cidade e região”.



De acordo com a Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (SDE), a fonte eólica gerou mais de 78,8 mil empregos na Bahia em toda cadeia produtiva e mais de 57,8 mil postos de trabalho diretos na fase de construção dos parques eólicos no Estado que já estão em operação. A previsão é que sejam criados mais 69 mil empregos diretos e indiretos para os parques que estão em construção e os que a construção ainda não foi iniciada.

Próximas etapas – Para o funcionamento do Complexo Eólico Tucano, conforme a AES Brasil, faltam a finalização de algumas etapas: construção das vias de acesso, plataformas e fundações dos aerogeradores, rede de média tensão, subestação, linha de transmissão, bay de conexão e instalação de 52 turbinas.

A operação do Complexo Eólico Tucano, acrescenta Rodrigo D’Elia, intensifica a expectativa de estabelecer a liderança da Bahia na geração de energia eólica. O Estado já ocupa o segundo lugar no ranking dos cinco principais estados em geração de energia eólica, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte, entretanto produzindo um maior volume de energia do que o terceiro e o quarto maiores estados produtores juntos, respectivamente, Ceará e Rio Grande do Sul, de acordo com dados da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica, inseridos na edição de setembro do Informe Executivo de Energia Eólica e Solar.

Parcerias – Além da utilização de cerca de mil empregados diretos no auge da construção, a execução do empreendimento da AES Brasil terá impactos de destaques na economia e educação de Tucano. Um exemplo é a parceria entre a Secretaria de Educação de Tucano com a Companhia AES Brasil para implementar o projeto de incentivo ao conhecimento com a implantação de sala de leitura em uma escola local.

Em uma parceria com o Senai Bahia e a Prefeitura de Tucano, já foram ofertados cursos gratuitos de formação de mão de obra especializada, com aproveitamento de alunos para o canteiro de obras do complexo. Segundo a AES, ainda há previsão de novas vagas em cursos gratuitos com o objetivo de incentivar a participação feminina na área.

Cipe Nordeste realiza instrução básica de adaptação em centro de treinamento em Teofilândia

A instrução foi iniciada no dia 21 deste mês no centro de treinamento da Cipe em Teofilândia. A ação oferece a policiais voluntários de diversas regiões do Estado a oportunidade de serem preparados tecnicamente para, em algum dos momentos de suas carreiras, estarem habilitados a compor efetivo em uma das 11 Companhias Independentes de Policiamento Tático existentes na Bahia. A atividade conta no momento com 23 voluntários.

O turno passou pela primeira instrução ministrada por prepostos das CIPE’s LN e NE, tendo como assunto Atendimento Pré-Hospitalar Tático, MARC 1.

No vermelho: Mais da metade das cidades baianas tem situação fiscal crítica

A Bahia é o 19º estado brasileiro em desempenho de gestão fiscal. Metade dos municípios baianos (50,9%) têm situação fiscal crítica, o que representa um percentual consideravelmente superior à média brasileira de 25,9%. Do restante, 35,2% encontram-se em situação fiscal difícil e apenas 13,9% (53 municípios dos 381 analisados) têm desempenho bom ou excelente. O grande contraponto é Salvador, que ficou com a melhor nota entre as capitais e vem oscilando entre 1º e 2º lugar desde 2017. Camaçari, no ranking estadual, passa a capital e lidera com a maior nota. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), referentes ao ano de 2020 divulgados nesta quinta-feira (21).  

A pontuação do IFGF varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município. Com nota entre 0,0 e 0,4, a pontuação é considerada crítica. De 0,4 a 0,6, difícil. Já de 0,6 a 0,8, a classificação é de boa gestão. Por último, entre 0,8 e 1,0, o município apresenta excelente gestão fiscal. A metodologia do IFGF é composta por quatro indicadores: autonomia (capacidade de financiar a estrutura administrativa), gastos com pessoal (grau de rigidez do orçamento), liquidez (cumprimento de obrigações financeiras) e investimentos (capacidade de gerar bem estar e competitividade).

O índice geral da Bahia foi de 0,4076, colocando o estado em situação ‘difícil’. O indicador que puxa o resultado baiano para baixo é autonomia (0,1239), o menor entre os demais e 68,3% abaixo da média nacional (0,3909). Segundo o levantamento, isso reflete a incapacidade da maioria dos municípios baianos de sustentar seu custo de existência (estrutura administrativa e Câmara de Vereadores), revelando intensa dependência de transferências distributivas. Nesse indicador, 350 municípios estão em situação crítica ou difícil (91,9%).

No índice de gastos com pessoal (0,2892, sendo a média nacional 0,5436), 123 municípios destinam mais de 60% da receita, ou seja, ultrapassam o limite máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso revela que os municípios apresentam alto comprometimento do orçamento com rígida despesa de pessoal, sendo 69,8% em situação crítica.

Já o índice de liquidez revela que, em geral, os municípios terminaram o ano de 2020 com boa liquidez e conseguiram cumprir suas obrigações financeiras. A nota nesse indicador foi 0,6028, muito próximo da média nacional de 0,6345. Cerca de 42% apresentaram bons resultados. Ainda assim, 219 prefeituras não tiveram planejamento financeiro eficiente (57,5%) e 25 terminaram com mais gastos a pagar do que recursos em caixa.

Nos investimentos, na média, a Bahia também apresenta alívio, obtendo o melhor desempenho entre os quatro indicadores (0,6194, também colado com a média nacional de 0,6134). Mas vale ressaltar que ainda há fortes desigualdades entre as cidades baianas, visto que 30,4% destinaram alto percentual da receita para investimento enquanto 27,6% apresentaram nível crítico de investimento.

No ranking baiano, as cinco melhores cidades em gestão fiscal foram: Camaçari (0,9765), Salvador (0,9401), Barreiras (0,8849), Alcobaça (0,8306) e Feira de Santana (0,8218). Já na base da tabela, como as cinco piores, aparecem Itapé (0,0776), Lamarão (0,0698), Antônio Cardoso (0,0645), Adustina (0,0547) e, em último, Ubaitaba (0,0300).

Todos os cinco piores municípios baianos são de pequeno porte e estão entre os 100 piores do país. As cidades apresentam extrema dependência de transferências distributivas para conseguirem manter a estrutura administrativa da prefeitura e da Câmara de Vereadores. Além disso, estão em nível crítico de investimento e entraram no “cheque especial”, levando para a gestão seguinte mais contas a pagar do que recursos em caixa.

Segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, é comum que os municípios menores tenham uma nota mais baixa no indicador de autonomia porque não há uma estrutura econômica forte, o que acarreta em um comprometimento da arrecadação. Mas isso não impede que o município equilibre o gasto com pessoal e faça um bom planejamento financeiro para gerar mais caixa e fazer investimentos. “É normal vermos cidades muito bem colocadas no ranking mesmo com baixo índice do indicador de autonomia. Isso porque souberam administrar suas limitações, de acordo com as possibilidades que têm”, explica Goulart.

Dificuldades – A União dos Municípios da Bahia (UPB), em nota, afirma que a maior dificuldade atual de gestão fiscal dos municípios baianos é a dívida previdenciária. “É um gargalo que hoje compromete uma grande parte da receita municipal. Tal problemática fica mais evidente frente aos municípios de pequeno e médio porte que vivem sob a receita do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Cumpre destacar que, pela não possibilidade de conseguirem deixar o município com o CAUC [serviço que fiscaliza cumprimento de requisitos fiscais] regularizado, no quesito previdência, também ficam impossibilitados de buscar recursos quando há a necessidade de certidões negativas. Com isso, a gestão fiscal de excelência é um grande desafio para os gestores baianos”, pontua.   

O órgão ainda destaca que os repasses do Governo Federal não proporcionam total conforto aos municípios, podendo ser insuficientes para alguns deles. “As competências transferidas da União aos municípios não condizem com a participação desses no bolo tributário, dificultando consideravelmente a capacidade de investimento próprio. Contudo, a busca por recursos é uma constante e, frente a isso, a UPB, através da sua Coordenação de Captação de Recursos, vem orientando os municípios na busca de investimentos, convênios, financiamento para ações dos governos locais”, acrescenta a nota.

Mais de 600 crianças ficaram órfãs na Bahia por causa da Covid-19

A Covid-19 deixou 646 crianças de até seis anos órfãs de um dos pais na Bahia entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os números foram divulgados pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), entidade que representa os Cartórios de Registro Civil do Brasil e administra o Portal da Transparência. Os estudo mostra que cinco pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto três crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da Covid-19.

Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 685 Cartórios de Registro Civil do estado desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em toda região baiana.

“Os dados mostram o quanto o vírus impactou diretamente nas famílias baianas. Poder ter essa parceria com a Receita Federal é de grande ajuda, pois conseguimos fazer um paralelo e chegar a números cada vez mais precisos”, ressaltou o presidente da Arpen-BA, Daniel Sampaio.

Já no Brasil, no mesmo período, ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da Covid-19. Segundo os dados levantados pela Arpen-Brasil, 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano. Já 18,2% tinham um ano de idade, 18,2% dois anos de idade, 14,5% três anos, 11,4% quatro anos, 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.

Rui Costa anuncia proibição de festas ‘paredão’ na Bahia: ‘Não vamos permitir’

O governador do estado, Rui Costa, decidiu proibir as festas no estilo “paredão”. A medida foi divulgada nas redes sociais do gestor, nesta quarta-feira (13), após a morte de seis pessoas em um evento similar no bairro do Uruguai. Os “paredões” tem esse nome pois são festas informais, realizadas no meio da rua, cujo som fica a cargo dos carros. Os veículos costumam ter diversas caixas de som, formando uma espécie de parede de alto-falantes.

“Não vamos permitir mais nenhuma festa de paredão na Bahia. Para festas serem realizadas fechando ruas, as prefeituras precisarão autorizar e comunicar à Polícia Militar previamente. Caso não haja autorização prévia, a PM deverá apreender os equipamentos sonoros”, escreveu o petista.

Além disso, o governador também falou em quadruplicar a gratificação dos policiais pelos trabalhos concluídos com sucesso. “Vamos multiplicar por 4 os valores das premiações por desempenho policial, como para a apreensão de armas. Na sexta-feira será publicado o novo decreto”, prometeu.

Bahia confirma chegada de Guto Ferreira; técnico estreia contra o Athletico

Agora é oficial: Guto Ferreira é o novo treinador do Bahia. O clube anunciou a contratação do profissional na noite desta quarta-feira (6). A direção tricolor agiu rápido para substituir Diego Dabove, desligado do clube após a derrota para o Corinthians.

Essa será a terceira passagem de Guto no Bahia. Em 2016, o técnico chegou e ajudou o Tricolor a subir para a elite do futebol brasileiro. No ano seguinte, conseguiu ganhar a Copa do Nordeste, mas deixou o clube por conta de uma proposta do Internacional.

Guto e o Esquadrão de Aço voltaram a se encontrar na temporada 2018. Naquele ano, ele conquistou o Campeonato Baiano, mas uma sequência de jogos ruins naquele Brasileiro acabou encurtando a sua passagem. Na sequência, passou por Chapecoense, Sport e Ceará.

De volta ao Bahia, Augusto Sérgio Ferreira fechou contrato até o final da temporada. Ele chega ao CT Evaristo de Macedo junto com os auxiliares Alexandre Faganello e André Luís, além do preparador físico Juninho. Sua estreia será já neste sábado (9), contra o Athletico Paranaense, em Curitiba.

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