A instrução foi iniciada no dia 21 deste mês no centro de treinamento da Cipe em Teofilândia. A ação oferece a policiais voluntários de diversas regiões do Estado a oportunidade de serem preparados tecnicamente para, em algum dos momentos de suas carreiras, estarem habilitados a compor efetivo em uma das 11 Companhias Independentes de Policiamento Tático existentes na Bahia. A atividade conta no momento com 23 voluntários.
O turno passou pela primeira instrução ministrada por prepostos das CIPE’s LN e NE, tendo como assunto Atendimento Pré-Hospitalar Tático, MARC 1.
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No vermelho: Mais da metade das cidades baianas tem situação fiscal crítica
A Bahia é o 19º estado brasileiro em desempenho de gestão fiscal. Metade dos municípios baianos (50,9%) têm situação fiscal crítica, o que representa um percentual consideravelmente superior à média brasileira de 25,9%. Do restante, 35,2% encontram-se em situação fiscal difícil e apenas 13,9% (53 municípios dos 381 analisados) têm desempenho bom ou excelente. O grande contraponto é Salvador, que ficou com a melhor nota entre as capitais e vem oscilando entre 1º e 2º lugar desde 2017. Camaçari, no ranking estadual, passa a capital e lidera com a maior nota. Os dados são do Índice Firjan de Gestão Fiscal (IFGF), referentes ao ano de 2020 divulgados nesta quinta-feira (21).
A pontuação do IFGF varia entre 0 e 1, sendo que quanto mais próximo de 1, melhor a gestão fiscal do município. Com nota entre 0,0 e 0,4, a pontuação é considerada crítica. De 0,4 a 0,6, difícil. Já de 0,6 a 0,8, a classificação é de boa gestão. Por último, entre 0,8 e 1,0, o município apresenta excelente gestão fiscal. A metodologia do IFGF é composta por quatro indicadores: autonomia (capacidade de financiar a estrutura administrativa), gastos com pessoal (grau de rigidez do orçamento), liquidez (cumprimento de obrigações financeiras) e investimentos (capacidade de gerar bem estar e competitividade).
O índice geral da Bahia foi de 0,4076, colocando o estado em situação ‘difícil’. O indicador que puxa o resultado baiano para baixo é autonomia (0,1239), o menor entre os demais e 68,3% abaixo da média nacional (0,3909). Segundo o levantamento, isso reflete a incapacidade da maioria dos municípios baianos de sustentar seu custo de existência (estrutura administrativa e Câmara de Vereadores), revelando intensa dependência de transferências distributivas. Nesse indicador, 350 municípios estão em situação crítica ou difícil (91,9%).
No índice de gastos com pessoal (0,2892, sendo a média nacional 0,5436), 123 municípios destinam mais de 60% da receita, ou seja, ultrapassam o limite máximo permitido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Isso revela que os municípios apresentam alto comprometimento do orçamento com rígida despesa de pessoal, sendo 69,8% em situação crítica.
Já o índice de liquidez revela que, em geral, os municípios terminaram o ano de 2020 com boa liquidez e conseguiram cumprir suas obrigações financeiras. A nota nesse indicador foi 0,6028, muito próximo da média nacional de 0,6345. Cerca de 42% apresentaram bons resultados. Ainda assim, 219 prefeituras não tiveram planejamento financeiro eficiente (57,5%) e 25 terminaram com mais gastos a pagar do que recursos em caixa.
Nos investimentos, na média, a Bahia também apresenta alívio, obtendo o melhor desempenho entre os quatro indicadores (0,6194, também colado com a média nacional de 0,6134). Mas vale ressaltar que ainda há fortes desigualdades entre as cidades baianas, visto que 30,4% destinaram alto percentual da receita para investimento enquanto 27,6% apresentaram nível crítico de investimento.
No ranking baiano, as cinco melhores cidades em gestão fiscal foram: Camaçari (0,9765), Salvador (0,9401), Barreiras (0,8849), Alcobaça (0,8306) e Feira de Santana (0,8218). Já na base da tabela, como as cinco piores, aparecem Itapé (0,0776), Lamarão (0,0698), Antônio Cardoso (0,0645), Adustina (0,0547) e, em último, Ubaitaba (0,0300).
Todos os cinco piores municípios baianos são de pequeno porte e estão entre os 100 piores do país. As cidades apresentam extrema dependência de transferências distributivas para conseguirem manter a estrutura administrativa da prefeitura e da Câmara de Vereadores. Além disso, estão em nível crítico de investimento e entraram no “cheque especial”, levando para a gestão seguinte mais contas a pagar do que recursos em caixa.
Segundo o gerente de estudos econômicos da Firjan, Jonathas Goulart, é comum que os municípios menores tenham uma nota mais baixa no indicador de autonomia porque não há uma estrutura econômica forte, o que acarreta em um comprometimento da arrecadação. Mas isso não impede que o município equilibre o gasto com pessoal e faça um bom planejamento financeiro para gerar mais caixa e fazer investimentos. “É normal vermos cidades muito bem colocadas no ranking mesmo com baixo índice do indicador de autonomia. Isso porque souberam administrar suas limitações, de acordo com as possibilidades que têm”, explica Goulart.
Dificuldades – A União dos Municípios da Bahia (UPB), em nota, afirma que a maior dificuldade atual de gestão fiscal dos municípios baianos é a dívida previdenciária. “É um gargalo que hoje compromete uma grande parte da receita municipal. Tal problemática fica mais evidente frente aos municípios de pequeno e médio porte que vivem sob a receita do Fundo de Participação dos Municípios (FPM). Cumpre destacar que, pela não possibilidade de conseguirem deixar o município com o CAUC [serviço que fiscaliza cumprimento de requisitos fiscais] regularizado, no quesito previdência, também ficam impossibilitados de buscar recursos quando há a necessidade de certidões negativas. Com isso, a gestão fiscal de excelência é um grande desafio para os gestores baianos”, pontua.
O órgão ainda destaca que os repasses do Governo Federal não proporcionam total conforto aos municípios, podendo ser insuficientes para alguns deles. “As competências transferidas da União aos municípios não condizem com a participação desses no bolo tributário, dificultando consideravelmente a capacidade de investimento próprio. Contudo, a busca por recursos é uma constante e, frente a isso, a UPB, através da sua Coordenação de Captação de Recursos, vem orientando os municípios na busca de investimentos, convênios, financiamento para ações dos governos locais”, acrescenta a nota.
Mais de 600 crianças ficaram órfãs na Bahia por causa da Covid-19
A Covid-19 deixou 646 crianças de até seis anos órfãs de um dos pais na Bahia entre 16 de março de 2020 e 24 de setembro deste ano. Os números foram divulgados pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), entidade que representa os Cartórios de Registro Civil do Brasil e administra o Portal da Transparência. Os estudo mostra que cinco pais faleceram antes do nascimento de seus filhos, enquanto três crianças, até a idade de seis anos, perderam pai e mãe vítimas da Covid-19.
Os dados foram levantados com base no cruzamento entre os CPFs dos pais nos registros de nascimentos e de óbitos feitos nos 685 Cartórios de Registro Civil do estado desde 2015, ano em que as unidades passaram a emitir o documento diretamente nas certidões de nascimento das crianças recém-nascidas em toda região baiana.
“Os dados mostram o quanto o vírus impactou diretamente nas famílias baianas. Poder ter essa parceria com a Receita Federal é de grande ajuda, pois conseguimos fazer um paralelo e chegar a números cada vez mais precisos”, ressaltou o presidente da Arpen-BA, Daniel Sampaio.
Já no Brasil, no mesmo período, ao menos 12.211 crianças de até seis anos de idade ficaram órfãs de um dos pais vítimas da Covid-19. Segundo os dados levantados pela Arpen-Brasil, 25,6% das crianças de até seis anos que perderam um dos pais na pandemia não tinham completado um ano. Já 18,2% tinham um ano de idade, 18,2% dois anos de idade, 14,5% três anos, 11,4% quatro anos, 7,8% tinham cinco anos e 2,5%, seis anos. São Paulo, Goiás, Rio de Janeiro, Ceará e Paraná foram os estados que mais registraram óbitos de pais com filhos nesta faixa etária.
Rui Costa anuncia proibição de festas ‘paredão’ na Bahia: ‘Não vamos permitir’
O governador do estado, Rui Costa, decidiu proibir as festas no estilo “paredão”. A medida foi divulgada nas redes sociais do gestor, nesta quarta-feira (13), após a morte de seis pessoas em um evento similar no bairro do Uruguai. Os “paredões” tem esse nome pois são festas informais, realizadas no meio da rua, cujo som fica a cargo dos carros. Os veículos costumam ter diversas caixas de som, formando uma espécie de parede de alto-falantes.
“Não vamos permitir mais nenhuma festa de paredão na Bahia. Para festas serem realizadas fechando ruas, as prefeituras precisarão autorizar e comunicar à Polícia Militar previamente. Caso não haja autorização prévia, a PM deverá apreender os equipamentos sonoros”, escreveu o petista.
Além disso, o governador também falou em quadruplicar a gratificação dos policiais pelos trabalhos concluídos com sucesso. “Vamos multiplicar por 4 os valores das premiações por desempenho policial, como para a apreensão de armas. Na sexta-feira será publicado o novo decreto”, prometeu.
Bahia confirma chegada de Guto Ferreira; técnico estreia contra o Athletico
Agora é oficial: Guto Ferreira é o novo treinador do Bahia. O clube anunciou a contratação do profissional na noite desta quarta-feira (6). A direção tricolor agiu rápido para substituir Diego Dabove, desligado do clube após a derrota para o Corinthians.
Essa será a terceira passagem de Guto no Bahia. Em 2016, o técnico chegou e ajudou o Tricolor a subir para a elite do futebol brasileiro. No ano seguinte, conseguiu ganhar a Copa do Nordeste, mas deixou o clube por conta de uma proposta do Internacional.
Guto e o Esquadrão de Aço voltaram a se encontrar na temporada 2018. Naquele ano, ele conquistou o Campeonato Baiano, mas uma sequência de jogos ruins naquele Brasileiro acabou encurtando a sua passagem. Na sequência, passou por Chapecoense, Sport e Ceará.
De volta ao Bahia, Augusto Sérgio Ferreira fechou contrato até o final da temporada. Ele chega ao CT Evaristo de Macedo junto com os auxiliares Alexandre Faganello e André Luís, além do preparador físico Juninho. Sua estreia será já neste sábado (9), contra o Athletico Paranaense, em Curitiba.
‘Fracasso total’, diz ACM Neto sobre educação e segurança pública nas gestões petistas
O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, voltou a criticar as gestões petistas que governaram a Bahia nos últimos 15 anos. Para Neto, que deve disputar o Palácio de Ondina nas eleições de 2022, existe uma inversão de valores no estado.
“Nosso estado devia ser primeiro lugar na educação, mas, infelizmente, é o último. Devia ser último em número de homicídios, mas, infelizmente, é o primeiro”, afirmou Neto, pouco antes de participar da reabertura do Horto Florestal Linaldo da Silva, em Camaçari, nesta segunda-feira (27).
De acordo com ACM Neto, o governador Rui Costa evita falar sobre segurança pública porque sabe que os índices de criminalidade na Bahia são alarmantes. “Os governantes da Bahia fingem que o problema não é deles, ficam procurando desculpas, mas, a realidade é que muitas cidades do interior têm um ou dois policiais para fazer a segurança de todo o município”, afirmou o democrata.
De acordo com ACM Neto, os baianos querem ação do governo, e não propaganda. “Eles (os governantes) querem responsabilizar as drogas pelos absurdos índices de criminalidade em nosso estado. Mas o que os baianos querem mesmo é que as drogas sejam combatidas; os usuários; tratados; e os traficantes, presos”.
Na ocasião, Neto ainda disse que está faltando na Bahia, há quase 16 anos, um governador que combata a criminalidade de frente e que tenha coragem de se expor no assunto. “Bandido não pode se criar na Bahia. Se muitos estados conseguiram reduzir os assaltos, roubos e mortes violentes, por que a Bahia não pode? Não vou falar que em quase 16 anos o PT não fez alguma coisa boa. Fez, sim, mas na educação e segurança pública, por exemplo, o fracasso foi total”.
Homem que roubou 20 fuzis no Tiro de Guerra de Serrinha ficará preso por 14 anos
O Superior Tribunal Mililtar (STM) decidiu manter a pena de 14 anos de reclusão imposta contra um dos participantes do roubo de 20 fuzis do Tiro de Guerra de Serrinha. O julgamento avaliava as razões da apelação interposta pela defesa do acusado, condenado na primeira instância da Justiça Militar da União.
De acordo com a denúncia, o acusado Anderson Machado Nascimento, vulgo “Gago”, e mais outros dois homens pularam o muro do Tiro de Guerra localizado em Serrinha, por volta das 00:20h do dia 14 de outubro de 2014 e renderam os três atiradores que estavam de serviço no quartel. A operação resultou no roubo de 20 fuzis, calibre 762 mm, além de um aparelho celular e um tablet de dois dos militares.
Dois homens que não participaram do roubo receberam e ocultaram em proveito próprio e alheio os fuzis roubados do Exército. Com isso incorreram no artigo 254 (receptação) do Código Penal Militar (CPM), tendo sido condenados a penas de 2 anos e 4 meses e de 4 anos e 2 meses, respectivamente. No entanto, ambos decidiram não apelar da sentença.
Ao fazer parte do planejamento e execução do assalto ao Tiro de Guerra, além do transporte das armas para posterior destinação, o réu que apelou ao STM foi condenado pelo crime de roubo triplamente qualificado (artigo 242, § 2º, incisos I, II e IV, do CPM) em concurso de agentes (artigo 53 do CPM), bem como em concurso de crimes por três vezes: roubo de fuzis, roubo de um celular e roubo de um tablete (artigo 79 do CPM).
Confissão do réu é mantida – Durante o julgamento do recurso da defesa, o relator do caso no STM, o ministro José Coêlho Ferreira, repassou trechos do depoimento das testemunhas que apontavam o apelante como autor do roubo. Além disso, o magistrado lembrou que o próprio réu havia confessado, em juízo, ter participado da ação.
O relator rebateu, com isso, os argumentos da defesa, que alegava, entre outras coisas, que a confissão havia sido obtida mediante tortura. Segundo o ministro, trata-se de um depoimento autêntico, colhido durante a lavratura do Auto de Prisão em Flagrante, na Delegacia de Polícia Federal.
“À mercê da precisão e da riqueza de detalhes, não há como desconsiderá-la, ou mesmo atribuir desvio funcional na conduta da polícia que não conhecia essas nuances com as minúcias e os seus detalhes”, declarou.
O relator também lembrou que o apelante conhecia bem as instalações e a rotina do Tiro de Guerra por haver servido naquela Unidade Militar, o que foi confessado por ele em seus depoimentos, situação que foi considerada na Sentença condenatória, aferindo sua participação no planejamento e na execução da empreitada criminosa.
“Ademais, a conformidade da confissão com as demais provas produzidas no processo desautoriza a afirmação de que fora produto de indução dos policiais que atuaram na origem, bem como descaracteriza a credibilidade da retratação por esclarecer quanto à etapa de planejamento e da execução em primeira mão, vinculando sua participação na empreitada criminosa, estabelecida em um contexto probatório plenamente harmônico”, concluiu.
Três municípios concentram 51% da produção mineral baiana comercializada
Os municípios de Caetité (18%), Jacobina (17%) e Itagibá (16%) responderam por 51% da produção mineral baiana comercializada em agosto. A variação em relação ao mesmo mês de 2020 foi de 58%, saindo de R$ 566 milhões para R$ 895 milhões, de acordo com a Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE).
Além desses três municípios, destaque também para Jaguarari, Sento Sé, Piatã, Barrocas, Andorinha, Juazeiro e Brumado. Atualmente, gerando 13.467 empregos diretos no Estado, o setor de mineração está em franca expansão mesmo com a crise econômica, conforme o secretário estadual de Desenvolvimento Econômico, Nelson Leal.
A Compensação Financeira pela Exploração Mineral (CFEM), por exemplo, registrou em agosto uma arrecadação de R$ 91,6 milhões na Bahia. O número ultrapassa o valor de R$ 57 milhões, representando um crescimento de 60% em relação ao mesmo período de 2020.
O resultado coloca a Bahia em terceiro lugar no ranking nacional de arrecadação de CFEM, atrás apenas de Pará e Minas Gerais. A expectativa é que, já em setembro, o valor ultrapasse os R$ 94 milhões arrecadados durante todo o ano de 2020. Os dados são da Agência Nacional de Mineração (ANM).
“Atualmente, temos o ferro, o ouro e o níquel como os principais bens minerais produzidos na Bahia e, junto a outros, completam uma grande variedade que nos anima em um crescimento contínuo e sustentável do setor”, avalia o secretário Nelson Leal.
Rui Costa volta a pregar cautela no retorno do público aos estádios na Bahia
O governador da Bahia, Rui Costa (PT), voltou a pregar cautela em relação ao retorno do público aos estádios de futebol no estado. Ele foi novamente questionado sobre o tema durante o programa “Papo Correria”, no YouTube, desta terça-feira (21).
“Nós temos que ter cuidado nesse processo de liberação de eventos para que a gente não veja, ninguém quer, eu não quero, você não quer, ver o gráfico crescer de número de contaminados. Ninguém mais do que eu, quer voltar para o estádio e ver… Se bem que não está dando muito motivo para a gente se orgulhar… Ir para um estádio da Bahia é só sofrer seja torcedor do Bahia ou torcedor do Vitória, por enquanto é só sofrimento. Mas eu também quero voltar para o estádio”, explicou.
No mês passado, Rui Costa já havia dito algo nessa linha (lembre aqui). Naquela ocasião, ele citou o jogo entre Atlético-MG e River Plate, no Mineirão, que recebeu 17.030 pessoas. E pediu paciência ao torcedor baiano.
Também nesta terça, o chefe de estado voltou a destacar a exigência da comprovação de vacina contra a Covid-19 na hora de comprar ingresso e na entrada do estádio. “Vai ser necessário a comprovação da vacina para comprar ingresso e para entrar no estádio”, reforçou.
A última vez que o torcedor baiano entrou num estádio para acompanhar uma partida de futebol foi no dia 15 de março de 2020, quando o Vitória goleou o River-PI por 4 a 1, no Barradão, pela sétima rodada da Copa do Nordeste daquele ano, sob os olhares de 6.247 pagantes. No mesmo dia em Riachão do Jacuípe, a Arena Valfredão recebeu 1.737 pessoas para ver o Jacuipense derrotar o time de aspirantes do Leão por 1 a 0, pelo Baianão. Desde então, com o início da pandemia do novo coronavírus, todos os jogos no estado estão sendo realizados com os portões fechados.
Ainda no Papo Correria, Rui Costa mostrou preocupação com a estabilidade dos números da Covid-19 na Bahia desde o dia 12 de setembro (leia aqui). Para o gestor, isso impede a ampliação das medidas de flexibilização. Nesta terça, a Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) não divulgou a atualização dos dados da doença, devido a uma falha no sistema e-SUS Notifica, do Ministério da Saúde (confira aqui). No acumulado desde o início da pandemia foram contabilizados 1.229.200 casos e 26.781
Segunda morte pela variante Delta na BA foi de pessoa vacinada com primeira dose e em Senhor do Bonfim
A segunda morte pela variante Delta da Covid-19 confirmada na Bahia nesta segunda-feira (leia aqui), se trata de um homem de 45 anos que morava em Senhor do Bonfim, no Piemonte Norte do Itapicuru.
A secretaria informou que a vítima já havia tomado a primeira dose da vacina, no entanto, o tipo do imunizante e a data da aplicação não foram detalhados. A pasta também não deu detalhes sobre o histórico médico do paciente, então não se sabe se a pessoa tinha alguma comorbidade.
Senhor do Bonfim teve dois casos da cepa Delta confirmados. Incluindo os pacientes da cidade, a Bahia identificou 10 novos casos em Sapeaçu (1), Conceição do Almeida, (1), Salvador (2), Vereda, Medeiros Neto (2) e Vitória da Conquista.

