Número de casos e de mortes por covid-19 continua caindo nas Américas

Com o avanço da vacinação, o número de mortes e de casos de covid-19 continua caindo no continente americano, segundo a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas). 

Conforme publicação da Agência Brasil, a Opas afirma que mais de dois terços dos latino-americanos e caribenhos já receberam duas doses de vacinas contra a doença, e muitos países da região têm algumas das taxas de cobertura mais altas do mundo. 

Além disso, segundo o relatório, 14 países latinos-americanos já atingiram a meta da Organização Mundial da Saúde (OMS) de vacinar totalmente 70% de suas populações. 

A Opas, no entanto, acrescenta que, na última semana, a doença avançou no Canadá, que registrou 11,2% a mais de casos e 20% de alta nas hospitalizações. Segundo a entidade, “a alta na América do Norte é causada pela subvariante da Ômicron, o tipo BA.2”.

“A vacinação é um assunto de família e cabe a todos nós garantir que nossos entes queridos estejam protegidos. Se você ou um familiar ainda não se vacinaram contra a COVID-19, converse com um profissional de saúde sobre suas questões e dúvidas”, acrescentou a diretora da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), Carissa F. Etienne.

Ucrânia e Rússia voltam à mesa de negociação e sinalizam possível cessar-fogo

O presidente da Turquia, Recep Tayyip Erdogan, será o anfitrião da reunião político-diplomática entre representantes da Rússia e da Ucrânia tentarão mais uma vez selar um acordo de cessar-fogo nesta segunda-feira (28).

De acordo com o portal Metrópoles, parceiro do Bahia Notícias a retomada ocorre após dias de estagnação, com direito a queixas públicas dos dois lados. Paralelamente ao acordo empacado, mísseis cada vez mais potentes foram usados pelos russos em focos pontuais.

O encontro ocorrerá com mais um sinal de Zelensky de que pode ceder a uma das principais reivindicações da Rússia. Em entrevista dada a jornalistas independentes russos e revelada nesse domingo (27), ele declarou que a Ucrânia está aberta a discutir a adoção de uma política de neutralidade como parte do acordo de paz, e que considera fazer concessões sobre o domínio da região de Donbass – situada no leste do país e considerada separatista pró-Rússia.

O país comandado por Erdogan tem defendido uma solução pacífica para o conflito e se oferecido para mediar a construção de uma alternativa à guerra. Os turcos tentam se equilibrar entre seus compromissos com a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), da qual fazem parte, e a amizade com o presidente Vladimir Putin.

Assembleia-Geral da ONU aprova resolução contra a Rússia; Brasil vota a favor

A Assembleia-Geral da ONU aprovou nesta quarta-feira (2) uma resolução condenando a invasão da Ucrânia pela Rússia, por 141 votos a favor, 5 contra e 35 abstenções.

A resolução foi proposta conjuntamente por 95 dos 193 países do colegiado. O Brasil não se juntou ao grupo dos proponentes, mas votou a favor da proposta.

O documento condena a invasão da Ucrânia pela Rússia, reafirma que nenhuma aquisição de território por ameaça ou uso da força deve ser reconhecida como legal e expressa grave preocupação com os relatos de ataques a civis.

A resolução também reafirma a independência da Ucrânia e sua integridade territorial, deplora nos termos mais fortes a agressão da Rússia contra o país vizinho e demanda que Moscou retire suas forças da Ucrânia imediatamente. E deplora o envolvimento de Belarus no conflito.

A Assembleia-Geral, no entanto, não pode aplicar medidas, como sanções ou envio de missões de paz. Só o Conselho de Segurança tem autoridade para tal. Essa instância das Nações Unidas é formada por 15 países, cinco dos quais com assentos permanentes e com poder de veto e outros dez em vagas rotativas —o Brasil atualmente ocupa uma posição temporária. Como a Rússia é membro fixo do órgão, pode barrar medidas contra si mesma.

Assim, a resolução tem como principal função deixar claro como os demais países veem as ações da Rússia e mostrar seu isolamento internacional, bem maior do que em casos anteriores.

Em 2014, a Assembleia-Geral também aprovou uma resolução condenando a anexação da Crimeia, até então parte da Ucrânia, pela Rússia. Naquele ano, 100 países apoiaram a medida, 11 foram contra e 58 se abstiveram.

A resolução atual foi aprovada em uma reunião emergencial da Assembleia-Geral, a 11ª convocada desde a criação da ONU, em 1945. O encontro começou na segunda (28) e teve discursos de mais de 120 representantes.

Em um último apelo antes da votação, Sergei Kislitsia, representante da Ucrânia na ONU, voltou a comparar as ações da Rússia com as da Alemanha nazista. “Eles [soldados russos] vieram resolver o que chamam de ‘problema ucraniano’. Há mais de 80 anos, outro ditador tentou resolver de forma final o ‘problema’ de outro povo. Ele falou quando o mundo respondeu de forma unida”, disse Kislitsia.
 
Ao pedir voto contra a resolução, o representante russo disse que a maioria dos países sofrem pressão de potências do Ocidente para se posicionar contra a Rússia, e voltou a acusar o governo ucraniano de usar civis como escudo e de perseguir a própria população.
 
“Votar contra a resolução é votar por uma Ucrânia livre do radicalismo e do neonazismo”, disse o embaixador russo Vasili Nebenzia.
 
Em discurso na segunda (28), o representante do Brasil na ONU, Ronaldo Costa Filho, condenou a invasão e criticou o envio de mais armas para a Ucrânia. “Nos últimos anos, temos visto uma deterioração progressiva da situação de segurança e do balanço de poder na Europa Oriental. O enfraquecimento dos Acordos de Minsk por todas as partes e o descrédito das preocupações com a segurança vocalizadas pela Rússia prepararam o terreno para a crise que estamos vendo. Deixe-me ser claro, no entanto: esta situação não justifica o uso da força contra o território de um Estado membro.”
 
“Convocamos os atores envolvidos para reavaliarem suas decisões em relação ao suprimento de armas, ao uso de ataques digitais e à aplicação de sanções seletivas, incluindo na importante área de segurança alimentar. Precisamos de soluções construtivas, não de ações que vão prolongar hostilidades e espalhar o conflito, com efeitos na economia e na segurança mundial”, afirmou.
 
Na ocasião, Costa Filho pediu que os órgãos das Nações Unidas trabalhem conjuntamente em busca de soluções, pois a crise pode ter impacto muito mais amplo se não for contida. “Estamos sob uma rápida escalada de tensões que pode colocar toda a humanidade em risco. Mas ainda temos tempo para parar isso.”

Rússia é proibida pela Fifa de disputar a Copa do Mundo de 2022

A Rússia está proibida de disputar a Copa do Mundo do Catar, marcada para começar no dia 21 de novembro de 2022. O anúncio foi feito nesta segunda-feira (28) pela Fifa, que suspendeu a Federação de Futebol do país. Sendo assim, os russos também não jogarão a repescagem das eliminatorias europeias do Mundial. 

De acordo com o ge.globo, a medida, realizada em conjunto com a Uefa. envolve todas as seleções russas, incluindo base, time masculino e time feminino. A Rússia pode recorrer no Tribunal Arbitral do Esporte. O motivo da suspensão é a invasão russa à Ucrânia. 

Também nesta segunda, o Comitê Olímpico Internacional (COI) recomendou a expulsão de atletas da Rússia e de Belarus das competições internacionais (veja aqui). 

O adversário da Rússia na repescagem das eliminatórias seria a Polônia, no dia 24 de março. A Uefa ainda não decidiu se os poloneses avançarão direto à próxima fase. O grupo, que possui Polônia, Suécia e República Tcheca, já havia comunicado que não disputariam partidas em solo russo. 

Delegações de Ucrânia e Rússia se reúnem nesta segunda para negociar cessar-fogo

Delegações de Ucrânia e Rússia se reúnem nesta segunda-feira (28) na fronteira ucraniana com Belarus para negociar a interrupção nos ataques liderados pelas tropas de Vladmir Putin. As informações são do G1.

Para os ucranianos, os principais objetivos da negociação são um cessar-fogo imediato e uma saída das tropas russas que invadiram seu país. Já o governo russo disse que espera que as conversas comecem imediatamente, mas não quis abrir quais são os objetivos.

O presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, deu indicações de que não acredita que o encontro entre as comitivas pode ser frutífero: “Eu não acredito realmente no resultado desse encontro. Deixe eles tentarem para que, mais tarde, nenhum cidadão da Ucrânia possa ter nenhuma dúvida de que eu, como presidente, tentei parar a guerra”, afirmou o ucraniano.

É a primeira vez que representantes dos dois países se reúnem desde o começo da invasão, no dia 24 de fevereiro. De acordo com o Ministério do Interior da Ucrânia, até o domingo (27), o número de pessoas mortas no país após a invasão russa é de 352 civis. Pelo menos 14 dos mortos são crianças, segundo o ministério. Outras 1.684 pessoas, incluindo 116 crianças, ficaram feridas.

Covid-19: OMS espera que vacinação chegue a 40% da população mundial até o fim do ano

A Organização Mundial da Saúde (OMS) espera vacinar 40% da população mundial contra a Covid-19 até o fim de 2021. Foi o que afirmou, nesta sexta-feira (18), o diretor geral da entidade, Tedros Adhanom, durante entrevista coletiva.

A expectativa do gestor é que 10% dos indivíduos sejam imunizados até setembro, e outros 70% até o meio do ano que vem. Para que isso ocorra, os países com mais acesso a vacinas precisam compartilhar mais doses com aqueles que possuem menos.

A “falha”, disse ele, nesse sistema está criando uma “pandemia de duas vidas”. Isso porque a Covid segue em alta em regiões como a América Latina e a África.

Segundo o portal Viva Bem, do Uol, o consultor sênior da OMS, Bruce Alyward, afirmou que cerca de 30 a 40 países precisaram pausar a distribuição da segunda dose das vacinas a grupos prioritários por falta de suprimento.

Um dos principais motivos para isso foi a recente onda local de infecções na Índia, que paralisou as exportações do país para outras nações.

Para a vice-diretora geral da entidade, Mariângela Simão, a situação no Brasil é de “muita tristeza”, já que o país está próximo de atingir as 500 mil mortes por Covid-19 de forma oficial. Brasileira, a médica lembrou que as infecções nas Américas ainda estão em patamares “muito altos”, apesar da desaceleração recente.

Em condição rara causada pela Covid-19, paciente tem dedos amputados na Itália

Em rara reação à doença, ma paciente de 86 anos infectada pela Covid-19 teve três dedos amputados após a doença deixá-los necrosados. 

De acordo com o portal Extra, do jornal O Globo, a idosa testou positivo para o coronavírus em abril do ano passado. Os médicos, que publicaram relatório na revista médica “European Journal of Vascular and Endovascular Surgery”, afirmaram que essa necrose é uma condição que faz com que o tecido corporal morra e fique preto. 

A mulher tinha histórico de problemas com coagulação. Ela sofreu de síndrome coronariana aguda, doença que bloqueia repentinamente o sangue fornecido ao músculo cardíaco, em março de 2020. Para tratar isso, profissionais prescreveram terapia antiplaquetária dupla. 

Contudo, outros testes revelaram que a responsável por causar o bloqueio do sangue para os seus dedos foi a Covid-19. A amputação foi feita para evitar complicações futuras. Responsáveis pelo relatório, os médicos Giuseppe P. Martino e Giuseppina Bitti classificaram a condição como “dedos covidais” e uma “manifestação vascular severa”.

Em dezzembro, um morador de Bournemouth, na Inglaterra, também alegou ter sofrido com situação semelhante. Ele teve de amputar a perna por causa de um coágulo sanguíneo com risco de vida, e diz que isso foi causado pelo coronavírus. 

Segunda vacina contra Covid-19 é aprovada na Rússia após testes preliminares

Uma segunda vacina desenvolvida contra Covid-19 obteve aprovação regulatória da Rússia. No mês de agosto o país registrou a primeira imunização contra a doença que gerou uma pandemia e vem causando mortes em todo o mundo. O registro de medicamentos autorizados do país foi atualizado nesta quarta-feira (14). O presidente Vladimir Putin deu a notícia em uma reunião de governo, traz o G1.

O Instituto Vector, da Sibéria, foi o responsável pelo desenvolvimento dessa segunda vacina. O estágio inicial de testes em humanos foi concluído no mês de setembro. De acordo com reportagem do G1, o estudo de Fase I injetou a imunização em cinco voluntários, com a possibilidade de ampliação dos testes em até 100 voluntários com idades entre 18 e 60 anos.

“Precisamos aumentar a produção da primeira e da segunda vacina”, disse Putin em comentários transmitidos pela televisão estatal.

A vacina do Instituto Vector foi desenvolvida a partir de uma tecnologia criada inicialmente para o Ebola. O imunizante é composto por fragmentos de proteínas (peptídeos) do vírus que são capazes de estimular o sistema imune a induzir uma resposta protetora, traz a matéria.

Primeiro lote da vacina russa contra Covid-19 é liberado para a população

Rússia liberou sua vacina contra a Covid-19 para o público em geral, anunciou o Ministério da Saúde do país nesta terça-feira (8).

Segundo o comunicado, o primeiro lote de vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, passou nos testes de qualidade e foi liberada para a população civil. O Ministério diz ainda que a entrega de fato dos primeiros lotes está prevista para um futuro próximo, mas não especifica datas.

Na sexta-feira (4), o vice-diretor do instituto Gamaleya, Denis Logunov, já havia anunciado que a vacina poderia ser liberada para a população esta semana.

Segundo Logunov, existe uma “vasta base de evidências de que a vacina é segura” e que a segurança “foi o principal pré-requisito para seu registro”.

Um estudo com resultados preliminares publicado na revista científica “The Lancet” no dia 4 mostrou que a vacina russa para a Covid-19 não teve efeitos adversos e induziu resposta imune.

A liberação da vacina Sputnik V ocorrerá junto com os testes clínicos da Fase 3, que serão feitos em 40 mil voluntários, sendo que 30 mil receberão o imunizante e 10 mil receberão uma substância placebo (sem efeito).

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Teste rápido de saliva poderia acabar com a pandemia de Covid-19?

O que aconteceria se houvesse uma maneira de voltar a viver como antes do coronavírus? Sem mais distanciamento social, sem máscaras, sem medo da infecção por covid-19? Obviamente, o motivo de todas as restrições impostas recentemente em vários países é repelir o vírus e minimizar o contágio. O que precisamos é de uma maneira rápida e confiável de detectar pessoas infectadas em nosso ambiente.

O primeiro problema é que menos de uma em cada quatro pessoas que fazem testes e têm resultados positivos para o coronavírus manifestam sintomas no dia em que realizam o teste.

Isso cria o risco de o vírus se espalhar para pessoas que não sabem que estão infectadas.

Um segundo problema é o próprio teste. A melhor maneira atual de detectar o coronavírus envolve coletar uma amostra de mucosa, inserindo um cotonete na parte posterior da garganta e no nariz. É possível que eu seja excessivamente sensível, mas acho que colocar um cotonete nas amígdalas e depois nas narinas um pouco desagradável — isso me faz querer vomitar. O procedimento leva apenas alguns segundos, mas não tenho certeza se você deseja fazê-lo toda semana, conforme proposto pelo NHS (sistema de saúde pública do Reino Unido).

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