Dois homens roubam motocicleta em plena luz do dia no centro de Teofilândia

Na tarde desta segunda-feira (4), por volta das 14h, dois homens armados realizaram um assalto no centro de Teofilândia, levando uma motocicleta de placa JSH 6409, em frente ao Atacadão Pague Menos, na Rua Antônio Serapião.

Imagens de câmeras de segurança do estabelecimento mostram os suspeitos chegando, enquanto um deles portava uma arma de fogo. Durante a ação, o assaltante armado agrediu a vítima com uma coronhada antes de fugir com a moto roubada.

A polícia foi acionada e já iniciou as investigações para identificar e localizar os responsáveis pelo crime.

Incêndio destrói galpão de reciclagem de ex-vereador em Teofilândia; família cria vaquinha para ajudar

Um incêndio de grandes proporções destruiu na última sexta-feira (1º) o galpão de reciclagem do ex-vereador José Nilton Miranda, de 67 anos, conhecido como Zé Nilton ou Zé do Osso, em Teofilândia. O fogo começou por volta das 18h30, conforme relataram familiares, e consumiu totalmente o espaço onde ele trabalhava.

Zé Nilton, que ocupou uma cadeira na Câmara Municipal de Teofilândia em três mandatos não consecutivos, dedica-se ao setor de reciclagem há uma década. Sem condições financeiras para reconstruir o galpão e seguir com seu trabalho, a família decidiu lançar uma campanha de financiamento coletivo. A vaquinha tem como objetivo arrecadar fundos para que ele possa voltar a operar o ponto de reciclagem, responsável pelo sustento da família.

O filho do ex-vereador, Nilton Clevison Matos Miranda, destacou que há compromissos financeiros pendentes devido ao incêndio, e que o pai está sem recursos para quitá-los e retomar a atividade. “Pedimos a ajuda de todos para que ele continue com o seu sustento”, apelou.

Interessados em colaborar podem acessar o link da vaquinha para fazer uma doação clicando aqui.

Empresas irregulares registram pesquisas eleitorais com suspeita de fraude e aval do TSE

Sem uma regulação rígida e clara prevista na legislação eleitoral para a produção de pesquisas eleitorais no País, empresas que declararam à Receita Federal não terem habilitação para a sondagem de intenções de voto registraram levantamentos no primeiro turno das eleições em meio ao amplo mercado de levantamentos autofinanciados. Empresas que atuam em ramos de papelaria, produtos químicos, corretagem de imóveis, limpeza, construção de poços artesianos e até produção de espetáculos com marionetes registraram estudos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O Estadão consultou o cadastro na Receita Federal das 305 empresas que registraram pesquisas pagas com recursos próprios entre janeiro deste ano e o primeiro turno das eleições municipais. Um terço delas, 135, não foram criadas com a finalidade principal de produção de pesquisas de mercado e opinião pública. Outras 18 nem sequer têm registro como atividade primária ou secundária para atuar no ramo. Há ainda empresas com o CNPJ (Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica) baixado junto à Receita, ou seja, impedidas de emitir notas fiscais e realizar operações comerciais.

São empresas que, com a chancela do TSE, podem mudar os rumos eleitorais de cidades espalhadas pelo País com pesquisas sem controle de órgãos fiscalizadores. As sondagens autofinanciadas provocam duas principais desconfianças, segundo os especialistas e as entidades que regulam o setor ouvidos pelo Estadão. Primeiro, ao informar que realizaram as pesquisas sem contratante externo, esses institutos não precisam revelar a origem do dinheiro: se, de fato, é da própria empresa ou de um contratante oculto. Em segundo, há dúvidas sobre a qualidade das sondagens. O temor é que candidatos tentem forjar levantamentos de intenção de voto para induzir a escolha dos eleitores. O TSE foi procurado pela reportagem, mas não se manifestou.

A falta de fiscalização sobre as empresas aptas a realizarem os levantamentos agrava o cenário. O controle das pesquisas eleitorais é de responsabilidade de partidos, coligações, candidatos e Ministério Público Eleitoral. O Congresso Nacional avança para proibir as pesquisas autofinanciadas, mas o controle, atualmente, se mostra burocrático.

As empresas responsáveis pela produção e divulgação das pesquisas autofinanciadas usaram R$ 38 milhões dos recursos próprios para realizar os levantamentos, segundo dados do TSE.

Para o coordenador do Conselho de Opinião Pública e Pesquisas Eleitorais da Associação Brasileira de Empresas de Pesquisas (Abep), João Meira, diretor do Instituto Vox Populi, enquanto a legislação eleitoral não sofrer uma atualização, os órgãos de controle tratarão o tema como problemas locais.

“A legislação brasileira não estabelece critérios. Não existe aprovado. O papel do tribunal é apenas de um cartório. Ele apenas registra. Só há dois caminhos possíveis. Quem pode apelar, quem pode provocar o tribunal a respeitar essas questões, são partidos, coligações, Ministério Público e candidatos. O mais curioso é que, no Brasil, dado que essas pesquisas são para eleições municipais, invariavelmente, a esfera federal do Judiciário e do Ministério Público Eleitoral responde que isso é um problema local, municipal. É um escândalo nacional”, disse.

Meira destaca ainda que empresas sem registro e sem um histórico de atuação na produção de pesquisas utilizam nomes que remetem à empresas consolidadas no mercado, o que altera a percepção da sociedade sobre a credibilidade das sondagens em período eleitoral.

É o caso do Instituto de Pesquisa Executiva (Ipex), que atua no Tocantins. Aberta em março de 1999, a empresa tem o cadastro como atividade econômica principal a impressão de material para uso publicitário. Atua ainda, como atividade secundária, na estamparia e texturização em fios, tecidos, artefatos têxteis e peças do vestuário; no comércio varejista de artigos de tapeçaria, cortinas e persianas; no comércio varejista de artigos de papelaria e na produção de pesquisas de mercado e opinião pública.

Nas eleições municipais deste ano, registrou 106 pesquisas autofinanciadas ao custo de R$ 229,5 mil, muitas delas questionadas e barradas pela Justiça Eleitoral. A empresa acumula 57 questionamentos no Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins por suspeita de fraude ou inconsistências em sondagens feitas até o primeiro turno.

A empresa BRSET Produções e Eventos LTDA atua em serviços de organização de feiras, congressos, exposições e festas, como atividade principal, e na produção de espetáculos circenses, aluguel de máquinas industriais, como atividades secundárias. A empresa não têm registro na Receita Federal para atuar na produção de pesquisas, mas produziu um levantamento em Aparecida do Rio Negro, em Tocantins. Procuradas pelo Estadão, as empresas não se manifestaram.

Conheça a cidade nordestina que criou a própria moeda

Foto: Arthur Soares
Indiaroba, município no sul de Sergipe, é uma das pioneiras no Brasil ao implementar sua própria moeda social digital, o Aratu, como forma de estimular a economia local e combater a evasão de capital. Criada em 2022, a moeda foi batizada em homenagem ao caranguejo aratu, símbolo local, e visa garantir que o dinheiro gerado na cidade permaneça e circule na comunidade.

Cada Aratu (A$ 1) tem o mesmo valor que um real e é aceito em mais de 250 estabelecimentos locais. A iniciativa faz parte de um conjunto de políticas estruturantes promovidas pelo programa Cidade Empreendedora do Sebrae, que busca incentivar o desenvolvimento em pequenas cidades por meio de políticas de economia local e crédito popular.

Além de movimentar o comércio, o Aratu é usado em programas sociais, com cerca de 1.100 beneficiários recebendo pagamentos na moeda digital. Este sistema digital, operado pelo Banco Popular de Indiaroba, oferece aos usuários mais acessibilidade e taxas reduzidas, o que favorece tanto os comerciantes quanto os consumidores locais. Por exemplo, comerciantes da cidade, como Jaine Santos Barreto, relatam um aumento de até 30% nas vendas desde que o Aratu foi introduzido, beneficiando o comércio e trazendo maior estabilidade financeira aos moradores.

A moeda Aratu reflete uma tendência de inovação entre pequenas cidades no Brasil, que buscam alternativas locais para o desenvolvimento econômico. O sucesso da iniciativa em Indiaroba, que já movimentou milhões de Aratus, trouxe visibilidade para o município, incentivando novos negócios, gerando empregos e criando uma economia mais sustentável e independente.

Os microempreendedores individuais e proprietários de microempresas, detentores de CNPJs, conseguem trocar o aratu por real para que possam adquirir matéria-prima fora do município para abastecer seus negócios, criando, assim, um mercado alternativo entre prestadores de serviços e consumidores. 

Segundo o prefeito Adinaldo Nascimento, o pagamento dos benefícios sociais e a operacionalização do Fundo Municipal de Desenvolvimento Econômico são efetuados através do banco e da moeda social. 

“É cobrada uma taxa de 2% do empreendedor para exercer seus serviços com a moeda. Esses recursos são direcionados para o Fundo Municipal, que pode ser utilizado para crédito produtivo ou trabalho social. A soma dos 2% de quando você compra um serviço em moeda local, paga um serviço em moeda local ou paga determinada mercadoria, possibilita a gente ter um volume de recursos que não sai do orçamento do município”, afirma o prefeito. 

Bombeiros debelam incêndio entre as cidades de Euclides da Cunha e Tucano

Na tarde de sexta-feira (1), equipes da 3ª Companhia do 15º Batalhão de Bombeiros Militar controlaram um incêndio na BR-116, entre as cidades de Euclides da Cunha e Tucano.

O incidente teve início quando um caminhão transportando carga de cobre sofreu uma pane elétrica, provocando um incêndio que rapidamente se alastrou pela vegetação nas proximidades.

Com o auxílio de um caminhão Auto-Bomba Tanque, os bombeiros conseguiram extinguir as chamas tanto no veículo quanto na área afetada. O motorista do caminhão foi resgatado sem ferimentos.

Próximo prefeito de Barrocas terá salário superior a R$ 25 mil

O prefeito eleito do município de Barrocas, Bahia, José Almir Araújo Queiroz, receberá um salário mensal de R$ 25.200 a partir de 1º de janeiro de 2025. A decisão foi oficializada pela Lei Municipal nº 495, sancionada pela gestão atual e publicada no Diário Oficial do Município em 25 de outubro de 2024, fixando os subsídios para a legislatura 2025-2028. O novo valor representa um aumento de 48,24%, em comparação com os R$ 17 mil atuais.

Além do prefeito, o vice-prefeito de Barrocas também terá aumento em seu subsídio, que passará de R$ 8.500 mil para R$ 12.600 mensais. Os secretários municipais, por sua vez, terão o salário reajustado de R$ 4.500 para R$ 7 mil.

A lei estabelece ainda que o vice-prefeito, caso ocupe o cargo de secretário municipal, deverá optar por um dos salários, sem acréscimos. Os novos valores entram em vigor no início de 2025 e poderão ser ajustados anualmente conforme a revisão geral do funcionalismo público.

As despesas decorrentes da aplicação da lei serão cobertas pelo orçamento do Poder Executivo. A legislação substitui normas anteriores, entrando em vigor em 1º de janeiro de 2025, conforme a publicação oficial. O aumento foi autorizado pelo atual prefeito José Jailson de Lima Ferreira (Jai), confirme publicado no Diário Oficial.

Lançado documentário que questiona a história da origem de Teofilândia

E se a história de Teofilândia não fosse exatamente como você sempre ouviu? O documentário “Teofilândia: Desvendando Raízes Ocultas” desafia a narrativa comum dos vaqueiros que encontraram o Tanque de Pedras e traz à tona um passado mais profundo, repleto de contribuições de indígenas e escravizados fugidos.

Idealizado e dirigido pelo jornalista Saullo d’Anunciação, com apoio da Lei Paulo Gustavo Municipal, o documentário reúne pesquisadores, historiadores e entusiastas do tema num convite ao questionamento de nossas origens.

“A inspiração para o projeto nasceu da observação das lacunas na narrativa oficial de Teofilândia. Embora a gente não tenha fontes documentais, existem fortes indícios da raiz sobretudo indígena em nossa cidade”, pontuou o autor do documentário.

Assista na íntegra clicando aqui.

Após instalação de quebra-molas, ‘entrada da Rocinha’ completa um ano sem acidentes fatais

No dia 3 de outubro de 2023, a comunidade da Rocinha, localizada às margens da BR-116, próxima ao centro de Teofilândia, celebrou um marco importante: a construção de dois quebra-molas na entrada do povoado. A conquista é resultado de um pedido antigo dos moradores, que há muito tempo clamavam por medidas de segurança viária na região.

A instalação dos quebra-molas, que ocorreu após intensos protestos nas redes sociais por conta de uma série de acidentes que deixaram a população preocupada, foi um passo decisivo para a segurança de todos que passam pelo local diariamente.

Segundo informações apuradas pelo portal de notícias Teofilândia Acontece, o sucesso da intervenção é evidente, já que não foi registrado nenhum acidente fatal neste período. A comunidade agora respira aliviada, testemunhando uma transformação significativa naquela localidade.

Filha esfaqueia o próprio pai durante discussão em Conceição do Coité

Uma briga familiar na noite desta quarta-feira, 30, quase resultou em tragédia em Conceição do Coité, cidade que fica a 46 km de Teofilândia. Um homem de 35 anos, identificado como Rick Anderson Santana de Oliveira, foi esfaqueado na barriga pela própria filha durante uma discussão no bairro Alto da Colina.

Testemunhas relataram que a agressão ocorreu por volta das 19h. O serviço de emergência Águia Resgate foi acionado, mas ao chegar ao local, a vítima já estava sendo socorrida por populares que prestaram assistência imediata. O homem foi encaminhado ao Hospital Português, onde recebeu atendimento médico e foi liberado posteriormente, apresentando um estado de saúde estável.

Até o fechamento desta matéria, não havia informações sobre a motivação que levou à briga entre pai e filha. Além disso, a identidade da agressora e seu paradeiro permanecem desconhecidos.

Testemunhas relataram que a agressão ocorreu por volta das 19h. O serviço de emergência Águia Resgate foi acionado, mas ao chegar ao local, a vítima já estava sendo socorrida por populares que prestaram assistência imediata. O homem foi encaminhado ao Hospital Português, onde recebeu atendimento médico e foi liberado posteriormente, apresentando um estado de saúde estável.

Até o fechamento desta matéria, não havia informações sobre a motivação que levou à briga entre pai e filha. Além disso, a identidade da agressora e seu paradeiro permanecem desconhecidos.

Reconhecimento Facial identifica dois foragidos da Justiça em Serrinha

Dois foragidos da Justiça foram presos, nesta terça-feira (29), em Serrinha, através do Sistema de Reconhecimento Facial da Secretaria de Segurança Pública (SSP).  A primeira ocorrência aconteceu por volta das 9h, na Rua Agenor de Freitas, em frente à antiga cooperativa.

Conforme apurou a reportagem do cleristonsilva.com, Jorge Ferreira dos Santos, de 50 anos, residente no povoado Morro do Fundo, possuía um mandado de prisão em aberto, expedido pela Justiça do Rio de Janeiro, por um homicídio cometido em março de 2019.

Agentes do 1º Pelotão da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO) foram notificados pelo Serviço de Inteligência da Polícia Militar (SOINT), logo após a ferramenta identificar o homicida. Após a captura, Jorge Ferreira foi levado à Delegacia Territorial (DT), onde o mandado foi confirmado.

O segundo foragido, também pelo crime de homicídio, foi localizado pela tecnologia na Avenida Getúlio Vargas, por volta das 17h. Uma guarnição da CETO foi acionada e, após a verificação de documentos, João Paulo Jesus da Cruz, de 26 anos, morador da Rua José Martins, foi conduzido à DT.

De acordo com a apuração da reportagem, o crime aconteceu no dia 25 de março de 2019, no povoado Lagoa do Curralinho, em Serrinha. Um homem de 32 anos teria sido espancado e faleceu no dia seguinte no Hospital Municipal.

Top