Teofilândia conta apenas com um respirador no Hospital Municipal

De acordo com informações da enfermeira Rosana Valverde, profissional que atua na equipe de linha frente no combate à pandemia do novo coronavírus (covid-19) em Teofilândia, a cidade possui apenas um respirador pulmonar no Hospital Municipal Waldemar Ferreira de Araújo, o aparelho fica em uma sala chamada de sala vermelha ou sala de estabilização, onde existindo a necessidade do paciente ser entubado e fazer uso do respirador, é nessa sala que ele irá permanecer até ser regulado para uma unidade de referência, pois, como não se trata propriamente de uma UTI, em caso de não estabilização do quadro é necessária a transferência.

O Hospital Municipal também conta com um leito de isolamento, que no momento está sendo utilizado por sintomáticos respiratórios com suspeita de Covid-19 e futuramente para o paciente que, porventura, esteja com o diagnóstico confirmado, porém, com sintomas moderados que precisem de internação.

“Com o avanço do vírus, torna-se necessário aumentar o número de leitos de isolamento para receber os pacientes com sintomas respiratórios ou com o diagnóstico confirmado, este projeto já foi discutido e a ampliação dos leitos logo se dará início. Agora, se o número de casos aumentarem muito, vamos recorrer ao hospital de campanha que está praticamente montado no CREAS, informou Rosana.

O respirador tem sido um aparelho muito procurado durante essa pandemia, porém, o governador Rui Costa já relatou uma grande dificuldade para a aquisição desse equipamento.

Nos casos graves, o novo coronavírus produz um processo inflamatório em todo o corpo, mas principalmente nos pulmões, gerando pneumonia e prejudicando a capacidade respiratória. O suporte ventilatório garantido pelo aparelho, portanto, faz-se necessário e normalmente está disponível apenas em leitos de Unidades de Terapia Intensiva (UTI).

Dentre os 20% das pessoas que, infectadas pelo novo coronavírus, desenvolvem quadros mais graves da doença e que exigem internação, cerca de 1/4 delas vai precisar do suporte por meio do ventilador pulmonar.

Casos de Covid-19 disparam na região do Sisal; já são 38 pessoas infectadas

A região do Sisal tem 38 casos de contaminação pelo novo coronavírus até esta segunda-feira (11), segundo dados atualizados pelas prefeituras. A parcial se refere a pacientes que testaram positivo em 12 cidades.

Barrocas confirmou os dois primeiros casos no último sábado (9). Conceição do Coité, Serrinha, Santa Bárbara, Retirolândia e Valente são as cidades que concentram o maior número de casos.

O boletim epidemiológico mais recente de Conceição do Coité aponta que a cidade tem sete pacientes diagnosticados com Covid-19. Chegam a 39 os testes negativos para a doença. O total de notificações desde 25 de março é de 195.

As outras duas cidades com mais casos são Serrinha e Santa Bárbara, com seis diagnosticados, cada uma. Das 238 notificações nos dois municípios, 133 foram descartadas. Ao todo, 15 pacientes seguem em análise. Em Serrinha, quatro foram curados. A cidade tem um paciente internado recebendo oxigenoterapia – tratamento para aumentar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%.

Na região, apenas um paciente morreu, de acordo com as autoridades. A morte foi confirmada em Araci, que tem ainda um caso confirmado e dois pacientes investigados.

Do total de casos registrados em 20 cidades do território, 61 pacientes estão em isolamento domiciliar aguardando resultado dos exames laboratoriais. A reportagem do PCS (Portal Clériston Silva) não conseguiu apurar a situação em Ichu.

• Araci
1 confirmado (óbito)
2 suspeitos
34 descartados

• Barrocas
2 confirmados
1 suspeito
7 descartados

• Biritinga
0 confirmado
0 suspeito

• Candeal
0 confirmado
0 suspeito
4 descartados
29 monitorados

• Cansanção
1 confirmado
1 suspeito
4 descartados

• Conceição do Coité
7 confirmados
1 suspeito
38 descartados

• Itiúba
0 confirmado
3 suspeitos
16 descartados

• Ichu (a reportagem não conseguiu apurar)

• Lamarão
0 confirmado
0 suspeito
3 descartados

• Monte Santo
0 confirmado
2 suspeitos
15 descartados

• Nordestina
2 confirmados
0 suspeito
4 descartados

• Queimadas
0 confirmado
5 suspeitos
5 descartados

• Quijingue
0 confirmado
1 suspeito
6 descartados

• Retirolândia
5 confirmados
2 suspeitos
8 descartados

• Santaluz
2 confirmados
2 suspeitos
8 descartados

• São Domingos
1 confirmado (curado)
0 suspeito
19 descartados

• Teofilândia
0 confirmado
3 suspeitos
7 descartados

• Tucano
1 confirmado
12 suspeitos
11 descartados

• Valente
4 confirmados
11 suspeitos
44 descartados

• Santa Bárbara
6 confirmados
7 suspeitos
21 descartados

• Serrinha
6 confirmados (4 curados)
8 suspeitos
112 descartados


Com 6° caso de Covid-19, Serrinha tem primeiro caso grave

O boletim divulgado pela Secretaria Municipal de Saúde de Serrinha (SMS) nesta segunda-feira (11) registra seis casos da Covid-19 e oito aguardando resultados de exames. O sexto caso confirmado é de um homem de 39 anos, residente na zona rural, portador de doença cardíaca crônica e que está internado no Hospital Municipal, onde recebe oxigenoterapia (tratamento que tem como objetivo aumentar ou manter a saturação de oxigênio acima de 90%). Desde o dia 18 de março, foram registradas 126 notificações de casos suspeitos do coronavírus em Serrinha. Destes, 112 foram descartados após os exames darem negativo para Covid-19 e quatro estão recuperados. (Portal Clériston Silva).FacebookWhatsApp

Desmatamento da Amazônia aumenta 64% em abril, aponta Inpe

O desmatamento na floresta amazônica brasileira subiu acentuadamente em abril, mostraram dados do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira. O surto de coronavírus mantém muitos agentes ambientais fora do campo e o país se prepara para enviar tropas para combater a extração ilegal de madeira na região.

A destruição da porção brasileira da Amazônia aumentou 64% em abril, em comparação com o mesmo mês do ano anterior, segundo dados preliminares de satélite do Inpe.

Nos primeiros quatro meses do ano, o desmatamento na Amazônia aumentou 55% em relação ao ano anterior, para 1.202 km², segundo dados do instituto.

A Amazônia é a maior floresta tropical do mundo, e os cientistas dizem que sua preservação é vital para conter o aquecimento global devido à grande quantidade de gases de efeito estufa que absorve.

Leia a matéria completa clicando aqui.

Teofilândia segue sem nenhum caso confirmado de Covid-19

De acordo com o boletim divulgado pela Prefeitura de Teofilândia nesta segunda-feira, 11 de maio, às 15h30, o município não tem nenhum caso confirmado do novo coronavírus (covid-19) e apenas um caso suspeito, além disso, são 64 pessoas sendo monitoradas pela Secretaria de Saúde Municipal; 58 casos descartados pelo critério epidemiológico (pessoas que estavam em monitoramento pela Secretaria de Saúde e não demonstraram evolução dos sintomas gripais) e 11 casos já descartados (pessoas que testaram negativo para covid-19).

Governo não sabe quando pagará 2ª parcela dos R$ 600

Duas semanas após a data originalmente anunciada para dar início ao pagamento da segunda parcela do Auxílio Emergencialo governo não divulgou sequer o novo calendário para a liberação do benefício.

Ao anunciar o início do cadastramento no programa, o ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, apresentou um calendário que previa o início do pagamento da primeira das três parcelas de R$ 600 em 9 de abril, para os beneficiários que não recebem o Bolsa Família. Já a segunda parcela deveria ser paga entre os dias 27 e 30 de abril, ficando a terceira para entre os dias 26 e 29 de maio.

Leia a matéria completa aqui.

Rui Costa garante que ano letivo da rede estadual não será cancelado

O governador Rui Costa declarou nesta seguinda-feira (11) que ainda não é possível definir uma data para o retorno das aulas. As atividades da rede estadual foram suspensas em virtude da pandemia do novo coronavírus. No entanto, o gestor garantiu que o ano letivo não será cancelado.

Infelizmente não é possível hoje afirmar a data em que voltaremos às aulas. Já está claro que não será mais neste mês de maio. Vamos monitorar para ver o comportamento da doença até o final do mês para a gente vê se é possível enxergar alguma possibilidade, se é possível voltar em junho”, disse Rui, que lembrou que a doença também atinge jovens.

“Temos perdido pessoas jovens. Na sexta-feira perdemos um jovem de 29 anos em Salvador, sem nenhum relato anterior de outras doenças, perdemos em Ipiaú, um jovem que trabalhava no hospital de lá, de 26 anos, que também não tinha relatos de outras doenças, além da obesidade. Não é fato de que a doença alcança exclusivamente pessoas idosas, e não podes colocar nenhuma pessoa em risco. A medida de retorno será adotada, e quando for adotada será com uso obrigatório de máscara, higienização forte da entrada na escola, treinamento e rotina de prevenção dentro das escolas, porque teremos que conviver com o vírus por pelo menos um não até sair a vacina”, pontuou.

Rui indicou que será feito um esforço para a reposição das aulas e que o ano letivo avance até fevereiro do próximo ano.

“Quero tranquilizar que não vamos cancelar o ano letivo. Vamos fazer um esforço para reprogramar as aulas. Muito provavelmente teremos aulas aos sábados e teremos um avanço ao mês de janeiro e talvez fevereiro do ano que vem para completar o ano letivo, e com isso não prejudicar nenhum aluno”, avisou.

Apontado como líder do tráfico em Conceição do Coité é morto em operação policial

Um homem suspeito de ser um dos líderes do tráfico de entorpecentes em Conceição do Coité, região do Sisal, foi morto na tarde de sexta-feira, 8, durante uma operação policial. A ação foi realizada por policiais da Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Nordeste), no bairro Cidade Jardim. Uma revólver calibre 32 também foi encontrado.

Conforme apurou o PCS, os agentes faziam uma operação na localidade para tentar identificar e prender criminosos. Ao avistar as equipes, Daniel da Silva Santos, de 22 anos, vulgo “Daniel Galego”, tentou fugir efetuando disparos contra os policiais. “Foi prestado socorro ao resistente para o Hospital Português, porém não suportou aos ferimentos e evoluiu a óbito”, informou o major Wellington Morais, comandante da especializada.

Ainda segundo apurou a reportagem, o suspeito tinha passagem pela polícia por tráfico de drogas.

Bolsonaro gasta mais que Dilma e Temer no cartão corporativo da Presidência

Os gastos com cartão corporativo da Presidência República têm sido maiores no governo de Jair Bolsonaro (sem partido) do que nos de Michel Temer (MDB) e de Dilma Rousseff (PT).

Na gestão atual, gastou-se, em média, R$ 709,6 mil por mês, o que representa uma alta de 60% em relação ao governo do emedebista e de 3% em comparação com a administração da petista.

Por mês, Dilma tinha uma média de gastos de R$ 686,5 mil, enquanto Temer despendia R$ 441,3 mil. Os dados são do Portal da Transparência do governo federal, que reúne informações de 2013 a março de 2020 (fatura mais recente). Os valores foram corrigidos pela inflação do período.

Dilma, Temer e Bolsonaro tiveram as mesmas regras para uso dos cartões. Não houve mudança nos critérios desde 2008, segundo o Palácio do Planalto. Naquele ano, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva adotou restrições, como limitação de saques, diante de compras abusivas realizadas com esse recurso.

Antes de assumir o governo, a equipe de Bolsonaro chegou a avaliar o fim desses cartões, que desencadearam um escândalo político com auxiliares do ex-presidente Lula. Os cartões corporativos, porém, ainda continuam funcionando.

Esses meios de pagamento foram criados em 2001, no governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Eles são distribuídos a pessoas que ocupam postos-chave da gestão pública e cobrem despesas de urgência pela compra de produtos e serviços ou pela cobertura de gastos de viagens.

Na gestão Bolsonaro, as despesas vinculadas ao gabinete do presidente e a funcionários do Palácio do Planalto aceleraram a partir de outubro do ano passado.

O pico foi de R$ 1,9 milhão em um único mês. O valor foi desembolsado em fevereiro de 2020 e registrado no sistema em março, mas sem que a finalidade da despesa, que está praticamente toda sob sigilo, fosse informada.

Essa foi a maior despesa mensal já lançada no Portal da Transparência. O recorde anterior era de Dilma, em outubro (com registro em novembro) de 2014, quando gastou R$ 1,6 milhão, em valores atualizados pela inflação do período.

Em fevereiro deste ano, a agenda oficial do presidente registrou viagens de Bolsonaro para São Paulo, Rio de Janeiro e Pará. No feriado do Carnaval, ele se deslocou a Guarujá, cidade do litoral paulista.

Segundo o Palácio do Planalto, também foram computados em março os gastos com a viagem para o resgate, em fevereiro, dos 34 brasileiros que estavam Wuhan, na China, onde foram registrados os primeiros casos do coronavírus. Como a lista de gastos não é divulgada, não é possível saber o peso de cada atividade nas contas mensais.

As comparações são com base nas faturas do CPGF (Cartão de Pagamento do Governo Federal) da Secretaria de Administração da Presidência da República, que cuida das despesas de Bolsonaro, de sua família e de funcionários próximos, por exemplo, da Casa Civil.

Os cartões corporativos do Palácio do Planalto são usados, entre outras despesas, para a compra de materiais, prestação de serviços e abastecimento de veículos oficiais. Também financiam a operação de segurança do presidente em viagens (até o momento foram 13 internacionais), além da manutenção e realização de eventos na residência oficial, o Palácio da Alvorada.

Os valores totais das despesas do cartão da Presidência são divulgados, mas há sigilo sobre a maioria dos gastos, como alimentação e transporte do presidente. O argumento é que são informações sensíveis da rotina presidencial e que a exposição pode colocar o chefe do Executivo em risco.

A Vice-Presidência tem cartões próprios, cujos custos são separados. Segundo o governo, as faturas da Secretaria de Administração da Presidência só incluem os gastos do vice-presidente quando ele exerce a função do presidente, por exemplo, se Bolsonaro está em viagem internacional.

No discurso que fez após a saída do ex-juiz Sergio Moro do Ministério da Justiça, há duas semanas, Bolsonaro citou iniciativas que ele diz ter tomado para evitar gastos excessivos do dinheiro público e para “dar exemplo”.

“Na vida de presidente, eu tenho três cartões corporativos, dois são usados para despesas, as mais variadas possíveis. Afinal de contas, mais de cem pessoas estão na minha segurança diariamente. Despesas de casa, normal”, disse.

O presidente disse que não usou até o momento o terceiro cartão corporativo a que tem direito e afirmou que mudou o cardápio da residência oficial. Mas esses gastos são sigilosos. Disse ainda que desligou o aquecedor da piscina do Palácio da Alvorada para diminuir o gasto. Só que ele é solar, não elétrico.

Em agosto do ano passado, Bolsonaro prometeu mostrar aos veículos de imprensa o extrato de seu cartão corporativo pessoal, mas até hoje não o fez. “Eu vou abrir o sigilo do meu cartão. Para vocês tomarem conhecimento quanto gastei de janeiro até o final de julho. Ok, imprensa? Vamos fazer uma matéria legal?”, afirmou na época.

Na transição de governo, o atual ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, chegou a defender o fim dos cartões corporativos, só que a proposta não teve o apoio de toda a equipe do presidente e o benefício foi mantido.

Em novembro, o STF (Supremo Tribunal Federal) derrubou trechos de um decreto de 1967 para dar transparência a gastos do Palácio do Planalto, inclusive com cartões corporativos.

No entanto, a “caixa-preta” não foi aberta. Procurado pela reportagem, o Palácio do Planalto diz que as informações que colocam em risco o presidente e a família dele não podem ser divulgadas, com base numa lei de 2011.

Para a ONG Transparência Internacional, as normas “deixam claro que sigilos podem ser tolerados apenas quando abrangem informações verdadeiramente sensíveis à segurança nacional, o que definitivamente não é o caso de todos os gastos com cartões corporativos”.

A postura do Palácio do Planalto também é criticada pela Artigo19, ONG internacional que defende o direito à liberdade de expressão e acesso à informação.

“A falta de transparência pode gerar uma crescente desinformação, uma crescente falta de credibilidade no poder público, que gera, obviamente, uma falta de circulação de informações e impacta a capacidade da população fiscalizar representantes do Estado”, avalia a Artigo19.

No pronunciamento feito após a demissão de Moro, o presidente disse que o terceiro cartão corporativo a que tem direito permite a ele sacar R$ 24 mil por mês. Ele ressaltou, no entanto, que até o momento não fez uso desse dinheiro. Não é possível, no entanto, confirmar a informação, já que os extratos não foram ainda divulgados, apesar da promessa.

Em 2008, o jornal Folha de S.Paulo mostrou um escândalo na utilização dos cartões corporativos durante a gestão de Lula. Eles foram usados em 2007 para pagar despesas em loja de instrumentos musicais, veterinária, óticas, choperias, joalherias e em free shop.

O desgaste provocado pela denúncia de irregularidade derrubou a então ministra Matilde Ribeiro, da Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial. Em 2007, as despesas dela somaram R$ 171 mil, sendo R$ 110 mil com o aluguel de carros e mais de R$ 5.000 em restaurantes.

Procurada pela reportagem, a Secretaria-Geral da Presidência da República afirmou que as despesas com os cartões corporativos são decorrentes, entre outros gastos, do “atendimento da manutenção” e de “eventos na residência presidencial”.

A pasta ressaltou que o número de familiares do presidente é maior do que o de seus antecessores, o que “acarreta no incremento de despesas para as atividades, sobretudo as de segurança institucional”.

Em relação às viagens do presidente, o governo diz que todas contam com suporte da equipe de segurança, o que inclui hospedagem, alimentação, pedágios e combustível. Nos deslocamentos internacionais, são pagas ainda despesas aeroportuárias.

A pasta ressalta que os meses com maiores volumes de gastos coincidem com o pagamento das despesas de um maior número de viagens, tanto nacionais como internacionais. Em outubro, por exemplo, Bolsonaro fez um giro pela Ásia e Oriente Médio.

Fábrica instalada em Camaçari poderá produzir até 100 respiradores por dia

O Governo do Estado assinará nesta segunda-feira (11) um convênio com a empresa Biogeoenergy, do Grupo Geoterra, para instalação de uma fábrica de respiradores em Camaçari, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

A implementação da linha de montagem terá o apoio técnico do Senai Cimatec (instituição referência em educação, pesquisa e inovação), que ofereceu condições especiais, como a divisão em 50% dos custos de condomínio e de aluguel da área.

Os respiradores fabricados pela unidade devem atender inicialmente a Bahia e o Consórcio Nordeste, mas é possível que haja a venda para todo o país. A expectativa é que até 100 respiradores por dia sejam produzidos no local. O aparelho é essencial para pacientes com casos mais graves da Covid-19.

“Estamos vivendo um período muito difícil. A Bahia se sente privilegiada de uma fábrica dessa natureza se instalar por aqui. Vai atender ao mercado baiano, à região Nordeste, aos estados brasileiros e até mesmo à América do Sul”, comemorou o vice-governador João Leão (PP) ao jornal A Tarde.

A CEO da empresa Hempcare, Cristiana Prestes Taddeo, responsável pela distribuição e venda dos aparelhos da Biogeoenergy, diz que o principal objetivo é salvar vidas. “Quando percebemos que os respiradores importados, que são quase três vezes mais caros que os nossos, tinham longa espera para a entrega, resolvemos investir aqui, gerar emprego e salvar pessoas”, falou.

Top