Dados do Ministério da Saúde apontam que apenas metade da população tomou 3ª dose

Nem metade da população brasileira apta a receber a terceira dose teve o reforço em questão aplicado. Isso é o que afirmam os dados do Ministério da Saúde, apesar da pasta recomendar a segunda dose de reforço para idosos com mais de 80 anos.

A plataforma Localiza SUS, do governo federal, indica ainda que a procura pelo reforço tem caído. No mês de janeiro, houve um pico, com mais de 17 milhões de pessoas que receberam a terceira dose. Em fevereiro, o número caiu para pouco mais de 12,5 milhões de cidadãos e, até o momento, março registra perto de 4,5 milhões.

À CNN Brasil, o médico Renato Kfouri, integrante da diretoria da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm), ressaltou que o esquema vacinal só é considerado completo com as três doses aplicadas. “Nós trabalhamos com o esquema dois mais um. Quem está vacinado apenas com as duas não está completamente imunizado”, afirmou.

“Ainda precisamos nos preocupar com os números de vacinação. Temos vacinas o suficiente e estamos bem em relação aos outros países, mas ainda temos que ter mais informação disponibilizada, busca ativa e campanhas”, defende o especialista.

A reportagem mostrou que em vários pontos do país, a terceira dose é vista como um desafio. Em Palmas, no Tocantins, apenas 26,52% da população conta com o reforço no cartão de imunização, enquanto em Rondônia a cobertura é de 28,5%. O índice que sobe para 37,62% no Distrito Federal.

Sem apoios presidenciais, ACM Neto lidera pesquisa para governo da Bahia

O ex-prefeito de Salvador, ACM Neto (UB), lidera a corrida para o governo da Bahia com larga vantagem quando está no cenário sem apoios presidenciais. Esse é o dado mostrado na divulgação da pesquisa Quaest contratada pelo Banco Genial. O BNews adiantou alguns números na terça-feira (22), mas o restante dos índices foram apresentados na CNN Brasil na manhã desta quarta (23). Veja os números:

ACM Neto (UB) – 66%

João Roma (Republicanos) – 5%

Jerônimo Rodrigues (PT) – 4%

Kleber Rosa – 2%

Brancos – 14%

Indecisos – 9%

Cenários de segundo turno:

Cenário I

ACM Neto – 72%

Jerônimo Rodrigues – 10%

Branco/Nulo/Não pretende votar – 12%

Indecisos – 5%

Cenário II

ACM Neto – 72%

João Roma – 10%

Branco/Nulo/Não pretende votar – 12%

Indecisos – 6%

Cenário III

João Roma – 24%

Jerônimo Rodrigues – 18%

Branco/Nulo/Não pretende votar – 44%

Indecisos – 14%

O cenáro com apoios presidenciais é diferente. Nele o pré-candidato petista encosta em Neto, que, apesar da reação do rival, continua na líder.

A margem de erro é de 2,9 pontos para mais ou para menos. 95% confiabilidade. 1140 pessoas ouvidas entre 16 e 19/03. Registro no TSE BA-06141/2022.

Ministério Público pede condenação de Bolsonaro por manter funcionária fantasma

O Ministério Público Federal apresentou à Justiça uma ação de improbidade administrativa contra o presidente Jair Bolsonaro (PL) e a ex-secretária parlamentar da Câmara dos Deputados Walderice Santos da Conceição, conhecida como “Wal do Açaí”.

O MPF pede a condenação dos dois por improbidade e solicita o ressarcimento dos recursos públicos indevidamente desviados.

As suspeitas sobre Wal surgiram em 2018 em reportagem do jornal Folha de S.Paulo. Em janeiro daquele ano, o jornal revelou que a ex-assessora trabalhava em um comércio de açaí na mesma rua onde fica a casa de veraneio de Jair Bolsonaro, à época deputado federal, na pequena Vila Histórica de Mambucaba. 

Segundo moradores da região, Wal também prestava serviços particulares na casa de Bolsonaro. De acordo com moradores da região ouvidos à época, o marido dela, Edenilson, era caseiro do presidente. 

Em agosto de 2018, em horário de expediente, a reportagem voltou ao estabelecimento e encontrou Wal, com quem comprou um açaí e um suco de cupuaçu. Nesse mesmo dia, ela pediu demissão do cargo. 

Desde a primeira reportagem da Folha de S.Paulo, Bolsonaro deu diferentes e conflitantes versões sobre a assessora para tentar negar irregularidades, todas elas não condizentes com a realidade.

Desembargadores, juízes e servidores do TJ-BA receberão auxílio-alimentação de R$ 1.500

O valor do auxílio-alimentação de desembargadores, juízes e servidores do Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) foi reajustado para R$1.500 nesta terça-feira (22). Até então, o valor do benefício para ajudar no custeio de refeições dos membros do TJ era de R$1,3 mil. O último reajuste havia sido feito pela Corte baiana em outubro de 2019.

O valor chama a atenção tendo em vista que o salário mínimo vigente no país é de R$1.212, além da crise econômica que o país atravessa, intensificada pela pandemia da Covid-19. O reajuste concedido no auxílio-alimentação, de 16,43%, atende a um pedido dos sindicatos dos servidores do TJ-BA – Sintaj e Sinpojud. A categoria ainda terá um reajuste salarial linear de 4%.

Cidade baiana vende o diesel mais caro do Brasil, aponta pesquisa da ANP

O litro diesel mais caro do Brasil é vendido em uma cidade da Bahia. Segundo pesquisa semanal da Agência Nacional de Petróleo (ANP), entre os dias 13 e 19 de março, o município de Ilhéus, localizado no Sul baiano, vendia o litro do combustível a R$ 7,980.

O preço médio do diesel na Bahia no período do levantamento foi de R$ 6,730, maior que a média no Brasil, que foi de R$ 6,654 na semana passada. Já com relação à gasolina, o valor mais alto na Bahia foi encontrado na cidade de Juazeiro, no norte do estado, onde o litro bateu R$ 8,20. O preço médio da venda da gasolina no estado é de 7,524, enquanto no país é de R$ 7,267.

O gás de cozinha mais caro foi encontrado em Ilhéus e Barreiras, ambos com R$ 125. A média do país ficou em R$ 112,54.

Pesquisa aponta que racismo no transporte já foi presenciado por 72% dos brasileiros

Pesquisa do Instituto Locomotiva mostra que 72% das pessoas dizem já ter presenciado situação de racismo em seu transporte do dia a dia e 39% foram vítimas do crime, ou seja, uma em cada três pessoas negras já sofreu preconceito em seus deslocamentos. Entre trabalhadores negros que atuam no setor, esse número é ainda maior: 65% dos entrevistados já enfrentaram alguma situação de racismo durante o expediente. 

O estudo ouviu 1.200 pessoas e mais de mil profissionais do setor de transporte. As informações são da Agência Brasil. 

Quando questionados sobre situações de preconceito vividas, a população negra relatou ter sido menosprezada (24%), abordada de maneira desrespeitosa (17%), sofrido agressões verbais e ter sido alvo de expressões racistas (14%). 

“Entre profissionais negros do transporte que enfrentaram situações de preconceito, embora as agressões verbais (47%) e o menosprezo (46%) tenham sido mais frequentes, eles foram três vezes mais alvo de expressões racistas e sofreram três vezes mais ameaça do que a população negra vítima de preconceito racial em geral”, diz o levantamento. 

A pesquisa, divulgada nesta segunda-feira (21) no Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, foi encomendada pela Associação Brasileira de Mobilidade e Tecnologia (Amobitec) com o apoio da Uber, em parceria com o Instituto Identidade Brasil (ID_BR). 

“Muito embora algumas pessoas possam ter a leitura de que ações como ‘ser menosprezada’ sejam atos imperceptíveis ou menos importantes, as microagressões são frequentes no cotidiano da população negra e afetam psicologicamente quem vive essa relação todos os dias. Por outro lado, imaginar que, ainda hoje, uma em cada quatro pessoas já sofreu violência física em consequência do racismo nos transportes públicos só reforça a noção de que a adoção de ações de combate ao racismo se fazem cada vez mais urgentes e necessárias.” afirmou, em nota, a especialista em Diversidade e Inclusão do ID_BR, Roberta Calixto. 

O estudo mostra ainda que 71% das pessoas negras que trabalham no trânsito sentem medo de sofrer racismo ou preconceito por sua cor. Entre a população negra em geral, esse número cai para 41%, o que mostra que quem está na rua por mais tempo sente mais medo de sofrer esse tipo de discriminação.

Os números também revelam que motoristas de ônibus e cobradores são os profissionais que mais observam casos de racismo no seu trabalho (75%), seguidos de motoristas de aplicativo (73%) e taxistas (65%). 

Segundo a pesquisa, o número de casos acaba causando impacto no comportamento das pessoas negras ao planejar seu deslocamento: 29% dos negros declararam que já mudaram a forma de se locomover pela cidade devido a situações de preconceito ou discriminação. Entre mulheres negras, o número chega a 31%. As mulheres negras também são as que mais se sentem vulneráveis nos deslocamentos: 72% delas temem sofrer algum tipo de assédio sexual, 64% agressão física e 47% sofrer algum tipo de racismo.

A pesquisa também incluiu duas imagens para comparar a percepção dos profissionais de transporte sobre as diferenças entre um homem negro e um branco: seis em cada dez profissionais acreditam que uma pessoa negra tem mais chance de causar medo nos passageiros que uma pessoa branca. A chance de motoristas não pararem no embarque para um passageiro negro também é bem maior (61% contra 7%).
 

Para a maioria da população (69%), o racismo é comum no dia a dia e 25% consideram que as pessoas que cometem racismo nunca são devidamente punidas. Entre profissionais de transporte, essa crença na inadequação da punição vai a 38%. Com isso, entre profissionais que foram vítimas de racismo, apenas 17% já realizaram algum tipo de denúncia, seja para a empresa ou para a polícia.

Para o presidente do Instituto Locomotiva, Renato Meirelles, os resultados da pesquisa mostram o quanto o racismo acaba prejudicando a mobilidade dos brasileiros pela cor da sua pele. “É como se o direito de ir e vir fosse prejudicado de acordo com a cor da pele do passageiro. E essa limitação faz com que as oportunidades que as pessoas têm, seja no mercado de trabalho, no acesso à educação e no lazer, se tornem reduzidas”, disse Meirelles.
 

A pesquisa com a população em geral foi realizada de forma quantitativa online com 1.200 pessoas, com idade a partir de 18 anos, em todo o Brasil. A coleta de dados foi feita em janeiro deste ano e a margem de erro é de 2.8 pontos percentuais.
 
O estudo com profissionais da mobilidade também foi feito em janeiro de forma quantitativa presencial com 1.050 pessoas, com idade a partir de 18 anos nas dez principais regiões metropolitanas do país. A margem de erro é de 3 pontos percentuais.

Após curso em Recife, barbeiro teofilandense se destaca na cidade

A barbearia sempre esteve presente na vida de Luis Fernando da Silva Oliveira, de 24 anos. Desde criança, Nando, como é mais conhecido, já frequentava o salão do seu pai Luis Cabeleireiro, em Teofilândia, no bairro Cidade Nova.

“A barbearia é algo que acompanho desde muito novo. Meu pai serviu de inspiração. Mas só comecei a trabalhar na área com 18 anos, fui para o sul do país e, quando voltei para Bahia, me tornei evangélico e comecei o meu negócio”, conta Nando em entrevista ao T.A.

Nando trabalha há 6 anos como barbeiro. O seu empreendimento, que se chama Missão Barber, fica na Avenida Salvador, também no bairro Cidade Nova, e conta com um espaço climatizado e decorado. Os agendamentos são feitos de forma online, através do aplicativo App Barber, disponível para Android e iOS (iPhone).


O agendamento online é um diferencial, de acordo com Nando, o cliente não precisa esperar 3 ou 4 horas para cortar o cabelo ou fazer a barba. Já tem o horário agendado, isso facilita bastante.

O barbeiro teofilandense foi até a cidade de Recife, capital de Pernambuco, para aprender mais e melhorar o seu estilo de corte. Ele fez um curso com Josh Lamonaca e Charlie Gray, dois dos melhores barbeiros do mundo.  “Minha ida a Recife me ajudou bastante, conheci muitas pessoas e aprendi muita coisa. Comecei a melhorar e logo os clientes começaram a aumentar, então vi que meu serviço estava sendo entregue com qualidade, pois, o pessoal começava a indicar meu trabalho. Porém, não parei só no curso em Recife, sempre busco me qualificar em cursos online, estou sempre disposto a aprender”, disse.

MISSÃO BARBER
Endereço: Avenida Salvador, centro – Teofilândia
Contato: 75 99213-7901
Instagram: @missaobarber / @nanndo_barber

Brasileiros superendividados: ‘Vendi a lavadora para pagar aluguel, agora devo parcelas da máquina’

“Então, gente, estamos precisando de ajuda. O mês passado pagamos alguns exames da Maria, e as coisas saíram do controle… Não podemos pagar parte do aluguel, nem a luz e nem a água. Estamos pedindo ajuda para pagar contas atrasadas.”

Jaqueline Alves, de 31 anos, moradora de Canoas, na região metropolitana de Porto Alegre, é uma dos milhões de brasileiros que começaram o ano muito endividados e, por isso, ela fez esse apelo em uma rede social.

“As contas desse mês, provavelmente vamos deixar atrasar, mas o importante é pagar as mais antigas para não ficarmos sem teto, água e luz… O amanhã, Deus proverá!”, disse ela.

Jaqueline é casada e mãe de três — dois meninos de 15 e 7 anos e uma menina de 4 anos, que tem uma doença rara.

A única renda da família, que tem gastos extraordinários frequentes com a saúde da caçula, é uma aposentadoria de um salário mínimo (R$ 1.212 atualmente) que o marido de Jaqueline recebe por também ter uma deficiência.

Parte fica para o banco assim que cai na conta, para pagar parcelas de empréstimos passados, que têm a pensão como garantia. Sobram pouco mais de R$ 700 para sustentar a família no mês.

Jaqueline tem faturas de vários cartões de crédito em atraso, além das contas básicas de casa, somando dívidas que já passam de R$ 20 mil. “Os cartões acabam virando um meio de a gente pagar as contas”, diz.

“A gente precisa às vezes comprar um remédio, compra no cartão, aí chega a fatura, nem sempre a gente consegue pagar o mínimo, e vira uma bola de neve. A gente vai empurrando, pagamos a mais antigas e deixamos as mais novas para depois. Mas nunca conseguimos sanar as dívidas por completo.”

Desde o nascimento da filha, o casal depende da ajuda de conhecidos, amigos e familiares todo mês.

“Mas, agora, com essa crise que está aí, não estamos conseguindo mais arrecadar os valores para manter as nossas contas em dia. Até a solidariedade chega um ponto que não chega a tempo. Porque não é que está difícil só para a gente, está difícil para quem ajuda também”, afirma Jaqueline.

O caso dela é extremo, mas o avanço do endividamento e da inadimplência das famílias brasileiras é uma realidade do país como um todo.

Uma pessoa é considerada apenas endividada quando tem um compromisso financeiro, mas paga em dia. Ela se torna inadimplente quando não paga a dívida no prazo.


‘Os gastos com água e luz viraram uma bola de neve’, diz Jaqueline Alves Foto: Arquivo Pessoal / BBC News Brasil

Tanto o percentual de famílias endividadas quanto o de inadimplentes vêm batendo recordes desde o ano passado e estão em seu maior patamar em 12 anos.

E a tendência é que a inadimplência suba ainda mais em 2022 por causa do aumento dos juros e do fim de medidas emergenciais criadas na pandemia para ajudar os endividados.

A guerra na Ucrânia deve agravar esse cenário, ao provocar aumento de inflação, o que reduz a renda familiar disponível para honrar compromissos financeiros.

Ao fim de fevereiro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, informou que o governo estuda liberar recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para ajudar as famílias endividadas, mas não deu uma data.

Endividamento recorde

O nível de endividamento médio das famílias brasileiras ao longo 2021 chegou a 70,9%, o maior valor até então, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC),

O patamar foi de 76,3% em dezembro, um recorde histórico. Em fevereiro desse ano, o recorde foi novamente quebrado: 76,6%.

“O endividamento foi acelerando ao longo do ano passado”, diz Izis Ferreira, economista da CNC. “Nunca tínhamos tido na série histórica — que começa em 2010 — um ano em que o endividamento cresceu tão rápido.”

Segundo ela, as famílias recorreram ao crédito por motivos diferentes conforme a renda.

“Para as de menor renda, de até dez salários mínimos mensais, o avanço muito rápido da inflação deteriorou o orçamento dessas famílias”, observa Izis.

Ela destaca que, na alta de 10% da inflação em 2021, pesaram muito itens que têm forte impacto na renda das famílias, como gasolina (com alta de preço de 47%), energia elétrica (21%), alimentos (8%) e medicamentos (6%).

Enquanto isso, a renda domiciliar dos brasileiros caiu 10,7% no quarto trimestre de 2021 na comparação anual, o menor patamar da série histórica, iniciada em 2012.

“Isso fez com que essas famílias precisassem usar mais o cartão de crédito, cheque especial e recorrer aos carnês de loja para manterem seu nível de consumo”, explica a especialista.

Já para as famílias mais ricas, com renda mensal acima de dez salários mínimos, o primeiro fator do aumento do endividamento foram os juros muito baixos no início de 2021.

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‘Não defino preço da Petrobras’, diz Bolsonaro sobre aumento

Após o anúncio no preço da gasolina e do gás feito pela Petrobras nesta quinta-feira, 10, o presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou  não define preço de combustível da estatal.

“No mundo todo aumentou [preço dos combustíveis]. Eu não defino preço na Petrobras. Eu não decido nada, não. Só quando tem problema cai no meu colo”, disse Bolsonaro a apoiadores no cercadinho do Palácio da Alvorada.

A declaração foi divulgada no final da manhã, às 11h, pelo canal bolsonarista Foco do Brasil, mas foi concedida mais cedo a apoiadores.

“Lula e Dilma interferiram nos preços da Petrobras, entre outras coisas. Endividaram a empresa em R$ 900 bilhões. A tendência é melhorar lá fora, mas vai ter problema de combustível no Brasil. Não vai demorar”, afirmou.

Primeiro emplacamento de veículo online é disponibilizado pelo Detran-BA

O primeiro emplacamento de veículo online projetado pelo Detran-BA (Departamento Estadual de Trânsito) figura entre os novos serviços do órgão que investe em inovação tecnológica e avança no processo de atendimento digital ao cidadão.

“Com a nova modalidade, quem faz todo o processo é o próprio cidadão, o Governo da Bahia tem direcionado esforços para transformar o Detran-BA em um órgão moderno, ofertando um número maior de serviços digitais e mais acessíveis ao cidadão”, registra o diretor-geral Rodrigo Pimentel.

Para o novo serviço, o valor total do desembolso é composto pelo valor da alíquota do IPVA, a taxa de licenciamento e a cobrança da estampadora selecionada.

O Detran-BA tem orientado as concessionárias a seguir os requisitos necessários para validação eletrônica, com informações de saída do estoque, conforme o Projeto Renave 0 Km, e campo de restrição preenchido para o caso de veículo financiado (alienação fiduciária).

Para realizar o serviço online, acesse o site na aba Serviços, clique em Portal de Serviços, insira a identificação do usuário, siga em serviços para veículos e, na sequência, primeiro emplacamento online.

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