Baiana revela felicidade ao lado de marido um ano após casamento no 1º encontro

A empresária Elizabeth Athaide, de 58 anos, e o neuromecânico Nilton Santos, de 57, comemoram o sucesso do tão sonhado casamento que completa um ano neste sábado (30). O casal que se conheceu pela internet e nunca havia se encontrado pessoalmente se casou no primeiro encontro presencial, no aeroporto de Salvador. Na época eles tinham pouco mais de três meses de namoro.

“Uma doidice que deu certo, graças a Deus. Uma vida feliz”, comemorou Elizabeth.

Após o casório, Nilton, que morava em Palmas, resolveu se mudar para a cidade baiana de Feira de Santana. Juntos, eles moram no município que fica a cerca de 100 km de Salvador e, às vezes, passam dias em Itaparica, onde trabalham na área da construção civil.

Em entrevista ao G1, a empresária contou que o casamento tem sido uma “caixinha de surpresa” e que ela e o marido têm curtido muito o primeiro ano de união.

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Mãe e filho são executados dentro de casa em Serrinha

Mãe e filho foram executados dentro de casa, no bairro da Estação, em Serrinha, na madrugada desta sexta-feira, 29. A polícia acredita que a mãe tenha tentado proteger o filho, de 41 anos, e acabou sendo morta. Ninguém foi preso.

No boletim de ocorrência, policiais militares contam que foram acionados via CICOM (Central Integrada de Comunicação), por volta de 1h40, para atender uma ocorrência de disparo de arma de fogo na Avenida Getúlio Vargas. 

Chegando ao local, onde teria acontecido os disparos, os PMs encontraram as vítimas caídas, com ferimentos de tiro. Maria de Araújo Cunha, de 71 anos, e Genilson Araújo dos Santos morreram antes da chegada do socorro. 

Ainda não há informações sobre autoria e motivação do crime. *Com informações do repórter Reny Maia

Bolsonaro lidera todos os cenários para 2022 e vence nomes como Lula, Moro e Ciro

O presidente Jair Bolsonaro sai na frente nas intenções de voto na eleição presidencial de 2022 em cenários em que compete com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), com o ex-ministro da Justiça Sergio Moro (sem partido) e Ciro Gomes (PDT). É o que mostram dados levantados pelo Instituto Paraná Pesquisas. 

No cenário 1, Bolsonaro aparece com 30,5% das intenções enquanto Moro ocupa o segundo lugar com 12%. Ciro aparece na terceira posição com 10,6%. Pontuam ainda Fernando Haddad (9,5%), Luciano Huck (8,1%), João Doria (5,4%), Guilherme Boulos (3,5%) e João Amoedo (2,9%).

No segundo cenário, Bolsonaro repete a posição de vantagem e soma 31% das intenções de voto. O nome do ex-presidente Lula teve 17,3% e ficou em segundo lugar. Moro teve 12,1% e Ciro Gomes 9,2%. 

SEGUNDO TURNO
O Instituto Paraná Pesquisas também levantou dados sobre um eventual segundo turno, com embates diretos entre os nomes.

Quando a disputa é entre Jair Bolsonaro e Lula, o atual presidente do Brasil chega a 42,4% e o petista 35,7%. Brancos e nulos 18,5% e não souberam 3,4%. 

Já entre Bolsonaro e Moro, o cenário fica tecnicamente empatado. O presidente soma 39,1% e o ex-ministro da Justiça 37,6%.

A pesquisa Paraná ouviu 2002 eleitores durante os dias 22 a 26 de janeiro de 2021. A margem estimada de erro de aproximadamente 2,0%
para os resultados gerais.

Verão: Hidratação e cuidado com roupas é essencial para prevenir doenças urinárias

Fazer a hidratação da forma correta e se policiar em relação às roupas íntimas podem ser crucias para evitar doenças urológicas comuns no verão. De acordo com a Sociedade Brasileira de Urologia (SBU), problemas no aparelho urinário crescem em média 30% na estação. Os principais são o aumento dos casos de pedras nos rins e infecções urinárias.

“A pessoa fica mais molhada, mais úmida, mais suada. Isso pode facilitar a proliferação de fungos. É preciso que exista uma hidratação correta e cuidado com as roupas íntimas”, afirmou Lucas Batista, presidente da SBU – seção Bahia e chefe do serviço de urologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da Rádio Salvador FM 92,3.

O consumo de cerveja, mais comum também no verão, não pode deixar de ser acompanhado do consumo de água, diz o especialista. “Bebam sua cerveja, mas bebam mais água. Cerveja não é água. Continue com seus 2, 3 litros por dia. Se fizer atividade, beba mais [água]. Qualquer dúvida procure seu médico, não deixe essa situação evoluir”, recomendou.

Segundo a SBU, também é preciso seguir outras medidas preventivas como diminuir o consumo de sal, evitar alimentos ricos em proteínas, principalmente de origem animal, evitar embutidos e fazer atividades físicas.

Como forma de prevenção, a pessoa deve estar sempre atenta à cor do xixi. “O ideal é que esteja sempre clarinho. Se estiver amarelo escuro, a pessoa deve ficar atenta, pois pode significar que há uma grande concentração de substâncias e propiciar a formação das pedras”, alerta Lucas. 

A cristalização de pedras no trato urinário causa o já famoso problema de pedra no rim.  Em tamanhos menores, essas pedras podem ser expelidas naturalmente pelo organismo, através da urina. Quando não expelidas, as pedras podem ficar anos nos rins sem causar incômodo, mas pode provocar infecção urinária e perda parcial ou total da função do órgão. 

Lucas Batista faz a diferenciação de quando é necessário tratamento medicamentoso ou intervenção cirúrgica. “Isso vai depender muito de localização, constituição, tamanho, são vários fatores para definir se pode ter um tratamento medicamentoso. Geralmente isso acontece com cálculos menores, com pacientes que têm muita dor e vão para a emergência. Quando tá no rim, pode fazer medicamentoso, mas também pode ser preciso retirar o cálculo para não produzir novos cálculos. Precisa ver com um urologista a causa da formação dessas pedras”, destaca. 

As dores geralmente ocorrem quando as pedras se movimentam para sair do rim e obstruem o ureter, canal que transporta a urina até a bexiga. Nesse caso, pode manifestar sintomas como dor intensa, náuseas, vômitos, febre, presença de sangue na urina e sensação de bexiga cheia com maior frequência para urinar. 

Quando não são expelidos espontaneamente, o cálculo renal pode ser tratado com o uso de medicamentos ou através de cirurgia minimamente invasiva, como a endoscópica ou ureteroscopia, que conseguem retirar as pedras dos rins ou do ureter após a sua fragmentação.

Já a infecção urinária é mais comum em mulheres, “porque possuem a uretra mais curta que os homens e após a menopausa, ocorre diminuição dos hormônios, o que facilita a entrada de bactérias até a bexiga”, alerta o urologista. 

Ela tem maior incidência no verão principalmente devido à desitratação. O aumento de perda de líquidos pelo suor leva a uma menor frequência urinária, o que diminui a eliminação das bactérias causadoras da infecção. Além disso, uso prolongado de roupas molhadas após banhos de piscina ou de mar favorece a proliferação de bactérias e germes comuns dessa região, causando o desenvolvimento de infecções vaginais e urinárias. 

COVID-19 

O urologista também alertou para a relação da Covid-19 com as doenças urinárias. “A gente conseguiu caracterizar que é uma doença que tem uma lesão vascular muito grande. Pode afetar qualquer tipo de artéria no nosso corpo e causar insuficiência renal”, comenta. 

Além disso, Lucas revelou que pessoas que às vezes se sentem inseguras para beber água em locais públicos, durante a pandemia. “Alguns estudos começam a relatar que o uso de máscara dificulta a ingestão hidríca adequada, porque a pessoa fica com medo de usar em locais públicos. A pessoa tem que se conscientizar que tem que manter sua ingestão hídrica, procurar um local seguro”, complementa.  

Descoberta sobre contaminados em Salvador acende alerta para interior da Bahia, avalia imunologista

O resultado do inquérito epidemiológico realizado em Salvador (saiba mais aqui), publicado na segunda-feira (25), deve servir de alerta para o interior da Bahia. É como avalia o imunologista baiano Gustavo Cabral, pesquisador da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). Segundo ele, os 20% de contaminados identificados na capital baiana estão muito acima do nível nacional.

“Sem sombra de dúvida, o inquérito de Salvador deve servir de alerta para o interior. Se uma cidade como Salvador já chegou a 20%, em muitas cidades do interior a tragédia vai ser maior ainda, porque a gente precisa entender que o suporte do interior é diferente das capitais. Tem as UPAs, mas não tem estrutura”, afirmou o imunologista baiano.

Cabral ainda citou o desrespeito a medidas de prevenção à proliferação do novo coronavírus durante as eleições no interior do estado. Entre outubro e novembro de 2020, o Bahia Notícias identificou diversos casos de aglomeração de pessoas em comícios, passeatas e carreatas, além de agentes políticos sem utilizar máscara de proteção (relembre aquiaquiaqui e aqui).

“Nos casos graves, geralmente, existe necessidade de levar para outra cidade, cidades maiores. Fica o alerta demais para a capital, porque ainda tem muita gente, 80%, com possibilidade de infecção, e para os interiores entenderem que o vírus pode se dispersar muito rápido e novas cepas estão surgindo muito rápido também. Então precisa de um cuidado maior. Infelizmente, tem esses atos de irresponsabilidade”, criticou o imunologista.

Segundo Gustavo Cabral, outro fator preocupante é a falta de informação da população frente ao problema. “A sociedade tem que estar bem informada quanto a isso. Não adianta montar programas de controle e a sociedade não colaborar. Tem que incluir a sociedade nessa jogada”, disse. “Nos interiores, os números estão crescendo. E em alguns interiores que eu fui eu vi as pessoas sem máscara, sem nada”, complementou.

Segundo a Secretaria Estadual da Saúde (Sesab), em boletim publicado nesta quarta-feira (27), os municípios com os maiores coeficientes de incidência por 100.000 habitantes são: Ibirataia (11.513,85), Itororó (9.773,33), Itabuna (8.998,09), Muniz Ferreira (8.973,32) e Conceição do Coité (8.857,26), todos com índices acima dos de Salvador.

CENÁRIO INTERIORANO

Após a corrida eleitoral nos municípios, a quantidade de casos ativos da Covid-19 na Bahia disparou. Ainda segundo a Sesab, Vitória da Conquista, terceira maior cidade do estado, é a que apresenta a segunda maior quantidade de contaminados no momento, com 405 casos ativos.

Conquista é seguida pelos dois maiores municípios do sul da Bahia, Itabuna (375) e Ilhéus (216), que têm registrado altos números de transmissão do novo coronavírus desde o início da pandemia. A região tem 1.805 dos 11.099 casos ativos do estado, perdendo apenas para o leste do estado (3.780), onde fica Salvador.

Mesmo com números que se destacam, os três municípios estão com seus comércios em pleno funcionamento, impondo apenas algumas medidas de distanciamento social e a obrigação de uso de máscaras.

Feira de Santana (207), Paulo Afonso (175), Cruz das Almas (155), Jequié (146), Porto Seguro (135) e Alagoinhas (129) completam a lista dos 10 municípios do interior baiano com mais casos ativos.

Não há mais leitos de UTI reservados para o tratamento de pacientes com Covid-19 nos municípios de Irecê, no centro-norte da Bahia, e Remanso, no norte do estado. Na região nordeste, onde todos as vagas estão concentradas em Alagoinhas, a taxa de ocupação é de 88%.

Professor é preso por suspeita de abuso sexual contra menores em Riachão do Jacuípe

Um ex-diretor de colégio privado foi preso temporariamente na noite de quinta-feira (21), em Riachão do Jacuípe, a 67 quilômetros de Serrinha. Ele é suspeito de abuso sexual contra, pelo menos, dois menores de idade, um caso que chocou o pequeno município de 34 mil habitantes. Conhecido como Léo Professor, Aurelino Silveira Leo Mascarenhas Filho, de 46 anos, ensinou a disciplina de Biologia nas duas escolas mais caras de ensino médio e fundamental da cidade. Há cerca de cinco anos, ele deixou de lecionar e abandonou a direção de um colégio para empreender no ramo de telefonia e eletrônicos.  

De acordo com o relato de um morador da cidade que vive no mesmo bairro que o suspeito e conhece tanto ele quanto a família das vítimas, os abusos ocorriam na própria casa do professor. Ele dava aulas particulares de reforço para crianças e adolescentes. “Ele era professor e dava banca, aula particular. Os jovens iam para a casa dele e, em um certo momento, ele começou a assediar. Ele teve relação com dois da mesma família. Posterior a isso, ameaçava que ia mostrar foto, postar vídeo. Ele fazia essas ameaças para ter a manutenção da relação”, narra o morador. Segundo ele, Léo tinha uma arma no apartamento e câmeras no quarto que gravavam as relações sexuais com os jovens.  

Ele ainda revela que os abusos sexuais já duravam cerca de cinco a seis anos. Um dos jovens abusado revelou o caso após começar um tratamento psicológico por depressão. A denúncia teria vindo da própria família. “A família já sabe disso há um bom tempo, mas só fizeram a denúncia há uns dois meses. Um dos adolescentes contou porque já estava com quadro de depressão, fazendo tratamento. Depois da terapia, ele contou para a família, revelou tudo, e descobriu que acontecia também com outro familiar. Mas um não sabia do outro. A família toda está abalada, toda destruída”, conta.

O professor foi casado com uma mulher, com quem tinha uma filha de cerca de 14 anos. Após alegar que a mãe tinha transtornos, a Justiça concedeu a ele a guarda da filha, que ele tinha uma superproteção: “Ele não deixava ela ter contato com ninguém”, diz o morador.  

Ele disse ainda que um terceiro membro da mesma família, mais novo, não chegou a ser assediado, mas que também tomava banca com o professor. Ao vê-lo de cueca na casa, teria abandonado as aulas. A priori, não há outras vítimas no caso. Léo teria negado todas as acusações na delegacia de polícia. Ele está sob custódia na delegacia de Valente. O investigador da unidade disse não poder dar detalhes sobre o assunto, porque o caso corre em segredo de Justiça. A Polícia Civil e o delegado responsável também não comentaram a investigação.

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) confirmou que existe um inquérito policial em andamento para investigar a denúncia, mas o conteúdo não pode ser divulgado por envolver adolescente. Devido à denúncia de abuso sexual de menor, o Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) determinou a prisão temporária de 30 dias do suspeito, encerrando em 21 de fevereiro, segundo também informou o ministério, que emitiu parecer favorável à prisão.

O TJ-BA comunicou que o processo está em fase de “instrução processual”. Por tramitar em segredo de justiça, já que envolve vítimas de “crime de violência/abuso sexual”, o tribunal “não pode disponibilizar as informações detalhadas”.

Aurelino foi preso em sua própria residência. “A polícia chegou na casa dele final do dia, na tarde de quinta-feira. Passaram duas a três horas lá dentro. Apreenderam dois computadores e três celulares”, conta o morador. Na delegacia, a frieza chocou os policiais, de acordo com o jacuipense: “Ele negou tudo, falou que estavam armando contra ele. E tem relato de pessoas da delegacia que estranhou o quanto ele estava frio, como se nada tivesse acontecido com ele. Qualquer pessoa que fosse acusada disso estaria abalada”.    

A mãe do suposto agressor, Cida Maia, não quis comentar nada sobre a denúncia ou sobre a personalidade do filho. “Não sei porquê vocês estão fazendo esse alarde todo. Eu não posso dar nenhuma informação, porque o processo corre em segredo”, informou Cida, que também é professora. O advogado de Léo, Thiago Maia d’Oliveira, que foi sócio do escritório do criminalista Gamil Foppel, não atendeu às ligações e nem respondeu às mensagens.  

Youtuber – Em suas redes sociais, o agora ex-professor chegou a declarar apoio ao presidente Jair Bolsonaro, que, ironicamente, manifestou-se inúmeras vezes e até propôs um projeto de lei a favor da castração química para estupradores. Antes de ser detido, Léo Mascarenhas ainda vinha tentando uma carreira de youtuber em um canal onde se propunha tratar de assuntos relacionados a “senso de humanidade e amor ao próximo”.

O suspeito trabalhou por mais de 20 anos com educação, chegando a ensinar em cidades vizinhas a Riachão do Jacuípe, como Conceição do Coité. Ex-alunos adultos e egressos dos colégios em que ele ensinou contaram, sob a condição de anonimato, que sempre consideraram Léo uma figura “esquisita” e “manipuladora”. Outros moradores ainda relataram que o professor era “um cara muito baixo” e que “falava coisas de putaria, pornografias na sala com os alunos”. Apesar disso, era tido como “brincalhão” e “extrovertido”. Mas, fora da sala, era mais discreto. “A família dele sempre foi muito isolada dentro de casa, nunca foi de ter amizade com o pessoal do bairro. O perfil dele era discreto, ficava muito dentro de casa”.   

Já outro jacuipense que conhecia o professor, o considerava uma boa pessoa. “Ele vinha aqui no mercadinho, comprava biscoito para a filha dele, era um cara tranquilo, uma pessoa boa. Ele não dava a transparecer, ninguém acredita que aconteceu isso com ele. Era um professor excelente e bom pai”, declara o morador.  

Reação – Um terceiro morador de Riachão do Jacuípe, que também não quis se identificar, contou à reportagem que a prisão chocou toda a cidade, já que o suspeito era professor e uma pessoa conhecida. Apesar da notícia ter chamado atenção, parte da população critica a falta de posicionamento dos seus conterrâneos. Um texto de um dos moradores do município, que pede que “esse caso absurdo de pedofilia que veio a tona na nossa cidade não caia no esquecimento da população”, vem sendo compartilhado.

“Não podemos passar pano para criminosos seja ele de qual classe for. É triste você ver que algumas pessoas compram brigas de artistas, ou pessoas da internet que nem conhecem, fazem uma grande militância para pessoas que não sabem nem quem elas são, mas colocam uma venda nos olhos para o que acontece dentro da sua própria cidade com os seus próprios conterrâneos”, escreveu o cidadão de Riachão do Jacuípe no texto que vem sendo replicado nas redes sociais.

Em um dos compartilhamentos, uma moradora da cidade questionou a falta de postagens e cobranças de Justiça no caso que envolve o educador preso. “O fato de estar todo mundo calado só ajuda o agressor. [Léo Professor] foi uma pessoa que fez parte da vida acadêmica de vários jacuipenses e agora tá todo mundo fingindo que isso não aconteceu?”, pontuou. As informações são do site Correio2horas.

Rui Costa diz que não há prazo para volta às aulas na Bahia: ‘Pandemia está pior’

A retomada das aulas presenciais na Bahia continua sem prazo para acontecer. Segundo o governador Rui Costa (PT), com o aumento de casos e óbitos provocados pela Covid-19 no estado, não é possível estimar data para volta das atividades.

“Eu pretendia voltar desde o mês de outubro, mas o técnicos da secretaria de Saúde nos chamaram atenção de grandes aglomerações do período eleitoral, e um certo relaxamento por parte da juventude, e que isso poderia gerar uma alta na contaminação. Infelizmente, os técnicos tinham razão, e o que vimos, não só na Bahia, foi um crescimento acelerado da doença”, disse o governador, em entrevista ao “Isso é Bahia”, programa da rádio A TARDE FM em parceria com o Bahia Notícias. 

O petista afirmou concordar com a necessidade de retorno urgente das aulas, mas ponderou que a pandemia continua em trajetória de crescimento, sem perspectiva de estabilização ou baixa. 

“Chegamos a ter, em maio e junho, 70 óbitos por dia. Caímos em outubro para 20 óbitos por dia. Em novembro, passamos a subir e, em dezembro, passamos a ter 30 mortes por dia, ou seja, 900 mortes por mês. Em janeiro, a situação está pior, devemos fechar o mês com 35 óbitos por dia. Nesse momento de crescimento da doença, não ver ser nós a voltarmos às aulas”, alertou. 

O objetivo é aguardar as próximas três semanas para monitorar se haverá queda no número de óbitos e uma estabilização da quantidade diária de novos casos. Rui aproveitou para fazer um apelo para que os jovens tenham comportamento mais cuidadoso diante da pandemia. 

“Renovo meu apelo para que os jovens tenham consciência, evitem aglomerações, festas, pois eles são os principais disseminadores da doença. Nesse momento, eles são assintomáticos, mas acabam levando a doença para dentro de casa.”

Globo confirma saída de Faustão no fim do ano: ‘decisão do apresentador’

A notícia da saída do apresentador Fausto Silva da Globo foi confirmada pela emissora, no começo da noite desta segunda-feira. Por meio de comunicado divulgado à imprensa, a Globo disse que a decisão de encerrar o ciclo na emissora foi uma opção do apresentador. Na nota, a Globo enaltece Faustão e destaca o orgulho de ter contato com apresentador ao longo de 32 anos. A emissora ainda promete, como forma de homenagem ao apresentador, a melhor temporada de todos os tempos do programa.

Sobre o futuro, a emissora diz que ao longo dos próximos meses sua comunidade criativa irá definir qual dos projetos em discussão para o domingo é o mais adequado para 2022. Confira a íntegra do comunicada da emissora.

“Nestes mais de 30 anos de parceria, a TV Globo e o apresentador Fausto Silva sempre conversaram sobre novas oportunidades e inovações. Foi assim também nas últimas semanas, quando teve início o último ano do atual contrato. Mas, diante da decisão do apresentador de encerrar sua jornada à frente de programas semanais, só cabe à TV Globo respeitar e aplaudir a história que ele construiu.

Fausto Silva é um dos maiores comunicadores da televisão brasileira e a Globo tem enorme orgulho dos 32 anos de parceria com ele no Domingão do Faustão. Para honrar esta história de sucesso, a Globo está determinada a fazer em 2021 a melhor temporada de todos os tempos do programa, com edições sensacionais do Dança dos Famosos e do Show dos Famosos.

Ao longo dos próximos meses, a empresa vai reunir a sua comunidade criativa para definir qual dos projetos em discussão para o domingo é o mais adequado aos desafios de 2022 e a seu compromisso permanente com a inovação”. As informações são do Correio24horas

Teofilandense cria canal no YouTube para mostrar como é viver no Canadá

Após passar por algumas dificuldades, como idioma, clima e cultura, a teofilandense Renata Barbosa, de 26 anos, venceu a timidez e recentemente criou um canal no YouTube para mostrar como é viver no Canadá. Em entrevista ao site Teofilândia Acontece, Renata disse que desde cedo teve contato com a língua inglesa e com canadenses.

“Quando eu tinha 2 anos de idade, um pessoal daqui do Canadá foi a Teofilândia para fazer um projeto na mineração. Meu pai já entendia inglês na época e isso facilitou a minha imersão nesse mundo. Desde pequena, eu tive esse contato com a língua e sempre fui apaixonada. Em 2008, meu pai acabou sendo convidado por um desses amigos canadenses para trabalhar aqui no Canadá e ele fez a documentação de toda a família. O que mais me motivou a querer morar no Canadá foi a oportunidade de conhecer algo novo. E foi o que aconteceu. Me apaixonei pelo país, pela cultura, pelas possibilidades…”, contou.

Em seu canal, ela dá dicas e mostra como é um pouco da sua vida na pequena cidade Saskatoon na província Saskatchewan. A teofilandense mora há 8 anos no Canadá.

“Desde 2013 eu tinha essa vontade de criar um canal. Porém, a minha timidez me atrapalhava bastante e acabei deixando isso de lado. Por causa da pandemia eu passei a passar bastante tempo em casa, e comecei a cogitar na ideia do canal. Acho que consigo mostrar um pouco para as pessoas como é a vida sendo imigrante, os prós e os contras”, explicou Renata.

O canal conta com mil inscritos e foi criado em agosto de 2020.
Para assistir aos vídeos e se inscrever, clique aqui.

Enem registra 55,3% de abstenção no segundo dia de provas e bate recorde de faltas

Com base em dados ainda preliminares, o Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) informou neste domingo (24) que o segundo dia do Enem registrou 55,3% de abstenção. Um recorde no histórico do exame.

O índice superou o observado no primeiro dia do exame, no domingo (17), quando havia sido registrada a marca de 51,5%.

Os números foram apresentados pelo presidente do instituto, Alexandre Lopes, em coletiva à imprensa. Segundo ele, 2,4 milhões de inscritos compareceram para fazer as provas de Ciências da Natureza e Matemática, contra um total superior a 3 milhões de ausentes. “Foi mais do que a gente estava esperando”, afirmou.

Ele, no entanto, defendeu a realização do Enem. “O Inep não pode parar”, disse. Questionado sobre a aplicação do exame em meio ao agravamento da pandemia da Covid-19, Lopes afirmou que, para os mais de 2 milhões de inscritos que compareceram às provas nos dois domingos, foi uma decisão importante.

“Você tem que perguntar a eles. Tivemos milhões de pessoas interessadas em fazer o Enem. Prepararam-se, foram ao local das provas, fizeram as provas”, disse o presidente do Inep. “E, porque o fizeram, vão poder concorrer às vagas do Sisu no primeiro semestre de 2021”.

O Sisu é o Sistema de Seleção Unificada do Ministério da Educação, que usa as notas do Enem para ingresso em instituições de ensino superior públicas.

Também presente à coletiva, delegado Cleo Mazzotti, da Polícia Federal, afirmou que o Enem foi realizado sem incidentes, seja no aspecto da segurança ou quanto à lisura do exame

De acordo com Lopes, os inscritos que se sentiram prejudicados por incidentes logísticos durante a aplicação dos exames nos dois dias de provas poderão solicitar a reaplicação. Ele encorajou os inscritos que não fizeram as provas a fazer a solicitação.

O pedido deverá ser feito pela página do participante a partir de meio-dia desta segunda-feira (25) até a sexta-feira (29). Os casos, frisa o instituto, serão avaliados individualmente. A reaplicação está prevista para os dias 23 e 24 de fevereiro.

Em relação ao Amazonas, frisou o presidente do Inep, os inscritos não precisam fazer o pedido de reaplicação. Ela será feita para todos os candidatos. Por enquanto, segundo Lopes, as datas estão mantidas.

O mesmo ocorreu para 13,7 mil inscritos que comunicaram ausência nos dois domingos de aplicação do exame em razão de terem contraído doenças infectocontagiosas, incluindo a Covid-19.

A realização do exame no momento em que a pandemia do novo coronavírus se agravou foi criticada por diferentes setores da sociedade, mas o governo decidiu mantê-lo.

Mais cedo neste domingo, em São Paulo, o ministro da Educação, Milton Ribeiro, disse que foi correto prever a alta abstenção para organizar as salas. “Se houve esse pensamento, de que a abstenção seria de pelo menos 30%, então estávamos certos porque ela foi de 51%”, afirmou Ribeiro.

“Temos que ver o outro lado também, e não estou querendo defender ninguém, mas imagine, se tivéssemos contratado tudo [número de salas suficiente], o valor de dinheiro público que haveríamos de usar.”

O titular da Educação acompanhou a entrada dos candidatos que foram fazer o segundo dia de provas do Enem neste domingo. Ele escolheu visitar a escola estadual Cesar Martinez, em Moema, bairro nobre de São Paulo.

Segundo ele, pela gestão “séria e responsável” do dinheiro público foi correto ter contado com a alta abstenção para organizar os locais de prova, ou seja, sem ampliação suficiente do número de salas para garantir que todas só tivessem 50% de candidatos.

“Gastamos mais de R$ 700 milhões do Tesouro para a aplicação do Enem neste ano. Imagine se não tivesse feito uma mínima previsão [de abstenção] aí as coisas ficariam mais difíceis”, disse o ministro.

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