Traficante que atuava em Serrinha morre em troca de tiros com a PM na cidade de Andorinha

Um traficante que atuava na cidade de Serrinha morreu na tarde do último sábado (26), por volta das 17h, no município de Andorinha, na microrregião de Senhor do Bonfim, a 240 km de Serrinha, após uma troca de tiros com policiais militares, segundo informações colhidas pelo Portal Cleriston Silva. 

De acordo com o apurado pela reportagem, agentes da Companhia de Emprego Tático Operacional (CETO) do 6º BPM e Companhia Independente de Policiamento Especializado (CIPE/Caatinga) foram ao povoado Vila Peixe para cumprir um mandado de prisão preventiva contra Elivaldo de Jesus Souza, de 43 anos, vulgo “Marcelo” ou “Rendão”, pelo crime de tráfico de entorpecentes naquela cidade.

Ao chegarem para cumprimento do mandado de prisão, os policiais militares foram recebidos a tiros pelo infrator, que durante o confronto acabou sendo atingido. O traficante foi socorrido imediatamente, mas foi constatado óbito no hospital do município.  

Foi apreendido um revólver calibre 38 com seis munições do mesmo calibre, sendo duas deflagradas e quatro intactas. De acordo com a polícia, Marcelo também tinha ligação com uma facção criminosa que atua na capital baiana.

Brasil ficou para trás não só de países ricos, diz Nelson Teich sobre vacinação

Em entrevista à CNN neste domingo (27), o ex-ministro da Saúde Nelson Teich reforçou que o Brasil está  atrasado nas negociações de vacinas contra o Covid-19

“Assim que a eficácia de um imunizante é comprovada, ele precisa ser comprado. Não tivemos essa velocidade”, disse Teich.

“Ficamos para trás em relação ao mundo, principalmente em relação aos países ricos, mas também a aqueles que se assemelham ao Brasil do ponto de vista econômico.”

O ex-ministro também comentou sobre a opinião do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) contra obrigatoriedade da vacina: “O presidente já deixou muito clara a posição dele. Ele não quer ser uma liderança na vacinação da Covid-19 no Brasil. Não adianta reclamarmos.”

“Esse problema de coordenação foi se acumulando ao longo do tempo, ele não é relacionado a esse governo específico. Quando ficamos sobrecarregados, não tínhamos um sistema com a capacidade de realmente de lidar com a pandemia.”

Teofilândia: Praça do Half terá Academia da Saúde

O atual prefeito de Teofilândia, Tércio Nunes (PP), divulgou no último domingo, 27, em sua conta na rede social Instagram, que a Praça do Half, na Vila, contará com o projeto Academia da Saúde.

O programa Academia da Saúde, lançado em 2011, é uma estratégia de promoção da saúde e produção do cuidado que funciona com a implantação de espaços públicos conhecidos como polos do Programa Academia da Saúde. Esses polos são dotados de infraestrutura, equipamentos e profissionais qualificados. Como ponto de atenção no território, complementam o cuidado integral e fortalece as ações de promoção da saúde em articulação com outros programas e ações de saúde como a Estratégia da Saúde da Família, os Núcleos de Apoio à Saúde da Família e a Vigilância em Saúde.

Homem é morto a facadas após briga em bar em Teofilândia

Um homem de 22 anos foi morto a facadas após uma briga em um bar na manhã desta sexta-feira, 25, por volta das 11h, em Teofilândia. Segundo apurou o Portal Cleriston Silva, a vítima, Givanildo Santos Ferreira, estava em um bar no povoado Barreiro, a 7 km da sede do município, quando teria começado uma discussão com outro cliente e entrando em luta corporal. 

Durante a briga, Givanildo foi esfaqueado no pescoço. As pessoas que estavam no local tentaram socorrer o homem, mas ele não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O motivo da discussão é desconhecido.

A Polícia Militar foi acionada e conseguiu encontrar o autor do crime, que foi preso em flagrante por homicídio e encaminhado à Delegacia de Polícia Civil. O acusado tem 27 anos e foi identificado como James de Jesus Rodrigues.

Coronavac apresenta eficácia suficiente para registro, afirma Butantan

O Instituto Butantan e o governo de São Paulo informaram nesta quarta-feira (23) que a vacina Coronavac apresentou eficácia superior a 50%, percentual mínimo recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para registro de um imunizante, e terá o registro pedido à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). 

No entanto, a divulgação dos dados de eficácia foi adiada. A justificativa foi que o laboratório Sinovac – parceiro do Butantan no desenvolvimento da vacina – pediu mais 15 dias de avaliação para que os dados sejam comparados a resultados de pesquisas em outros países, evitando que a vacina tenha diferentes índices de eficácia anunciados, de acordo com a Agência Brasil. 

“Atingiu-se os índices exigidos tanto pela Anvisa quanto pela OMS nos estudos de fase 3”, disse o secretário de estado da saúde, Jean Gorinchteyn. Segundo informações do governo, ontem foram recebidas as primeiras análises do estudo clínico de fase 3, com 13 mil voluntários em 16 centros científicos no Brasil.

“Nós atingimos o limiar da eficácia, que permite o processo de solicitação de uso emergencial, seja aqui no Brasil, seja na China. Temos um contrato com a Sinovac que especifica que o anúncio desse número precisa ser feito em conjunto no mesmo momento. Ontem mesmo apresentamos esses números à nossa parceira, que, no entanto, solicitou que não houvesse a divulgação do número pelo motivo de que eles necessitam de analisar cada um dos casos para poder aplicar à NMPA [agência de saúde da china]”, disse o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas.

A Sinovac solicitou o envio da base de dados, que foi transferida na manhã de hoje, segundo Covas, para que possam realizar a análise. Após o prazo de até 15 dias, os resultados finais serão encaminhados à Anvisa e à National Medical Products Administration, agência de saúde da China. 

Segundo o diretor do Butantan, essa solicitação do laboratório chinês está prevista no contrato. Covas afirmou, no entanto, que isso não terá nenhuma influência no programa de desenvolvimento da vacina. O governo paulista diz que, até o final do mês, 10,8 milhões de doses da vacina chegarão ao país. Amanhã (24), um carregamento com insumos para 5,5 milhões de doses desembarca no Aeroporto Internacional de Viracopos, em Campinas.

De acordo com o diretor do Instituto Butantan, a Coronavac é a vacina mais segura de todas as que estão em teste no momento. “Quer dizer, um excelente perfil de segurança, com manifestações adversas leves, com uma frequência muito baixa, sendo que a reação mais presente foi dor no local da injeção. Mesmo essa manifestação não foi substancialmente diferente entre o grupo vacinal e o grupo placebo”.

“Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer eleição de 22”, diz Bolsonaro

Em férias em São Francisco do Sul (SC), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta terça-feira (22) para seus apoiadores esquecerem a eleição presidencial de 2022 caso o Congresso Nacional não aprove a lei que institua o voto impresso.

O presidente passou cerca de 25 minutos cumprimentando apoiadores, quando um deles questionou: “falta muito para chegar 2022, para apertar [o botão da urna eletrônica] de novo, presidente”?

Poucos segundos após a pergunta, Bolsonaro respondeu: “Se a gente não tiver voto impresso, pode esquecer a eleição”.

O presidente tem defendido nas últimas semanas a aprovação de uma Proposta de Emenda à Constituição para instituir a obrigatoriedade do voto impresso.

Em março deste ano, sem apresentar provas, o presidente afirmou que houve fraude eleitoral em 2018 e que foi eleito no primeiro turno. Na ocasião, ele afirmou que tinha provas da fraude, mas nunca as apresentou.

No dia 29 de novembro, quando votou no segundo turno das eleições municipais no Rio de Janeiro, Bolsonaro voltou a sugerir, sem provas, que o voto eletrônico no país não é confiável.

Nesta terça-feira, dia em que foi preso um de seus principais aliados, o prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella (Republicanos), o presidente decidiu não falar com a imprensa.

Ao ser abordado por jornalistas, perguntou qual seria o assunto a ser tratado, não respondeu a nenhuma pergunta e fez críticas à Rede Globo.

Na manhã desta terça, horas após a prisão de Crivella, o presidente fez um passeio de barco com o ministro Fábio Faria (Comunicações), com o secretário Jorge Seif (Pesca) e o apresentador Ratinho. Eles foram pescar.

Bolsonaro não usou máscara ao cumprimentar os seus apoiadores, que também não usavam o equipamento de proteção individual e se aglomeravam em torno do presidente.

Santa Catarina é um dos estados mais castigados pelo avanço da Covid-19. Ao todo, são 23.530 casos ativos da doença.

Covid-19: Teofilândia registra mais uma morte

A Prefeitura de Teofilândia divulgou mais um boletim epidemiológico nesta segunda-feira, 21 de dezembro. O município registrou mais 1 óbito, 6 novos casos confirmados da doença e 22 altas, totalizando, portanto, 57 casos ativos. 9 pessoas já morreram infectadas pela Covid-19 em Teofilândia.⠀⠀⠀⠀⠀⠀

A Prefeitura lamentou mais uma morte por Covid-19. “É com profundo pesar que no boletim desta segunda-feira (21/12/20) noticiamos o nono óbito de pessoa de Teofilândia vítima da Covid-19.⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀

Trata-se de uma paciente de 93 anos, que não resistiu às complicações da doença e faleceu ontem. Ela estava internada no Hospital de Campanha desde o último dia 11/12. O resultado emitido também ontem pelo Lacen confirmou a presença do vírus.”, informou.⠀⠀⠀

Teofilândia possui transmissão comunitária, quando não é possível mais mapear a cadeia de infecção do vírus. Por isso a importância de usar máscara da maneira correta caso seja necessário sair.⠀

Aprovação ao governo Bolsonaro cai em dezembro, mostra pesquisa Ibope

Uma pesquisa divulgada pelo Ibope, nesta quarta-feira, 16 , mostra que a aprovação do governo de Jair Bolsonaro recuou para 35% em dezembro, o que significa que um em cada três brasileiros considera a gestão atual “ótima” ou “boa”. Em setembro, quando foi feita a pesquisa anterior, 40% aprovavam o governo.

A pesquisa foi encomendada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e realizada entre 5 e 8 de dezembro com 2 mil pessoas em 126 municípios. O levantamento aponta ainda que 44% dos entrevistados dizem confiar em Jair Bolsonaro, 53% afirmam não confiar e 3% não souberam ou não quiseram responder.

A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos e o nível de confiança, de 95%.

Expectativa da população – Ainda segundo dados do Ibope, 35% dos entrevistados acreditam que os próximos anos de mandato de Bolsonaro serão ótimos ou bons. Entretanto, 31% disseram que serão ruins ou péssimos. Para 30%, os próximos anos serão regulares.

Inscritos no Bolsa Família ganham prazo para contestar auxílio negado

Os beneficiários do Bolsa Família que tiveram o auxílio emergencial extensão de R$ 300 (R$ 600 para mães solteiras) cancelado, bloqueado ou negado ganharam um prazo para requererem o benefício, informou hoje (14) o Ministério da Cidadania. A partir de domingo (20) até 29 de dezembro, a revisão do benefício deve ser pedida no site da Dataprev, estatal que processa os requerimentos do auxílio emergencial. O processo será inteiramente virtual, dispensando a necessidade de ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou a um posto de atendimento do Cadastro Único de Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Segundo o Ministério da Cidadania, a pasta promove mensalmente um pente-fino entre os beneficiários do auxílio emergencial para verificar se eles atendem a todos os requisitos definidos pela lei que criou o benefício. Quem não se enquadra em um dos critérios é excluído da lista de beneficiários, mesmo tendo recebido alguma parcela. De acordo com a pasta, a verificação é necessária para garantir que o público-alvo do auxílio emergencial seja atendido e impedir que pessoas que não precisam do benefício recebam a ajuda. Entre as principais situações verificadas, estão morte, descoberta de irregularidades ou obtenção de emprego formal durante a concessão do auxílio.

Contestações

Na última quarta-feira (9), foram reabertos os prazos de contestação para os trabalhadores informais e inscritos no CadÚnico que tiveram o auxílio emergencial extensão bloqueado, cancelado ou indeferido. O prazo acaba nesta sexta-feira (18). O Ministério da Cidadania também reabriu o prazo para quem teve o auxílio cancelado por indícios de irregularidade verificados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ou pela Controladoria-Geral da União (CGU). Os requerimentos podem ser feitos até o dia 20. A pasta também abriu prazo para a contestação de quem teve a extensão do auxílio emergencial indeferido por não atender aos novos critérios de concessão. Os pedidos poderão ser feitos a partir de quinta-feira (17) até o dia 26. Ao prorrogar o auxílio emergencial por três meses com metade do valor do benefício, o governo endureceu alguns critérios, como a utilização de dados fiscais de 2019, em vez de 2018.(Agência Brasil)

Projeto da Câmara com regras do Fundeb pode tirar até R$ 12,8 bi de escolas públicas

Mudanças feitas pela Câmara no projeto de lei de regulamentação do novo Fundeb (Fundo de Desenvolvimento da Educação Básica) abrem brecha para transferir até R$ 12,8 bilhões por ano da rede pública para escolas filantrópicas, comunitárias e confessionais.

O levantamento foi feito pela ONG Todos pela Educação e divulgado nesta segunda-feira (14). O projeto de lei foi aprovado pela Câmara no dia 10 deste mês. A proposta está na pauta de votação do Senado desta terça-feira (15).

Lucas Hoogerbrugge, líder de relações governamentais do Todos Pela Educação, disse que as perdas passaram a ser possível após duas emendas aprovadas nos destaques ao final da votação do texto da regulamentação do Fundeb.

Com a mudança, é permitida a distribuição de até 10% dos recursos do fundo para instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos e conveniadas com o poder público no ensino fundamental e no ensino médio.

Hoje, municípios e Estados podem fazer convênio com essas instituições, mas não recebem recurso do Fundeb para isso. Se aprovadas no Congresso, as novas regras passam a valer a partir de 2021.

“Na nossa visão é muito negativo, vai incentivar a expansão de vagas nas instituições sem fins lucrativos em etapas que há vagas na rede pública, diferentemente do que acontece na educação infantil”, disse Hoogerbrugge.

“Além disso, os municípios mais pobres acabarão perdendo recursos para municípios mais ricos, onde estão concentradas mais escolas filantrópicas, comunitárias e confessionais”, afirmou.

O relator do projeto no Senado, senador Izalci Lucas (PSDB-DF), disse que o texto ainda está sendo analisado. A intenção é fazer ajustes de forma que não precise voltar para a Câmara.

Apesar de não ter definido o que fará sobre esse trecho do projeto, ele disse acreditar que o importante é o aluno ter uma educação de qualidade, independente da instituição.

“Eu penso que há uma confusão forte. Toda educação é pública, a gestão que é estatal ou privada. O importante é que o aluno possa estudar numa boa escola”, afirmou.

A regulamentação do novo Fundeb tem mudanças importantes para o financiamento da educação básica pública do país.

O texto garante complementação de recursos para municípios mais pobres, aumento do financiamento para a educação infantil e o uso de 70% dos recursos do fundo para o pagamento de profissionais da educação.

No entanto, as modificações aprovadas também vão permitir mais recursos para escolas privadas sem fins lucrativos, que agora poderão receber também por matrículas no ensino fundamental e médio –antes só valia para a educação infantil.

A medida é considerada uma vitória da base do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), já que beneficia também as escolas confessionais (ligadas a igrejas).

O relator do projeto na Câmara, deputado Felipe Rigoni (PSB-ES), foi procurado, mas não atendeu às ligações.

Nesta segunda, a Campanha Nacional pelo Direito à Educação e a Fineduca (Associação Nacional de Pesquisa em Financiamento da Educação) também divulgaram uma nota com estimativa de recursos tirados do ensino público.

Segundo a entidade, quatro pontos do projeto de regulamentação têm potencial para reduzir os repasses para as escolas públicas em R$ 15,9 bilhões.

A Campanha Nacional pelo Direito à Educação e a Fineduca afirmam que a proposta de reservar 10% da prestação do ensino fundamental e médio à iniciativa privada indica desmobilização das redes públicas e incentivo ao setor privado, com sérias responsabilidades para os gestores públicos.

“Não há falta de vagas na rede pública de ensino fundamental e médio. Mais do que isso, segundo dados do Censo Escolar, as matrículas dos estados e municípios no ensino fundamental e médio caíram de 36,2 milhões, em 2007, para 28,1 milhões, em 2019, ou seja, uma redução de 8,1 milhões”, diz a nota técnica.

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