Eric Evangelista debate melhorias para a agricultura em Teofilândia com deputado e secretário

Eric Evangelista participou, nesta segunda-feira (04), de um encontro com o deputado Neto Carletto e o secretário estadual de agricultura, Pablo Barrozo, para discutir políticas de fortalecimento da agricultura e novos projetos para Teofilândia. Durante a reunião, foram abordadas propostas de melhorias para o setor rural e iniciativas voltadas ao desenvolvimento local.

Evangelista destacou a importância do diálogo com gestores públicos para impulsionar conquistas à população. “Estamos na luta pela nossa gente, com fé e trabalho, para garantir avanços que transformem a realidade de Teofilândia”, afirmou Eric, que tem a agricultura como uma de suas prioridades.

A reunião também tratou de parcerias para viabilizar recursos e programas que beneficiem pequenos produtores da região.

1º Festival do Milho celebra força do campo com desfile de tratores e apresentações culturais em Araci

Araci (BA) – O 1º Festival do Milho transformou o último sábado (02) em um dia de celebração da agricultura familiar e dos avanços no campo. O evento, realizado no município, reuniu moradores de diversas regiões com desfiles de tratores, apresentações culturais e exposições de projetos que têm impulsionado o desenvolvimento rural e urbano.

Destaques do Festival

Entre as principais atrações, a Prefeitura de Araci apresentou os resultados da safra de milho do Projeto Nossa Terra, além de destacar:

Obras de calçamento em povoados rurais;
100 aguadas limpas e ampliadas;
Escavação de novas aguadas pelo Projeto Mãos Unidas.

As iniciativas reforçam o compromisso da gestão municipal com o fortalecimento da agricultura e a melhoria da qualidade de vida no campo.

Integração e Reconhecimento

Agricultores, lideranças e representantes de associações compareceram ao evento, celebrando os avanços e a importância de políticas voltadas para o setor. Em publicação nas redes sociais, a Prefeitura afirmou: “Seguimos firmes, lado a lado com o povo, fortalecendo a agricultura e cuidando do nosso futuro!”

O festival não só promoveu a integração entre as comunidades, mas também reafirmou a identidade agrícola de Araci, marcando um momento histórico para o município.

Fifa avalia transferências de jogos dos Estados Unidos para o Canadá na Copa do Mundo de 2026

Entidade máxima do futebol mundial, a Fifa ainda avalia mudanças para a Copa do Mundo de 2026. A competição prevista para acontecer em Estados Unidos, Canadá e México poderá mudar a distribuição de partidas por conta de entraves consulares e logísticos do território norte-americano.

A medida foi cogitada após as crescentes dificuldades na obtenção de visto para a entrada nos EUA. O fato se intensificou por conta de políticas migratórias mais rígidas implementadas pelo presidente do país, Donald Trump.

Além disso, o tempo de espera na aprovação de vistos pode ultrapassar 300 dias, o que representa risco na presença de delegações, torcedores e jornalistas.

O presidente da Fifa, Gianni Infantino, afirmou que o planejamento segue conforme o cronograma, mas nos bastidores, os organizadores já apontaram o Canadá como alternativa estratégica caso a situação persista.

Outro fator também pautado de maneira interna na entidade, são as paralisações por conta de tempestades com trovões, situação comum no verão norte-americano. Durante a Copa do Mundo de Clubes, esse desafio levantou alerta na Fifa.

Responsável por linhas de ônibus intermunicipais, Viação Regional e Jauá anuncia fechamento após 30 anos

As empresas Viação Regional e Viação Jauá anunciaram o encerramento de suas atividades após 30 anos de fundação na Bahia. Por meio de um comunicado nas redes sociais, neste sábado (1º), a entidade informou que a partir de setembro, vai fechar e repassar suas atividades para outras empresas. 

Atualmente a organização é responsável por atender cidades como Alagoinhas, Camaçari, Cipó, Cícero Dantas, Feira de Santana, Inhambupe, Jeremoabo, Nova Soure, Olindina, Paulo Afonso, Ribeira do Pombal, Ribeira do Amparo, Terra Nova e Teodoro Sampaio, e alguns municípios da Região Metropolitana de Salvador. 

O Sindicato dos Rodoviários Metropolitano informou que as linhas de ônibus serão administradas agora pela Viação Cidade Sol da família dos Carletto. O grupo passa a ser agora a maior empresa do sistema intermunicipal da Bahia, tendo o maior monopólio de todos os tempos no transporte de passageiros. 

A Viação Jauá iniciou suas atividades em 1997 no ramo de transporte intermunicipal e metropolitano de passageiros. Sua área de atuação se destaca na região do Recôncavo Baiano, compreedendo as cidades de Amargosa, Varzedo, Santo Antônio de Jesus, Conceição do Almeida, Mangabeira, Cruz das Almas, Conceição da Feira e São Gonçalo. Também serve de transporte as cidades históricas de Santo Amaro, Cachoeira, São Felix, Maragojipe e Muritiba. Na região Metrpolitana de Salvador, seu principal destino é Candeias.

Desaparecimentos de mulheres em Capim Grosso (BA) deixam rastro de dor e incógnitas

Cidade de 35 mil habitantes na Bahia registra seis casos não solucionados em uma década; famílias clamam por justiça

Capim Grosso (BA) – Uma sombra de medo e desespero paira sobre Capim Grosso, município baiano de pouco mais de 35 mil habitantes, localizado na Bacia do Jacuípe. Nos últimos onze anos, seis mulheres desapareceram em circunstâncias ainda não esclarecidas, deixando famílias em agonia e uma comunidade inteira à procura de respostas. Os casos, que vão de 2014 a julho de 2025, têm em comum a falta de pistas concretas e a sensação de impunidade. A reportagem é do site local FR Notícias.

O caso mais recente: Neia desaparece após sair para pagamento

No domingo, 6 de julho de 2025, Gilvanei Sousa Bispo, de 48 anos, conhecida como “Neia”, saiu de casa para realizar um pagamento no centro da cidade e nunca mais retornou. Relatos não confirmados sugerem que ela teria sido vista no distrito de Itatiaia, em São José do Jacuípe, a 12 km de distância, mas as autoridades ainda não validaram a informação.
A Guarda Civil Municipal de Capim Grosso, sob coordenação de Magno Segurança, lidera as buscas. Familiares, em desespero, pedem que qualquer informação seja repassada pelo número (75) 9 8329-5401.

Casos que ecoam no tempo

Os desaparecimentos não são um fenômeno recente. Suzi Santos Oliveira, de 32 anos, está desaparecida desde outubro de 2014. Mãe de dois filhos pequenos, ela foi vista pela última vez no bairro Mutirão II. Uma possível aparição em Juazeiro (BA), a 230 km de distância, levantou esperanças, mas as buscas na região não trouxeram resultados.

Em fevereiro de 2018, foi a vez de Ana Paula Nunes Vieira, a “Paulinha”, sumir sem explicações. Ela foi vista pela última vez próximo à UPA 24H, no bairro KM-02, aguardando um transporte para Jacobina. A família mobilizou redes sociais e a imprensa local, mas, sete anos depois, o mistério permanece.

Leomaria Ribeiro desapareceu em novembro de 2022, sem deixar rastros. Até hoje, sua família não recebeu nenhuma informação sobre seu paradeiro. Quem tiver qualquer pista pode entrar em contato pelo (74) 9 8131-7530.

Angelina: a jovem mãe que nunca voltou

Um dos casos mais recentes é o de Angelina Rodrigues dos Santos, desaparecida desde 19 de novembro de 2023. Mãe de uma criança de cinco anos, Angelina sofre de um transtorno mental não especificado, segundo sua mãe, Angela Lima dos Santos. Câmeras de segurança a captaram caminhando sozinha pelas ruas da cidade, vestindo short jeans e um body vermelho.

A Polícia Civil investiga o caso, e informações podem ser repassadas pelos números 190 ou 181. Buscas foram realizadas até em Feira de Santana, mas nenhum vestígio foi encontrado.

Um grito coletivo por justiça

Os desaparecimentos dessas mulheres deixaram marcas profundas em Capim Grosso. Famílias vivem entre a esperança e o desalento, enquanto a população cobra ações mais efetivas das autoridades. Todos os casos seguem em aberto, sem respostas sobre o destino das vítimas.

O apelo das famílias é unânime: qualquer informação, por menor que seja, pode ser crucial. A comunidade se mantém unida, na esperança de que a verdade venha à tona e que essas mulheres possam, finalmente, ter seus casos resolvidos.

Homem é detido em farmácia no centro de Teofilândia

Um homem de 34 anos foi preso na tarde desta quinta-feira (31) durante a Operação Impactus, após a guarnição do 3º Pelotão ser acionada pela Polícia Civil para cumprir um mandado de prisão. O fato ocorreu por volta das 17h55, no centro da cidade.

De acordo com o relato da ocorrência (nº 000574115/2025), os policiais avistaram o acusado trafegando em uma motocicleta em sentido contrário na Rua Manoel Joaquim de Moura. Ao realizarem o retorno, localizaram o homem dentro de uma farmácia, onde foi abordado. Durante a verificação de documentos, os agentes confirmaram sua identidade e a existência do mandado em aberto.

O indivíduo foi conduzido à Delegacia de Teofilândia e entregue à autoridade policial responsável para as devidas providências legais. A operação reforça a atuação integrada entre as forças de segurança no combate à criminalidade na região.

*Foto ilustrativa

Mulher com mandado de prisão por homicídio é detida em Teofilândia

Na tarde da última quinta-feira, 31, uma mulher de 47 anos foi presa no povoado Cavalo Morto, em Teofilândia, após a Polícia Militar receber informações sobre um mandado de prisão em aberto em seu nome. 

A suspeita, identificada apenas pelas iniciais A.R.S., foi localizada nas proximidades de sua residência, no momento em que saía do imóvel. Ao ser abordada, os policiais deram ciência do mandado judicial expedido pela 1ª Vara Criminal da Infância e da Juventude da Comarca de Vespasiano, no estado de Minas Gerais.

De acordo com o processo, a mulher responde por homicídio qualificado, conforme o artigo 121, § 2º, do Código Penal Brasileiro.

*Foto ilustrativa

DNIT destrava duplicação da BR-116 com desapropriação de 160 áreas entre Araci e Santa Bárbara

O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) deu um passo decisivo para a duplicação da BR-116 na Bahia ao autorizar a desapropriação de 160 propriedades entre os municípios de Araci e Santa Bárbara. A medida, publicada em portaria no Diário Oficial da União, declara os terrenos como de utilidade pública, permitindo a incorporação ao projeto de expansão da rodovia.

Obras e trechos beneficiados

As desapropriações abrangem um trecho de 53,18 km (do km 334,23 ao km 387,41), incluindo:

  • Duplicação de pistas e implantação de faixas laterais;
  • Adequação de capacidade e restauração da via;
  • Construção da variante de Serrinha, um contorno de 7 km para desviar caminhões do centro urbano.

O projeto integra o “Lote 05” da BR-116/BA, que se estende da BA-408 (Araci) até a BA-504 (Santanópolis), totalizando 81,1 km de intervenções planejadas.

Com a declaração de utilidade pública, o DNIT pode iniciar os processos de indenização e tomada de posse dos imóveis. A pasta ainda não divulgou prazos para o início das obras, mas a ação é considerada essencial para reduzir acidentes e melhorar o fluxo no principal corredor logístico do Nordeste.

Conheça a cidade da região sisaleira que está há mais de 2 anos sem registrar nenhum homicídio

Há 2 anos e 5 meses sem registrar uma morte violenta (homicídio, feminicídio, latrocínio e lesão dolosa seguida de morte), a cidade de Ichu, na região do Sisal, é considerada a mais segura do território em um levantamento feito pelo Comando de Policiamento da Região Nordeste (CPR-NE). Divulgado nesta terça-feira (29), o estudo aponta as cidades que estão no topo do ranking quando o assunto é homicídio zero. De janeiro a junho de 2025, outros quatro municípios da região não tiveram nenhuma ocorrência de morte.

Com uma população de pouco mais de 6 mil pessoas, Ichu é o município sisaleiro que está há mais tempo sem registro de homicídio, sendo o último caso contra Antônio Benjamim Lima de Araújo, que foi morto a tiros dentro de casa no povoado de Barra. Desde então, já são 29 meses e 15 dias sem qualquer morte violenta.

Governo Lula estuda acabar com obrigação de autoescola para carteira de motorista, diz ministro

O governo Lula (PT) avalia acabar com a obrigatoriedade da autoescola para obtenção da carteira de motorista. O ministro dos Transportes, Renan Filho, revelou que a medida faz parte de um plano para reduzir o custo e as exigências para a emissão da CNH (Carteira Nacional de Habilitação).

A proposta já foi concluída pela pasta e será levada para aprovação do presidente.

O ministro afirmou ao C-Level Entrevista, videocast semanal da Folha, que as aulas de formação de condutores podem passar a ser facultativas. Se a proposta for adiante, o candidato poderá aprender a dirigir de outras formas e precisará ser aprovado nos exames técnico e prático para obter a CNH, mas não terá que cumprir uma carga horária mínima nas autoescolas.

“O Brasil é um dos poucos países no mundo que obriga o sujeito a fazer um número de horas-aula para fazer uma prova”, disse o ministro. “A autoescola vai permanecer, mas ao invés de ser obrigatória, ela pode ser facultativa.”

Segundo o ministro, o custo para tirar a carteira no Brasil está entre R$ 3.000 a R$ 4.000, a depender do estado em que a pessoa faz o exame de habilitação. Pelos seus cálculos, o plano pode reduzir em mais de 80% esse custo.

“É caro, trabalhoso e demorado. São coisas que impedem as pessoas de ter carteira de habilitação”, disse. Para ele, o programa ajudará os mais pobres a ter acesso à carteira, facilitar a formação de mão de obra no país e o acesso ao primeiro emprego.

O ministro informou que as mudanças não precisarão passar pelo Congresso, bastando um ato do Executivo. A obrigatoriedade está expressa numa resolução do Contran (Conselho Nacional de Trânsito).

O programa prevê um processo de aprendizagem regulamentado, como existe hoje, com menos obrigações, segundo a assessoria do Ministério dos Transportes. O candidato poderá decidir quantas horas de aula precisa e poderá escolher uma autoescola ou contratar um instrutor autônomo credenciado, que não precisará estar vinculado a uma empresa.

“O cidadão vai ter que passar na prova, vai ter que passar na direção, mas ele vai estudar no mundo moderno”, afirmou Renan Filho. “Vai ser um programa transformador. Nós não estamos inventando roda, estamos usando a experiência internacional.”

Na Inglaterra, por exemplo, não há obrigação de passar por curso de direção para obter a habilitação. Nos EUA, a maior parte dos estados não exige aulas de candidatos com mais de 18 anos.

Questionado se existe a possibilidade de uma pessoa aprender a dirigir fora desses procedimentos, o Ministério dos Transportes respondeu que uma pessoa, em tese, pode aprender a pilotar numa via fechada, chamada de circuito fechado particular (como em um condomínio, por exemplo).

Nos casos de uma via pública, a pessoa tem que respeitar o código de trânsito e cometerá uma inflação se for pego pela fiscalização andando sem instrutor.

O governo também pretende tirar as exigências que existem hoje de ter um carro adaptado para o treinamento. A pessoa poderá usar um carro particular ou um veículo do próprio instrutor. De acordo com o Ministério dos Transportes, não haverá permissão, por exemplo, para que um pai ensine o filho na rua.

De acordo com o ministro, se o programa receber o aval de Lula, as mudanças devem começar pelas categorias A (motocicletas, motonetas, ciclomotores e triciclos) e B (a maioria dos carros de passeio, caminhonetes e utilitário).

Numa pesquisa realizada pela pasta para orientar as diretrizes do programa, o ministro afirma ter encontrado situações alarmantes. Em algumas cidades médias do país, 40% das pessoas dirigem sem ter a habilitação. Entre pagar o custo da habilitação e comprar uma moto, por exemplo, a pessoa prefere a segunda opção. “A habilitação custa quase o preço de uma moto usada”, ressaltou.

Renan Filho afirmou que, para as mulheres, a situação é ainda mais difícil. De acordo com os dados da pesquisa, 60% das mulheres em idade de ter carteira não possuem a CNH.

“Na hora que a família tem o dinheiro para tirar uma carteira, normalmente, escolhem tirar a dos meninos. Isso ainda gera uma exclusão gigantesca de gênero”, disse. Segundo o ministro, esse pode ser um dos motivos da dificuldade, por exemplo, de encontrar mulheres na função de motorista profissional.

Renan Filho afirmou que espera que a mudança enfrente resistência das empresas de autoescola. De acordo com ele, o setor movimenta até R$ 12 bilhões para atender de três a quatro milhões de pessoas que tiram carteira por ano. “Se ele não gastar esse dinheiro para tirar a carteira, isso vira o quê? Vira consumo.”

A Feneauto (Federação Nacional das Autoescolas do Brasil) estima que existam mais de 15 mil autoescolas em atividade no país.

“As empresas vão continuar. Agora, vai permanecer quem for eficiente, quem gerar um curso que tem eficiência. Mas eu sou contra sempre que o Estado obriga o cidadão a fazer as coisas”, disse Renan Filho. “Se você achar que precisa, vai lá e faz.”

Para obter a CNH atualmente, os principais requisitos são ter 18 anos completos, saber ler e escrever, ser aprovado nos exames médico e psicotécnico realizados por clínicas credenciadas, realizar cursos prático e teórico com carga horária mínima nos centros de formação de condutores, passar nos exames e pagar as taxas referentes aos exames, curso e emissão. Parte das aulas práticas pode ser feita em simuladores, também nas autoescolas.

O ministro comparou as exigências que existem hoje para tirar a CNH à entrada numa universidade pública. “Imagina que se a gente, para estudar numa universidade pública federal, como é a carteira de motorista, alguém dissesse assim: você só pode [entrar] se você fizer este cursinho aqui. Quanto custaria a mensalidade do cursinho?”, questionou.

Para Renan Filho, o processo com alto custo é, inclusive, uma das razões da falta de motoristas profissionais no Brasil, principalmente caminhoneiros para atender às empresas de transportes. Como o trabalhador demora a ter a primeira carteira, o processo dificulta a formação do condutor de caminhões, tratores e máquinas agrícolas (categoria C) e de ônibus, micro-ônibus e vans (categoria D).

“O sujeito, para dirigir um caminhão, primeiro é habilitado para um veículo comum, depois ele ganha familiaridade com a direção e vai passando a dirigir veículos mais complexos. Se ele tira a primeira carteira com 30 anos, quando ele vai conseguir dirigir um caminhão inflamável?”, questiona o ministro.

Ele destacou que a proposta do Ministério dos Transportes não traz custos adicionais ao Tesouro Nacional.

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