Primeiro lote da vacina russa contra Covid-19 é liberado para a população

A Rússia liberou sua vacina contra a Covid-19 para o público em geral, anunciou o Ministério da Saúde do país nesta terça-feira (8).

Segundo o comunicado, o primeiro lote de vacina Sputnik V, desenvolvida pelo Instituto Gamaleya de Epidemiologia e Microbiologia, passou nos testes de qualidade e foi liberada para a população civil. O Ministério diz ainda que a entrega de fato dos primeiros lotes está prevista para um futuro próximo, mas não especifica datas.

Na sexta-feira (4), o vice-diretor do instituto Gamaleya, Denis Logunov, já havia anunciado que a vacina poderia ser liberada para a população esta semana.

Segundo Logunov, existe uma “vasta base de evidências de que a vacina é segura” e que a segurança “foi o principal pré-requisito para seu registro”.

Um estudo com resultados preliminares publicado na revista científica “The Lancet” no dia 4 mostrou que a vacina russa para a Covid-19 não teve efeitos adversos e induziu resposta imune.

A liberação da vacina Sputnik V ocorrerá junto com os testes clínicos da Fase 3, que serão feitos em 40 mil voluntários, sendo que 30 mil receberão o imunizante e 10 mil receberão uma substância placebo (sem efeito).

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Covid-19 em Teofilândia: 234 confirmados, 23 ativos, 208 recuperados e 03 óbitos

A Prefeitura Municipal de Teofilândia divulgou mais um boletim epidemiológico nesta sexta-feira, 4 de setembro. Não foram registrados novos casos da Covid-19 no município. Em contrapartida, foram computadas 3 altas, alterando o número de casos ativos para 23.⠀⠀

Em relação ao último boletim, há uma mudança na localidade de um dos casos. A pessoa reside no Pov. Gato e não na Ipoeira, como consta em seu cartão de Saúde.⠀⠀⠀⠀
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Com as atualizações de hoje, Teofilândia registra:⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
14 casos suspeitos, a espera de resultado de exames;⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
29 pessoas sendo monitoradas pela Secretaria de Saúde Municipal;⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
797 casos descartados pelo critério epidemiológico (pessoas que estavam em monitoramento pela Secretaria de Saúde e não demonstraram evolução dos sintomas durante quarentena);⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
1790 casos já descartados (pessoas que testaram negativo para a covid19);⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
234 casos confirmados (dos quais 23 estão ativos);⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
208 pessoas recuperadas;⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀
3 óbitos.⠀⠀

Como a Ciência explica o ‘enxame de terremotos’ na Bahia

De domingo (30) até a manhã da terça-feira (1º), a Bahia registrou 14 terremotos, todos na cidade de Amargosa, Recôncavo do Estado, de acordo com a Rede Sismográfica Brasileira (RSBR).

As imagens de imóveis danificados e prateleiras de um mercado sendo chacoalhadas pelo abalo mais forte, que atingiu a magnitude de 4,6 na Escala Richter, logo correram as redes sociais. Muita gente achava se tratar de um fenômeno inédito, mas não era.

“Esses abalos na região ocorrem com frequência e há muito tempo. Temos registros de eventos pelo menos nos últimos 100 anos. Mas hoje temos melhores instrumentos de registro e, com a expansão urbana e o aumento da densidade populacional, as pessoas também sentem. Se onde hoje tem uma casa há alguns anos era uma área verde, ninguém estava ali pra sentir o tremor”, observa a geóloga Simone Cruz, professora do Instituto de Geociências da Universidade Federal da Bahia (Igeo/Ufba) e presidente da Sociedade Brasileira de Geologia (SBG).

Junto com mais cinco pesquisadores do Igeo, Simone integra uma comissão que acaba de ser criada pela diretoria do Instituto, justamente com o objetivo de estudar o caso de Amargosa.

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Vendas melhoram mas comércio tem dificuldades para repor estoques

A percepção das empresas brasileiras sobre os impactos da pandemia em seus negócios melhorou na segunda quinzena de julho, como reflexo da maior flexibilização do isolamento social. Mas, ao mesmo tempo em que veem melhora nas vendas, os empresários apontam maior dificuldade para repor estoques.

A conclusão é da pesquisa Pulso Empresa, que teve a terceira edição divulgada nesta quarta (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o instituto, problemas de acesso a insumos e fornecedores são mais comuns em pequenas empresas e na região Nordeste.

A pesquisa estima que 37,5% das empresas brasileiras sofreram impactos negativos da pandemia na segunda quinzena de julho. O número mostra evolução em relação aos 44,8% verificados na quinzena anterior e aos 62,4% da primeira edição da pesquisa, referente à segunda quinzena de junho.

“A gente vê trajetória de melhora quinzena a quinzena”, disse o gerente da pesquisa do IBGE, Flávio Magheli. Houve avanço tanto nos indicadores de impactos nas vendas, quanto nos de dificuldades para realizar pagamentos, que haviam sido destaques negativos nas primeiras edições das pesquisas.

O número de entrevistados que disse ter sofrido impacto negativo nas vendas caiu de 46,8% para 34,4% entre as duas quinzenas de julho. Já o contingente daquelas que enfrentaram dificuldade para efetuar pagamentos de rotina passou de 47,4% para 38,9%.

O instituto ressalta, porém, que a evolução é heterogênea e depende do nível de abertura de cidades e estados. No Centro-Oeste, onde o pico da pandemia ocorreu mais tarde, por exemplo, 41% das empresas dizem ter vendido menos no período pesquisado. Já no Sudeste, esse percentual cai para 32%.

“Cada região está numa fase diferente na retomada gradual das atividades econômicas, passando de um controle mais restrito para um normal controlado. E obviamente isso se reflete na maior capacidade de fornecer produtos e também da capacidade de receita e gasto das próprias famílias”, comentou Magheli.

Os dados reforçam a percepção de retomada indicada pelas últimas pesquisas mensais de indústria, comércio e serviços do IBGE. Nas duas primeiras, houve dois meses seguidos de recuperação após tombo recorde em abril. A última apresentou pequena evolução em junho, depois de dois meses ruins.

Os técnicos do IBGE, porém, evitaram projeções sobre os efeitos da melhora da percepção das empresas brasileiras no Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre, alegando que é preciso esperar as divulgações de pesquisas do instituto que avaliam o desempenho de comércio, indústria e serviços.

Nesta quinta (3), o instituto divulga os resultados da indústria em julho, primeiro mês do terceiro trimestre. O mercado espera que a recuperação da economia se reflita no PIB do período, após recuo inédito de 9,7% no segundo trimestre, o primeiro totalmente sob efeito da pandemia.

Segundo o IBGE, a retomada nas vendas trouxe um novo problema para as empresas brasileiras: a dificuldade de acesso a insumos, matérias-primas ou mercadorias. Foi o único indicador de impacto específico da pandemia a registrar alta na segunda quinzena de julho, quando 45,4% dos entrevistados relataram problemas.

“Quando o isolamento é flexibilizado, as vendas respondem rápido, mas a capacidade de fornecer não se ajusta no mesmo ritmo”, disse o analista do IBGE Alessandro Pinheiro. “A gente vê aí um problema de abastecimento, que foi provocado pelo choque. O choque atingiu primeiro o lado da demanda e depois foi para o lado da oferta.”

Os dados mostram que o problema é mais concentrado entre pequenas empresas (45,5% relataram esse tipo de dificuldade) e no comércio (65,2%). No comércio varejista e no comércio de veículos, peças e motocicletas, sete em cada dez empresas tiveram dificuldade para repor estoques.

Para os técnicos do IBGE, as pequenas empresas sofrem com menor capacidade logística e de organização, o que pode explicar parcialmente as dificuldades. No Nordeste, que tem infraestrutura logística mais precária, 58% das empresas relataram esse tipo de problema.

Mas Pinheiro lembrou que grandes redes varejistas também vêm passando pelo problema. “A gente vivencia muito no contato cotidiano as pessoas reclamando que compram online no supermercado e recebe a metade do que comprou. Isso é comum”, afirmou.

Ainda assim, o instituto não acredita que seja uma questão estrutural, com impactos significativos no processo de retomada da economia após o período mais duro da pandemia.

A pesquisa divulgada nesta quarta confirma que o setor de serviços, principal motor do Produto Interno Bruto no país, ainda tem dificuldades para responder às medidas de flexibilização do isolamento. Na segunda quinzena de julho, 38,5% das empresas de setor ainda viam queda nas vendas.

No grupo de atividades que engloba os serviços prestados às famílias, como alimentação, hospedagem ou lazer, o percentual é ainda maior: 41,2%. O setor de serviços é o maior empregador do país e, para analistas, a recuperação do mercado de trabalho depende de sua retomada.

Nova cédula de R$ 200 entra em circulação hoje

A nova nota de R$ 200 começa a circular hoje, quarta-feira, 2 de setembro. Segundo o Banco Central, a cédula, que trará a imagem do lobo-guará, será lançada às 13h30. A cerimônia de divulgação terá transmissão pelo canal do BC no YouTube. No lançamento, também será divulgada a imagem da nova cédula.

Segundo o banco, 450 milhões de unidades dela serão produzidas neste ano. A cédula é a sétima da família de notas do Real e a primeira de um novo valor em 18 anos. De acordo com o BC, o lançamento da nova nota é uma forma de a instituição agir preventivamente para a possibilidade de aumento da demanda da população por papel moeda.

O lobo-guará foi escolhido em pesquisa realizada pelo BC em 2001 para eleger quais espécies da fauna brasileira deveriam ser estampadas nas cédulas do país. No site do Banco Central, há mais informações sobre a nova cédula.

TRF-1 rejeita ação que acusava Lula de atuar junto ao BNDES para favorecer Odebrecht

O Tribunal Regional Federal da 1ª região (TRF-1) suspendeu  o andamento de ação penal que acusava o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de influenciar contratos firmados entre o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e a construtora Odebrecht. Na prática, a decisão arquiva o processo e livra o ex-presidente de punição.

A denúncia, movida pelo Ministério Público Federal, acusava o ex-presidente de atuar junto ao BNDES e a outros órgãos de Brasília para favorecer a construtora Odebrecht em empréstimos para obras de engenharia em Angola. Em retribuição, diz o MPF, a empreiteira teria pago aos envolvidos valores que chegariam a 30 milhões de reais.

A decisão do TRF-1 segue a linha do habeas corpus apresentado pela defesa do ex-presidente. Os advogados de Lula entenderam que o MPF “fez uma acusação precária, sem qualquer suporte probatório mínimo e sem sequer especificar as condutas atribuídas a Lula”.

O relator do caso, Néviton Guedes, destacou que havia “insuficiência probatória” para seguir com a ação. Com isso, o caso foi encerrado.

Em junho, o TRF-1 já havia trancado ação penal em relação ao sobrinho do ex-presidente Taiguara dos Santos, acusado de ser o intermediador do recebimento de propinas.

O advogado de defesa de Lula, Cristiano Zanin Martins, afirma que a decisão da Corte mostra que o ex-presidente foi julgado de forma parcial na Justiça Federal do Paraná, “sob jurisdição parcial de Moro e da Lava Jato“.

“É a quinta vez que a Justiça nos dá razão, com a rejeição de uma ação penal infundada contra o ex-presidente Lula. As condenações só ocorreram na Lava Jato de Curitiba porque lá os julgamentos foram parciais e por isso acreditamos que o Supremo Tribunal Federal irá anular esses processos ao julgar os habeas corpus que apresentamos sobre a atuação do ex-juiz Sergio Moro e dos procuradores da força-tarefa”.

Auxílio emergencial: Maia diz que vai trabalhar para aprovar novo valor proposto pelo governo

Após o governo anunciar a redução no valor do auxílio emergencial, de R$ 600,00 para R$ 300,00, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), afirmou que vai trabalhar para aprovar a proposta. O benefício foi prorrogado por mais quatro meses neste valor (veja aqui).

“Se é o valor que o governo considera possível, então vamos trabalhar para aprovar”, disse Maia, em entrevista ao UOL.

Bolsonaro já tinha se reunido com o presidente da Câmara e com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP) para falar sobre o assunto. O chefe do executivo prometeu enviar, até a próxima quinta-feira (3), a reforma administrativa ao Congresso.

O anúncio de Bolsonaro vem logo após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar a queda histórica de 9,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2020 (lembre aqui). Questionado por jornalistas sobre o assunto, Bolsonaro preferiu não responder.

Vale lembrar que a prorrogação do auxílio proposta pelo governo federal vem por meio de Medida Provisória (MP). Ou seja, passa a valer assim que publicada. Entretanto, o Senado e a Câmara dos Deputados ainda analisarão se manterão a proposta ou a derrubarão.  

Teofilândia: Moradores reclamam de árvores cortadas na entrada da cidade

Moradores de Teofilândia que residem próximo à principal entrada da cidade, no contorno perto da antiga Lanchonete Vaca de Leite, estão reclamando da podagem feita pela Prefeitura de Teofilândia em algumas árvores daquele local. “Não tem nada podado ali, cortaram as árvores. Isso é uma vergonha”, disse uma das moradoras, que pediu para não se identificar.

A professora e ex-secretária municipal de Educação e Cultura, Eronize Lima, fez uma postagem em uma rede social questionando a atitude. “Eu queria conhecer e dialogar com o engenheiro ambiental que tem orientado o corte desregrado das plantas de minha cidade, muitas delas históricas e com nomes de cuidadores e cuidadoras. Em tempo em que a natureza dá respostas ao desmatamento globalizado, vejo o patrimônio ambiental da minha cidade ser destruído. Lamentável…”, protestou.

A equipe do Teofilândia Acontece entrou em contato com Secretaria Municipal de Agricultura e Meio ambiente, na última sexta-feira, 28 de agosto, e solicitou uma nota de esclarecimento, porém, não obteve reposta até a publicação desta reportagem.

Vacinação de adultos contra o sarampo é prorrogada até fim de outubro

O período de vacinação contra o sarampo da população de 20 a 49 anos foi ampliado até o dia 31 de outubro pelo Ministério da Saúde. A imunização é oferecida em todos os postos de saúde do país. Até agora, apenas 5,8% do público-alvo foi vacinado.

Dados preliminares das secretarias estaduais de saúde apontam que foram vacinadas 5,29 milhões de pessoas nessa faixa-etária desde o início da ação, em 16 de março, até 17 de agosto. A população do público-alvo desta quarta etapa da Mobilização Nacional de Vacinação contra o Sarampo totaliza mais de 90 milhões de pessoas.

De acordo com o último Boletim Epidemiológico do Ministério da Saúde, foram confirmados 7.293 casos de sarampo em 21 estados até o dia 25 de julho. O Brasil permanece com surto da doença nas cinco regiões do país, com circulação ativa do vírus em 11 estados. O Pará, o Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina concentram o maior número de casos da doença, reunindo 7.091 registros, equivalente a 98,3% dos casos. Até agora foram registradas cinco mortes por sarampo. Três no Pará, uma no Rio de Janeiro e outra em São Paulo.

Segundo o Ministério da Saúde, o projeto ‘Plano de Ação para Interrupção da Circulação do Vírus do Sarampo no Brasil, 2020’ está em fase de desenvolvimento. A medida tem o objetivo de determinar as atividades necessárias de combate a doença ao poder público, envolvendo vigilância, imunização, laboratório e assistência.

IMUNIZAÇÃO
O sarampo é uma doença grave e de alta transmissibilidade. Uma pessoa pode transmitir para até outras 18 pessoas. O contágio do vírus ocorre por via aérea ao tossir, espirrar, falar ou respirar. A principal medida de prevenção e controle do sarampo é a vacinação, disponível durante todo o ano na rotina de vacinação dos serviços de saúde do país.

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